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	<title>CubaGames &#187; Final Fantasy</title>
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	<description>Notícias sobre o mundo dos games, artigos sobre gamedev, reflexões, tutoriais, games e jogos online</description>
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		<title>Jogo Livro Não. Jogo Revista Sim</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 16:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/07/final_fantasy_book.jpg"><img class="size-full wp-image-2764  aligncenter" title="final_fantasy_book" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/07/final_fantasy_book.jpg" alt="" width="280" height="280" /></a></p>
<p>Lendo alguns blogs por aí, me deparo com discussões sobre o caso perdido dos jRPGs. Muita gente reclamando da linearidade, e outros justificando-a.</p>
<p>Uma dessas discussões ocorreram no <a href="http://meiobit.com/games/">Meio Bits Games</a>, <a href="http://meiobit.com/70371/qual-caminho-a-serie-ff-devera-seguir/">num post questionando o caminho que Final Fantasy deve seguir</a>.</p>
<p>Eu escrevi alguns comentários e tal, e muito do que escrevi vem me incomodando há muito tempo. E parece ser algo universal mesmo, visto que esses posts levantam muitas discussões.</p>
<p>O que indaguei é que Final Fantasy se parece demais com um livro. Um livro de ficção possui uma história linear, que deve ser lida de maneira linear, sempre no mesmo sentido, avançando no ato de virar as páginas. Pois um game como Final Fantasy, a história é sempre pré-estabelecida, correndo sempre num mesmo sentido, e sendo passada conforme completamos quests.</p>
<p>Ou seja, trata-se de uma estrutura muito similar a de um livro.</p>
<p>Para um livro, não há nada de ruim. Mas para um game, seguir um caminho pré-estabelecido tira muito da diversão que teríamos caso a exploração e experimentação fossem mais valorizadas.</p>
<p>Em se tratando de um RPG, considero uma estrutura linear como algo altamente falho. Mas não quer dizer também que defendo um mundo todo aberto e com infinitas possibilidades. Para constar, Fallout não me agrada tanto também.</p>
<p>O que eu gostaria de ver mais nos RPGs em geral é o bom e velho meio-termo. Aristóteles, meu filósofo favorito, já dizia que a virtude é o justo meio entre dois extremos. Portanto, não estou defendendo um mundo todo acessível, mas uma pequena quebra na estrutura rígida dos RPGs japoneses.</p>
<p>A decisão de quebrar esta linearidade deve ser difícil de tomar por que sem a estrutura de livro, fica muito difícil construir uma boa narrativa. Metal Gear depende totalmente disso para funcionar como o &#8220;filme&#8221; que muitos adoram. Mas quando o propósito principal de um game é contar uma história, não estamos errando de mídia? Por que não fazer logo um FILME do Metal Gear?</p>
<p>Enfim, a abordagem que considero ser mais apropriada num game é a da revista. Um game-revista. Diferente do game-livro, o game-revista pode ser saboreado em partes menores, em uma ordem menos linear, com pedaços independentes que juntos adicionam ao produto final, mas que separados também funcionam muito bem.</p>
<p>Um game deve ser linear o suficiente para não ficar maluco e desconexo, mas deve dar ao jogador sempre que possível o gostinho de explorar e principalmente de BRINCAR com ele. Sei que muitos não se importam com isso, mas vamos deixar o fanatismo de lado. RPG nunca pode se firmar somente na história. Diverte muito também a parte de criar o personagem. De explorar livremente o mundo. Jogar sem ter a pressão de ir para um lugar imediatamente.</p>
<p>Logicamente, RPGs japoneses nunca foram muito além disso. Mas isso não é desculpa para continuar assim. Mario está aí, evoluindo a cada novo game. Defender FF dizendo que os anteriores sempre foram lineares seria o equivalente de criticar os novos gráficos em 3D porque os antigos sempre foram em 2D.</p>
<p>Games-Revista já!</p>
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		<title>Review &#8211; Final Fantasy 1</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/review-final-fantasy-1/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/review-final-fantasy-1/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 17:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Dilema com RPGs]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy I]]></category>
		<category><![CDATA[Gameboy Advance]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffi.jpg"><img class="size-full wp-image-1255 alignnone" title="ffi" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffi.jpg" alt="ffi" width="400" height="275" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Criei uma meta de terminar todos os Final Fantasy até o sexto e escrever um review para cada um deles. Deve ser interessante haver alguém que não gosta muito de RPGs que faça reviews para esses jogos. Contar com reviews de fãs às vezes é complicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos <a href="http://www.cubagames.com.br/meu-dilema-com-rpgs-parte-2/">textos anteriores</a> eu mencionei a vontade que tive em jogar alguns RPGs clássicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta minha jornada, já consegui algum progresso: consegui há alguns dias terminar o primeiro deles.  Mas logo depois de começar a jogá-los, eu lembrei porque não gosto muito do gênero. Batalhas muito cansativas, falta de customização, jogabilidade extremamente linear, enredo batido&#8230; Enfim, tudo isso pode ser encontrado no primeiro Final Fantasy, menos os personagens carismáticos. Em compensação, poder escolher as classes dos heróis dá alguma diversidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">A versão que joguei foi do GBA, que faz parte de uma compilação com os dois primeiros Final Fantasy. O cartucho se chama Final Fantasy I &amp; II &#8211; Dawn of Souls. Os games contam com gráficos atualizados, músicas remixadas, algumas novidades aqui e ali, dungeons secretas. Definitivamente se trata de uma versão melhor que a original. Uma grande vantagem é poder salvar em qualquer ponto do jogo, desde que não seja durante uma batalha.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns ajustes nas classes também foram feitos. Assim como no original, existem 6 classes para você escolher, podendo formar uma equipe de 4 heróis. As classes são:</p>
<p style="text-align: justify;">- Warrior;<br />
- Thief<br />
- Monk;<br />
- Black Mage;<br />
- White Mage;<br />
- Red Mage;</p>
<p style="text-align: justify;">No game, depois de completar uma quest, é possível evoluir a classe para cada herói, tornando-os mais fortes e podendo até ter acesso a algumas magias ou armas antes inacessíveis. As novas classes são:</p>
<p style="text-align: justify;">- Warrior -&gt; Knight;<br />
- Thief -&gt; Ninja;<br />
- Monk -&gt; Master;<br />
- Black Mage -&gt; Black Wizard;<br />
- White Mage -&gt; White Wizard;<br />
- Red Mage -&gt; Red Wizard;</p>
<p style="text-align: justify;">O Knight passa a ter acesso a algumas magias brancas mais básicas;<br />
O Ninja passa a ter acesso a algumas magias negras mais básicas;<br />
Os Wizards podem usar as magias mais avançadas;<br />
O Master não muda muito suas capacidades, mas pode usar uma das espadas mais fortes do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu criei meu time usando 1 Warrior, 1 Thief, 1 Monk, 1 White Mage.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do jogo original para Nes, este ficou mais equilibrado. Só achei o Monk meio inútil. Não é possível equipar armas poderosas para ele, o que tira sua vantagem de ter força de ataque grande no ínicio. No final, o Monk, mesmo evoluído para Master, torna-se o mais inútil char para lutar contra chefes. Uma das armas mais poderosas do jogo, a espada Masamune, pode ser utilizada por ele e pelo Knight. Porém, ela só é encontrada na última dungeon do game. E é claro que o Knight já terá espadas excelentes até lá, tornando ela essencial para o Master. Mas só no final do game!? É um desperdício.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/12/final-fantasy-i-ii-dawn-of-souls.jpg"><img class="size-full wp-image-1384 alignnone" title="final-fantasy-i-ii-dawn-of-souls" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/12/final-fantasy-i-ii-dawn-of-souls.jpg" alt="final-fantasy-i-ii-dawn-of-souls" width="383" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dizem que o original continha atributos para cada char que os tornavam mais desequilibrados ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é de praxe, as batalhas aleatórias se fazem presentes, e são um saco! Explorar uma dungeon e batalhar a cada 5 a 10 segundos pode até fazer o jogador se perder. Isso faz com que o jogador ande mais na dungeon e, adivinhem, gere mais batalhas aleatórias. Pelo menos a complexidade dos labirintos não são no nível de Zelda.</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu também já mencionei no post sobre os RPGs, este game possui quests quase impossíveis de resolver. Eu tive que usar guias de jogo em umas 4 situações. Este jogo remete aos tempos da década de 80 em sua melhor (pior) forma. Quem já jogou games de Nes sabe que certas coisas são totalmente  enigmáticas e feitas para serem descobertas somente com o uso de um guia oficial.</p>
<p style="text-align: justify;">O enredo é praticamente inexistente. Os personagens não possuem participação no enredo. Isso deve ser consequência da liberdade de escolher a classe para se jogar. Uma das quests mais marcantes é justamente a primeira, onde devemos resgatar a princesa do reino de Cornelia. Ela foi raptada por um misterioso cavaleiro chamado Garland, que era antes um leal cavaleiro do reino. Depois Garland se revela o vilão do jogo, mas só o vemos novamente no final.</p>
<p style="text-align: justify;">Os heróis genéricos podem ser percebidos em sua genericidade (existe?) no game Final Fantasy Dissidia. Nele, cada protagonista e antagonista de cada FF, do I até o XII, são personagens selecionáveis. O personagem que representa o protagonista de FFI é chamado simplesmente de Warrior of Light.</p>
<p style="text-align: justify;">Jogar o primeiro game de uma série tem seu valor para quem se interessa por jogos de maneira geral. em FFI ainda não existiam moogles, chocobos, Cid. Mas já existiam Airships. Como em vários jogos da série, ships e airships são os principais meios de transporte.</p>
<p style="text-align: justify;">No geral, Final Fantasy I é um game interessante, mas só consegui terminar sem ter um infarto porque o emulador conta com a tecla de Speed Up, que é ideal nas dungeons e suas batalhas intermináveis.</p>
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		<title>Meu Dilema Com RPGs, Parte 2</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/meu-dilema-com-rpgs-parte-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 15:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Breath of Fire III]]></category>
		<category><![CDATA[Dilema com RPGs]]></category>
		<category><![CDATA[FFI]]></category>
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		<category><![CDATA[Wild Arms]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffi.jpg"><img class="size-full wp-image-1255 alignnone" title="ffi" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffi.jpg" alt="ffi" width="400" height="275" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Continuando meu texto&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">No post anterior eu falei que uma onda de nostalgia me fez dar mais uma chance aos RPGs clássicos. Alguns deles eu comecei a jogar, mas por falta de paciência eu parei. Parei geralmente por não conseguir avançar.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns RPGs que eu terminei trazem boas lembranças, como é o caso do próprio Final Fantasy V, mas também Chrono Trigger, Super Mario RPG e Wild Arms.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros eu cheguei até a metade e desisti. Às vezes penso se vale a pena tentar terminá-los. Pelo menos tiraria um peso da minha consciência. Nós gamers sabemos o quanto um jogo não terminado nos atormenta. Alguns RPGs que não fui até o final são: Final Fantasy I, IV, VI e Breath of Fire III.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu já comecei a jogar Final Fantasy I umas três vezes até hoje. Uma vez na versão do Nintendo. Outra no remake do PS1 e a última na versão do GBA.</p>
<p style="text-align: justify;">Como esse Final Fantasy é o primeiro da série, tenho muita vontade de terminá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi exatamente este o jogo que voltei a jogar.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Desta vez, escolhi novamente a versão do GBA. Acredito que seja a mais interessante de todas. E via emulador.</p>
<p style="text-align: justify;">Decidi que se não conseguisse avançar procuraria ajuda em guias de jogo na Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo no início, o jogo é bem divertido. Ele não é tão linear quanto os outros e você cria seu próprio time. Essas duas coisas me agradam. Uma coisa ruim em FFI é que praticamente não existem dicas para obter o item necessário no momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, você nunca sabe ao certo para onde deve seguir, e o que fazer com os items especiais que coletou. Para investigar, voce deve ir de cidade em cidade enquanto batalha exaustivamente. Jogando via emulador, a tecla mais utilizada acaba por ser o Speed Up.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de alguns horas jogando, percebi porque não queria mais saber de RPGs. É muito cansativo lutar a cada 5 ou 10 segundos. Principalmente quando você nem sabe o que deve fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto está andando pelo mapa, as batalhas aleatórias surgem com tanta frequência que é comum você esquecer da direção que estava caminhando. Isso só te faz andar mais pelo mapa e batalhar ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para traduzir melhor essa frustração tente ler o mesmo texto novamente, mas levemente ambientado no jogo:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Depois de alguns horas jo<em>[Batalha aleatória]</em>gando, percebi porque não quer<em>[Batalha aleatória]</em>ia mais sabe<em>[Batalha aleatória]</em>r de RPGs. É muito cansativo lutar a<em>[Batalha aleatória]</em> cada 5 ou 10 s<em>[Batalha aleatória]</em>egundos. Principalmente q<em>[Batalha aleatória]</em>uando você nem s<em>[Batalha aleatória]</em>abe o que deve fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquan<em>[Batalha aleatória]</em>to está andando pelo mapa,<em>[Batalha aleatória]</em> as batalh<em>[Batalha aleatória]</em>as aleatórias surge<em>[Batalha aleatória]</em>m com tanta frequência<em>[Batalha aleatória]</em> que é comum vo<em>[Batalha aleatória]</em>cê esque<em>[Batalha aleatória]</em>cer da direção que <em>[Batalha aleatória]</em>estava caminhando. Isso só te faz a<em>[Batalha aleatória]</em>ndar mais pelo mapa e batalhar aind<em>[Batalha aleatória]</em>a mais.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Ufa! Mas o jogo não é de todo ruim. Explorar o mapa e conseguir avançar é gratificante. Só é chato cosneguir algo que você acabou de ler num guia. Porém, mais chato ainda é simplesmente ficar andando em círculos porque você não sabe que, para obter outro item especial, deve conversar com o sétimo mago novamente numa cidade depois de passar por uma dungeon. E sem nenhuma dica de que isso é necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Logicamente, devo dar um desconto porque se trata de um jogo da década de 80, e de um jogo que marca o início de uma franquia. Os demais FF certamente são melhores. O problema é que tenho esta mania de querer ver as coisas em ordem cronológica. Sinto-me sempre na obrigação seguir a ordem de publicação de produtos de entretenimento. Até nas coisas que eu estudo sou assim. Por exemplo, para estudar história, tenho sempre que começar pela antiguidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ver se ao terminar (questão de honra!) FFI eu parto para os próximos e me divirto mais. Final Fantasy IV eu cheguei até o chefe final mas nunca consegui vencê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Questão de honra! Uma dia chego lá. Pelo menos até o FFVI eu pretendo jogar. Os novos não me impressionaram. E quem sabe, jogo também Wild Arms 1, 2 e 3.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Breath of Fire III eu achei podre mesmo.</p>
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		<title>Meu Dilema com RPGs, Parte 1</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 22:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Dilema com RPGs]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy V]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/10/final-fantasy-v-snes-cover-front-jp.jpg"><img class="size-full wp-image-1242  aligncenter" title="final-fantasy-v-snes-cover-front-jp" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/10/final-fantasy-v-snes-cover-front-jp.jpg" alt="final-fantasy-v-snes-cover-front-jp" width="300" height="165" /></a><br />
<em>Bonecos em SD é o que há</em></p>
<p style="text-align: justify;">Já escrevi em vários textos que não gosto muito de RPGs japoneses (muito menos os americanos). Não que eu seja um cara chato e sem coração. Mas hoje em dia eu não tenho tanto tempo e paciência para ficar combatento coelhinhos em troca de stats.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, é uma pena, mas as batalhas estragam esses games. Deveria ser o inverso. As batalhas deveriam ser o cerne dos RPGs. Não só em quantidade, mas em diversão e profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, os RPGs japoneses possuem um charme muito grande. E eu já joguei, e terminei, alguns deles. Sempre que lembro deles, inevitavelmente vem um sentimento de nostalgia. Esses games conseguem marcar o jogador pela competência na trilha sonora, história e personagens bem desenvolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que estou falando isso? Bem, não me lembro exatamente, mas há alguns dias me bateu a curiosidade de jogar só um pouco o Final Fantasy V para GBA (via emulador mesmo). Final Fantasy V foi o primeiro Final Fantasy que tive contato. Contato que só foi possível quando tive um computador com internet para baixar ROMs e emuladores. Mais precisamente, foi a ROM do Snes traduzida para inglês. Aliás, esta foi a primeira tradução de uma ROM feita por fãs.</p>
<p style="text-align: justify;">Por causa das minhas boas lembranças deste game, fui lá dar uma olhadinha em FFV para GBA. Queria ver este remake pela curiosidade de como tinha ficado.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa que a gente percebe é que o audio do GBA não consegue reproduzir músicas com uma clareza tão grande quanto o Snes.Em compensação, os gráficos estão levemente melhores.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo as cenas de início, onde já aparecem cristais, reis e princesas, e então entro no jogo. Após alguns eventos iniciais, uma música me traz algumas outras lembranças do game. A nostalgia é inevitável.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, fiquei com muita vontade de jogar novamente Final Fantasy V, o primeiro RPG que joguei pra valer e terminei. Curiosamente, o FF menos conhecido no ocidente.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo dia, ainda com aquela música levemente melancólica ecoando na minha cabeça, decidi dar mais uma chance aos RPGs. Jogarei esporadicamente alguns deles, geralmente priorizando os mais antigos, e possivelmente escrevei extensamente sobre isso ao longo do tempo. Na verdade, já comecei a jogar um RPG. Continuo o texto no próximo post.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>PS. Muita gente diz cada vez mais que SD significa &#8220;Super Deformed&#8221;. Soa estranho. A primeira vez que vi uma revista tratar da sigla, o significado dado foi &#8220;Small Dimension&#8221;. E agora? Abro a polêmica&#8230;</em></p>
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