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	<title>CubaGames &#187; Gran Turismo</title>
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	<description>Notícias sobre o mundo dos games, artigos sobre gamedev, reflexões, tutoriais, games e jogos online</description>
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		<title>Jogos Diferentes Mas Iguais</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 14:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Gêneros]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Need For Speed]]></category>
		<category><![CDATA[super mario 64]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/10/mario_luigi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2957" title="mario_luigi" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/10/mario_luigi.jpg" alt="" width="280" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se você é um jogador atento, deve saber quais elementos em cada jogo lhe agradam e quais desagradam. Quando não temos noção disso direito, pensamos que o que gostamos ou não em cada jogo é seu gênero. Mas estou cada vez mais descobrindo que o gênero não é o suficiente para agrupar jogos e assim organizar melhor nossos gostos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, se eu gosto de Gran Turismo, podemos supor que Need For Speed Underground também me agradará pelo fato de ambos serem Corrida. O problema é que são poucos títulos da franquia NFS que me agrada, sendo a série Underground a que eu menos gostei.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ah, mas é que Gran Turismo é simulador, e NFS é arcade&#8221;, podemos pensar. Só que eu não gosto de GTR ou Race 07, que são excelentes simuladores de PC. Em compensação, gosto da série Hot Pursuit, que também é arcade.</p>
<p style="text-align: justify;">O que quero demonstrar com isso é que não é o gênero que define um jogo, pois isso não reflete no nosso gosto. O que existe na verdade é um conjundo de mecânicas por baixo de cada jogo que independente do gênero, podem ser parecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo que me agrada cada vez mais num jogo é colecionar itens que de certa forma sejam contabilizados no progresso geral do jogo. Ou seja, obter itens mágicos genéricos em Diablo 2 não me agrada porque isso é irrelevante no progresso. Mas obter cada arma de cada personagem em Soul Calibur me agrada porque é uma meta finita e bem estabelecida. Sinto que estou progredindo obtendo estes itens, e por isso me satisfaço.</p>
<p style="text-align: justify;">Por conta dessa característica, me divirto muito coletando as estrelas de Super Mario 64. Outro jogo que possui meta e progressão similar aos Super Mario é Tony Hawk&#8217;s Pro Skater, que também gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste momento chegamos ao ponto que eu queria explorar. Super Mario 64 e Tony Hawk&#8217;s parecem ser dois jogos completamente diferentes entre si, pois um é de plataforma/ação, enquanto o outro é de esporte radical. São gêneros distintos. Mas as estruturas de jogos destes dois games são idênticas: obtenha itens nas fases para ter acesso à novas fases e assim obter mais itens (estrelas no Super Mario ou VHS no Tony Hawk&#8217;s). Por conta disso, é justo dizer que Super Mario e Tony Hawk&#8217;s são jogos diferentes somente pelo seu gênero?</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, os gêneros dos games nem sempre refletem exatamente seu gameplay. Muitas vezes os gêneros são somente uma casca temática que esconde por baixo mecanismos de jogo comuns entre vários games consagrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Já tratei aqui sobre os gêneros dos games como sendo uma definição que se aplica à maneira de se jogar, e não à aparência do game.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes Mirror&#8217;s Edge teve seu gênero indicado erroneamente como FPS? É interessante notar que FPS para mim é mais um sistema de câmera do que um gênero. Existem até jogos de estratégia em primeira pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas conclusões interessantes podem ser tiradas se tentarmos remover a casca do gênero de diversos games. Muitos jogos antigos do gênero Aventura Gráfica com interface Point and Click possuem uma jogabilidade similar a muitos JRPGs: progrida num mundo limitado descobrindo quais ações realizar nos lugares corretos, obtendo informações e itens ao longo do jogo e interagindo com NPCs. Se removermos as cansativas batalhas dos JRPGs, o que sobra é o mesmo. Até Metal Gear Solid é similar.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde pretendo chegar com este post eu ainda não sei, mas posso dizer que Super Mario poderia ser um game de esporte radical. Que tal parkour?</p>
<p style="text-align: justify;">Para complementar, leia também <a href="http://www.cubagames.com.br/os-generos-dos-games/">Os Gêneros Dos Games</a>.</p>
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		<title>Clássico &#8211; Gran Turismo</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/granturismomain.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2401" title="Gran Turismo Tela Inicial" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/granturismomain.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><br />
<em>Menu Inicial</em></p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, depois de tanto falar desta série no blog, dedico um Clássico ao game que começou tudo isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Gran Turismo, lançado em 1997 para o Playstation, foi um grande divisor de águas dos games de corrida.</p>
<p style="text-align: justify;">A série trouxe para o universo dos racing games a boa e velha simulação sem tornar o game confuso e maçante. Enfim, um game de corrida tão complexo e produndo como um simulador de PC mas acessível e divertido como games de console.</p>
<p style="text-align: justify;">Kazunori Yamauchi é o game-designer responsável pelo game, e sua obsessão por detalhes e perfeição reflete no produto final. A série Gran Turismo é conhecida pela precisão dos controles e detalhes dos carros, e na primeira versão isso não é diferente. Gran Turismo sempre extrai o máximo do hardware para poder exibir o melhor dos veículos e da física por trás dos controles.</p>
<p style="text-align: justify;">Gran Turismo se destacou como o melhor game de corrida na época não só pelo esmero na parte técnica, mas também por apresentar veículos populares e esportivos mais acessíveis. Isso trouxe uma aproximação maior com o lado motorista do gamer, e não só com o lado piloto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/granturismomenu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2402" title="gran turismo menu" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/granturismomenu.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><br />
<em>Menu do modo Carreira</em></p>
<p style="text-align: justify;">Isso evoca outro aspecto de Gran Turismo. É um game feito por apaixonados por carros &#8211; e isso inclui Yamauchi &#8211; para apaixonados por carros. Não é necessariamente um game esportivo. O game não foca a corrida unicamente. Aliás, a inteligência artificial nem é assim tão complexa. O que o game tenta fazer é mostrar para o jogador os diferentes veículos e suas peculiaridades mecânicas. A física por trás de GT consegue diferenciar cada carro em aspectos como peso, curva, potência e estabilidade. O jogador sente de verdade as diferenças entre um carro de tração dianteira e outro de tração traseira.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da grande variedade de veículos, a maioria deles são de origem japonesa. Somente nas versões mais recentes as montadoras americanas e européias ganharam destaque. Porém, como já mencionado, o apelo do game não é o esporte ou a velocidade, e isso reflete na falta de veículos de alto luxo tão comuns em games arcade como Need For Speed. Já cansei de ouvir pessoas reclamarem por não ter Ferraris e Lamborghinis. Claro que estas pessoas não entenderam o espírito da série.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/gthispeed.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2403" title="gt high speed" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/gthispeed.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><br />
<em>Nissan Skyline R32. A linha Skyline é a mais popular da série.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se você lê a Cubagames há mais tempo, deve se lembrar dos inúmeros elogios que fiz à jogabilidade de Gran Turismo. Vamos esmiuçar agora um pouco da mecânica de progresso do game:</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar a participar dos campeonatos, é necessário tirar licenças de pilotagem. São 3 licenças, sendo cada uma mais difícil que a anterior. De posse da licença, o jogador pode participar dos campeonatos do modo Carreira. Cada campeonato exige uma das licenças disponíveis, dependendo da dificuldade.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das licenças, cada campeonato possui restrições quanto ao tipo de veículo que o jogador deve utilizar para correr. Como o game possui centenas de carros e vários upgrades para eles, as restrições acabam estimulando o jogador a comprar diferentes carros com diferentes configurações.</p>
<p style="text-align: justify;">E mesmo se os campeonatos não exigissem carros distintos, manter uma garagem variada é uma das maiores diversões do game, pois não há como resistir à quantidade de carros e aos créditos ganhos ao vencer corridas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos carros comuns à venda, é possível ganhar como prêmio de algumas corridas carros especiais, geralmente em sua versão esportiva, com pintura e spoilers.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem jogou somente a versão americana do game deve ter notado a baixa qualidade das músicas, mas a versão japonesa conta com uma trilha sonora original e bastante inspirada. Além das músicas na corrida, as músicas dos menus também se destacam, com um estilo jazz que diverte e traz uma atmosfera simples e elegante, focando na história dos carros, e não necessariamente no esporte automobilismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os efeitos sonoros não são assim tão ricos. O som fraco das derrapagens persistiu até as versões do PS2. O ronco dos motores até são bons, e até é possível ouvir o pequeno assobio do turbocompressor do carro após o upgrade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que mais causa mais controvérsia é a falta de representação de danos nos carros. É compreensível não haver danos no GT 1 e 2 devido ao hardware  limitado do PS1. Mas a série só implementar danos no recente GT5 foi para muitos um desperdício. Eu nunca senti falta da representação de danos físicos em games de corrida, pois o jogador acaba tendo que encarar medidas anti-realistas para contornar este inconveniente realismo, como faixas coloridas de auto-reparo na pista, respawn, e até rewind. Como Gran Turismo foca os carros e não o esporte, danos não fazem falta. Fazem num game de F1. Em GT, não. Mas tenho que concordar que não há punição por correr igual a um maluco. Já usei muita parede e lateral de carros para fazer curvas ricocheteando o carro e isso sim não combina com o jogo. Mesmo assim, o que tínhamos de melhor na época? Capotagens de 360 graus sem danos no NFS 3, e&#8230; bem&#8230; danos realistas muito bem implementados cof&#8230; em Destruction Derby&#8230; cof..cof (no entanto Destruction Derby só possuía um modelo de carro com 3 variações de performance).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/granturismocover.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2404" title="gran turismo cover" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/01/granturismocover.jpg" alt="" width="350" height="327" /></a><br />
<em>Capa do jogo</em></p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, Gran Turismo foi conquistando cada vez mais fãs, haters e concorrentes. Seu estilo de jogo mais aberto e seu profundo sistema de upgrades e tunning causou mudanças em vários dos games de corrida da época. Test Drive, Need for Speed, TOCA e Sega GT foram alguns que beberam da fonte de GT. E apesar de seu prestígio e qualidade, a série evoluía de maneira muito lenta, não incluindo muitas novidades nas novas versões, culminando na perda de muitos fãs que migraram para Forza ou voltaram para os games de corrida mais arcade.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu mesmo já fui um grande fã da série no PS1 e considero as versões mais atuais extensas demais. Completar um game da série requer muita paciência correndo em campeonatos compridos demais, ou corridas longas demais. Por ser um game de corrida, dar voltas e mais voltas só distrai e cansa do jogador. Após um tempo, o jogador começa e errar e aquela corrida de 30 minutos que estava ganha pode se tornar um pesadelo quando na última volta o carro perder o controle e derrapar, fazendo com que o jogador perca a corrida e acabe disperdiçando aquele precioso tempo do dia numa corrida em vão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para minimizar os riscos de perder uma corrida, o jogador vai correr somente com os melhores carros possíveis em cada campeonato. Isso acaba gerando outro problema: corridas fáceis demais. É comum eu terminar algumas delas de 15 voltas com 2 ou 3 voltas de vantagem do segundo colocado.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso poderia ser melhor resolvido tendo uma restrição maior dos carros para cada campeonato, envolvendo o tipo de pneu e um certo nível de upgrades, e não somente a quantidade de HP. Para compensar, os campeonatos de 10 corridas poderiam ter somente 5 voltas por corrida, e não 15. Ou então reduzir as corridas para umas 5 por campeonato. Os extenuantes Endurances de 2 horas deveriam ter no máximo 1 hora, pois isso também seria mais confortável e mais competitivo. Nós não somos pilotos profissionais. Ninguém mantém o nível de atenção por tanto tempo assim. Caso os campeonatos fossem menores, o jogador se sentiria mais confortável em arriscar de correr com um carro do mesmo nível dos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas todas essas críticas só valem para os games mais recentes, pois o primeiro GT ainda é um grande clássico muito à frente de seu tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nome do meu carinho por games de corrida eu faço um pedido: <strong>Série Gran Turismo, renove-se!</strong></p>
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		<title>Games de Esporte e a Atemporalidade</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 15:28:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/10/allejo_e_cia.jpg"><img class="size-full wp-image-2631  aligncenter" title="allejo_e_cia" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/10/allejo_e_cia.jpg" alt="" width="246" height="157" /></a><br />
<em>Allejo  e cia &#8211; Eternos campeões</em></p>
<p style="text-align: justify;">Atemporal é tudo aquilo que não fica datado com o passar do tempo. Games atemporais existem aos montes. Quando jogamos um game clássico que ainda continua interessante, chamativo e até graficamente simpático, podemos dizer que ele não envelheceu. Quanto mais realismo é empregado em um game, mais datado ele fica com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Games de PC com gráficos espetaculares para suas épocas tornam-se feios depois de alguns anos. Geralmente porque não há inspiração nenhuma na criação do mundo do game. A identidade visual fica suspensa somente pelo frágil fio da modernidade do momento. Quake sempre foi uma referência de qualidade gráfica a cada nova versão. Hoje Quake 1, 2, e 3 são simplesmente feios. Toscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Donkey Kong Country é outro exemplo. O que parecia mágica na época hoje mais parece um borrão de mau gosto. Já Super Mario World 2 ainda é belo.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso, claro, foram exemplos do emprego da tecnologia gráfica no caso da datação de um game.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, existem games que ficam datados por causa de seu conteúdo. Nos games de esporte isto é visto à exaustão. O tão brilhante e elogiado Fifa 98 hoje é o quê? Que tal o Winning Eleven 5, o primeiro para a geração 128 bits? Parecia coisa de outro mundo. Hoje ninguém em sã consciência tem algum interesse de jogá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não só esses games perdem seu valor por conta própria, mas as próprias desenvolvedoras ajudam a estragar seu valor ao atualizar a franquia lançando um novo game por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho muito mais interessante jogar um game de corrida de carros esportivos, como Need for Speed ou Gran Turismo. Os games de Formula 1 não possuem mais apelo se forem mais antigos. Que graça tem de jogar um game da temporada de 2001, ou mesmo 2005? Muitos pilotos não fazem parte das mesmas equipes, enquanto outros nem correm mais.</p>
<p style="text-align: justify;">A única maneira de manter um game esportivo interessante, ou pelo menos tolerável com o passar dos anos, é usar atletas e cenários fictícios. Os games de esporte da Nintendo nunca parecem velhos. Eu mesmo estou jogando Mario tennis atualmente e o jogo ainda parece moderno. Já Virtua Tennis 3, lançado em 2007, parece velho.</p>
<p style="text-align: justify;">Personagens fictícios não precisam ser caricatos. Os jogos de futebol mais antigos eram todos com jogadores inventados. Quem não se lembra de Allejo, o atacante brasileiro de International Superstar Soccer? Não há estranheza nenhuma ao jogar com ele nos dias de hoje, mas Ronaldo não colaria mais. Ainda mais na fase de vacas &#8220;gordas&#8221; que ele se encontra.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e aí, alguém ainda aceita games com atletas fictícios?</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa é certa, o pessoal mais jovem que cresceu jogando Winning Eleven jamais aceitaria jogar com Allejo e Cia.</p>
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		<title>Blur E Split/Second Darão Uma Sacudida</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 15:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/04/blur_splitsecond1.jpg"><img class="size-full wp-image-1698 alignnone" title="blur_splitsecond1" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/04/blur_splitsecond1.jpg" alt="blur_splitsecond1" width="350" height="209" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sou um gamer nostálgico, como já devem ter percebido. Dos gêneros de games disponíveis, o meu preferido é o de corrida. Desde o princípio os games de corrida estavam entre os mais famosos. Porém, com o tempo a galera nerd viciada em sci-fi começou a sobrepor a antiga massa, fazendo com que o mercado desse uma guinada e passasse a priorizar jogos de ação/aventura com armas, aliens e escuridão.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, nós, os antigos, os anciãos, fomos deixados de lado, e nossos amados games de corrida (luta também, mas fica pra outro post) foram aos poucos sumindo. Ou pior, amadurecendo!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Need For Speed não conta. Não gosto da maneira camaleônica que esta série se renova. NFS pega o que está na moda e se transforma. Um caso emblemático foi colocar opção de upgrades e compra de carros na época de ouro do Gran Turismo. Ou transformar o dia numa maldição a ser evitada na série Underground, devido a Vin Diesel e cia (Hip Hop? argh).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o tempo é algo maravilhoso. Conforme ele passa (o tempo), sempre saem alguns jogos que se contrapôem  com o que faz mais sucesso. Enquanto temos Gran Turismo e Forza competindo pela maior quantidade de variáveis de física e modelos de carros , jogos de corrida mais arcade deram uma esfriada. Até Need for Speed foi para a simulação com <strong>Shift</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo eu sendo fã de Gran Turismo, gosto de jogar um velho NFS (pré Vin Diesel). Ou mesmo jogos de corrida pauleira, como San Francisco Rush, Flat Out e Destruction Derby.</p>
<p style="text-align: justify;">Estava ficando sem esperanças, já temendo as centenas de horas a mais que Gran Turismo e Forza me arrancariam da vida. Eis que surjem (Taram!) <strong>Blur</strong> e <strong>Split/Second</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem vou entrar no mérito da qualidade destes games, mas é um alívio ver não só um, mas dois games arcade pauleira anunciados e atualmente quase saindo.</p>
<p style="text-align: justify;">E para quem me lembrar que tivemos recentemente a série <strong>Burnout</strong>, já digo que corrida para mim é todo game onde carros correm para ver quem chega primeiro. Burnout é boliche.</p>
<p style="text-align: justify;">E tenho dito.</p>
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		<title>Gran Turismo Cansa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/02/granturismo2.jpg"><img class="size-full wp-image-1557 alignnone" title="granturismo2" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/02/granturismo2.jpg" alt="granturismo2" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre gostei de Gran Turismo, e não escondo isso. Vários posts denunciam minha admiração pela série.</p>
<p style="text-align: justify;">Gran Turismo é divertido em vários aspectos porque estimula o jogador a encarar o jogo de várias formas. Há momentos em que devemos ser técnicos. Há outros onde o que vale é brincar. Tem as licenças que exigem concentração e disciplina. Há campeonatos que exigem estratégia. Há outros que exigem paciência.</p>
<p style="text-align: justify;">E o melhor é que você nunca é obrigado a seguir esta ordem. Se você cansou de um campeonato, vá jogar em outro!</p>
<p style="text-align: justify;">Isso sem falar no principal, os carros. Manter a garagem cheia de carros dos sonhos é bastante satisfatório. E sabemos que não há um carro perfeito, pois sempre haverá um campeonato que obrigará você a trocar de veículo. Isso enriquece ainda mais a coleção, pois muitos dos carros adquiridos serão utilizados cedo ou tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheci Gran Turismo poucos meses depois do lançamento do primeiro game. Quando eu conheci, foi um vício total. É engraçado ver como na época o jogo foi recebido de maneira branda, quase passando batido. As pessoas estavam tão acostumadas com os até então recentes Ridge Racer e Need For Speed que Gran Turismo não foi muito apreciado. Com o passar dos meses, o jogo foi galgando degraus, inclusive em listas de preferência, até chegar ao ponto de ter sua continuação anunciada, e devidamente hypeada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Gran Turismo 2 foi lançado, aí sim foi um estouro. Tudo no jogo melhorou (menos o frame rate). Até competições de rally foram adicionadas, com bastante fidelidade. Eu na época achava legal ver que o rally, sendo apenas uma modalidade do jogo, era melhor e mais desafiador que muitos jogos completos de rally da época.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, Gran Turismo passou a ser o referencial de como os jogos deveriam ser para me divertir. Principalmente por eu gostar de games de corrida.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, prestes a ter sua quinta versão lançada, eu simplesmente não me empolgo mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">Jogando os Gran Turismos para PS2 atualmente, o que eu sinto é que os jogos não devem ser excessivamente grandes.<br />
Jogar Gran Turismo passou a ser cansativo demais para quem não tem muito tempo&#8230; além de mais opções de jogos.</p>
<p style="text-align: justify;">Juro que sendo um fã da série, não me empolgo nem um pouco com as notícias de GT5. Mesmo elas sendo cada vez mais impressionantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Só de pensar em corridas que podem levar várias horas para serem concluídas, me bate cada vez mais saudades dos antigos Top Gear.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, Gran Turismo saturou. E não é por ter evoluído.</p>
<p style="text-align: justify;">É por NÃO ter involuído.</p>
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		<title>Eu Quero Que o Carro Amasse</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 00:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2008/09/grid.jpg"><img class="size-full wp-image-696" title="grid" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2008/09/grid.jpg" alt="" width="450" height="360" /></a></p>
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<p><!--[endif]--></p>
<p>&#8230; mas agora não quero mais.</p>
<p>Gran Turismo, o supra-sumo dos jogos de corrida, sempre foi criticado por não possuir qualquer tipo de representação de dano nos carros. É perfeitamente compreensível o porquê desta decisão por parte dos desenvolvedores. Pelo menos pra mim.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Existe uma certa dificuldade em amassar um carro realisticamente porque cada carro terá um chassis e lataria próprios, então fazer amassar 200 carros diferentes não é uma decisão muito esperta. O jogo também não pune os jogadores barbeiros com dano pelas batidas porque o foco do jogo é divertir com uma pilotagem realista, e não frustrar com danos realistas.</p>
<p>Mas como o freguês sempre tem razão, muitos jogos foram lançados com batidas e danos mais realistas, enquanto a pilotagem é geralmente simplificada. Por que esses jogos não fazem mais sucesso que a série Gran Turismo? A resposta é:</p>
<p><strong>Porque amassar o carro não tem graça nenhuma depois de um tempo.</strong></p>
<p>O jogador nem sempre tem razão.</p>
<p>Grid, um jogo de corrida pseudo-simulador lançado recentemente, possui uma das melhores físicas de danos de carros já desenvolvidas num jogo. Era comum os vídeos de preview do jogo exibidos na Internet mostrarem mais os danos que o jogo em si. Todos ficaram impressionados.</p>
<p>Depois que os primeiros avaliaram o jogo, adivinhe qual foi a principal crítica?</p>
<p>Sim, o jogo é difícil porque o carro se destrói com muita facilidade (assim como na vida real). E isso acabou desagradando vários jogadores, que só queriam jogar e se divertir.</p>
<p>Tenho até vontade de gritar &#8220;EU NÃO TE DISSE!?&#8221;, mas não farei.</p>
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