

Quando se fala no mercado brasileiro de games, fala-se também na indústria de desenvolvimento de games no Brasil. Mas precisamos mesmo desenvolver? (A CubaGames diz que sim).
Fim.
Bom, como tenho que escrever mais, então vamos lá:
É comum ver nas revistas de games a atenção exagerada ao desenvolvimento nacional de games. Eles fazem isso por um certo patriotismo. Mas considero irrelevante um país sem tradição no mercado ser incentivado a desenvolver. Primeiro, temos que resolver o problema de tornar os games mais acessíveis para depois resolvermos o problema de criar uma indústria sólida de desenvolvimento.
Não é engraçado ver o governo financiando o desenvolvimento de games como a BR Games e no outro lado taxando os jogos absurdamente por categorizá-los como jogos de azar?
O brasileiro “consome” muita Internet para fins de lazer e empresas como a CubaGames podem surgir e prosperar neste mercado de games casuais. Não duvido que logo também teremos vários jogos nacionais na Live ou PSN.
Existe um certo romantismo no desenvolvimento indie. E como ainda não temos um grande know-how para games de primeira linha, ficaremos por enquanto com os games casuais mesmo.
Mas acreditem, não estou preocupado em jogar algo do nível de Halo desenvolvido por aqui. Estou preocupado mesmo é em poder comprar aqui os games produzidos lá fora. E nem a Ubisoft desenvolvendo em São Paulo vai resolver o problema dos preços altos.
Categorias: Reflexões | 4 Comments »
Curto e grosso, Porém, 100% correto.
hehehe
Ótima interpretação. Como o Rodrigo disse, foi bem direto. =D
Fiquei sabendo que o Zeebo (TecToy) chegará ao mercado brasileiro com um certo número de jogos nacionais.
Quem quiser, já pode começar a programar:
http://zeebo.forumbrasil.net/sdk-deselvolvimento-zeebo-f1/sdk-software-developer-kit-zeebo-tectoy-manual-t98.htm
E aqui já tem algumas sugestões:
http://zeebo.forumbrasil.net/sdk-deselvolvimento-zeebo-f1/minhas-sugestoes-para-alavancar-as-vendas-do-zeebo-com-jogos-exclusivos-nacionais-t170.htm
Já é um começo pro mercado brasileiro de games, não?
Esqueci de dizer: também concordo com o Fernando.