
Voltando a falar dos jogos 2D e 3D, faço algumas observações sobre a transição de jogos bidimensionais ao polÃgono. Há dois tipos de jogos em 3D: Os bons e os 2D. Não é qualquer jogo que ao ser adicionado o eixo Z ele fica melhor. Sonic foi um amargo exemplo disso.
Enquanto isso, no mundo da Nintendo… Tudo muito bem.
Voltando ao Sonic… Ele não deu certo em 3D porque em parte a Sega é incompetente, e em outra parte a Sega foi muito competente ao criar o jogo 2D definitivo com seu mascote azul (não é o Mega Man). Então, o problema do Sonic é justamente a rapidez com que devemos jogar e conduzir o ouriço pelo mundo-pista com precisão. Sonic é sobre velocidade e também arcade (o conceito de Arcade eu definirei melhor depois). É o tipo de jogo curto que diverte pela jogatina repetitiva. Transformar a Plataforma-Velocidade-Sólido de Sonic em Aventura-Câmera-Ruim-3D é abandonar as raÃzes em nome do dinheiro fácil das tecnologias de última geração e carisma de um mascote.
Mario, em compensação, teve a melhor transição de jogabilidade 2D para 3D já vista. O motivo é simples: Mario é aventura, e a Nintendo é competente. Aventura combina com 3D (vide Zelda Ocarina), e a Nintendo não brinca em serviço.
Aos fãs:
Quando falo que Sonic em 3D ficou ruim, muitos devem ter pensado no recente Sonic the Hedgehog pro Xbox 360. Porém, me refiro a todos os Sonic em três eixos, incluindo o pioneiro 3D Blast.
Tags: Mario, Nintendo, Sega, Sonic
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