
Eu havia escrito antes sobre Spore e estava bastante empolgado com relação ao seu modelo de evolução, que ia contra a tendência dos jogos ao tratarem do inÃcio da vida segundo as mitologias vigentes (ou mesmo as não vigentes).
Spore mostrou-se incrivelmente inovador e grandioso. Porém, sua precisão cientÃfica na evolução não foi das melhores. Em Spore, você pode criar um elefante a partir de um pássaro em apenas uma geração. A herança genética faz-se notar apenas na dieta (carnÃvoro, herbÃvoro ou onÃvoro). Esta caracterÃstica de alteração extrema da espécie não deveria ser realista mesmo, para facilitar a jogabilidade.
Em compensação, como muitos apontaram, o modelo dos sistemas planetários e da galáxia é nota 10! É possÃvel notar os cometas apontando suas caudas contra o sol, como se fossem uma sombra. Independente da direção que eles deslocam.
Pelo senso comum muitos pensam que a cauda dos cometas se projetam na direção contrária ao seu deslocamento.
Os modelos em geral são muito fáceis de moldar. Existem boatos de já terem  reproduzido o Homer Simpson a partir de uma criatura ou naves de Star Trek ou Star Wars na modelagem da nave.
O estágio espacial era o menos comentado no inÃcio, mas tornou-se o mais empolgante, em minha opinião.
No próximo post comentarei mais.
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Pois bem, joguei muito ele no inÃcio, e achei bobo o fato de ter algumas restrições evolucionárias e outras que seriam muito melhores não tem.
Por exemplo, iniciei sendo carnÃvoro e quando pude ter uma grana para pegar umas frutas, não deu, deixei meu carinha morrer de fome para ver se ele se adaptava, mas nada.
Então tudo bem, mas aprender a voar de uma hora pra outra foi dose.
Ainda prefiro jogar o EVO do snes, muito mais completo.
E no mais, odiei a parte da galáxia, achei muito chato, pois de uma hora para outra o jogo muda completamente e perde toda aquela idéia do inÃcio.
Foi uma grande decepção pra mim.