
A partir de hoje, gostaria de discutir sobre os motivos que atraem os jogadores a gostarem desse ou daquele jogo. Espero lançar um post por semana sobre essa série (ainda não sei quantas partes ela terá, mas já estão previstas as três primeiras).
Nessa primeira parte vou falar sobre os rankings, um dos grandes motivos que leva os jogadores ao extremo nas disputas.
Juntamente quando a mania de jogos online começou, também começaram os rankings, uma palavra está junto com a outra, elas sempre estarão de mão dadas. Onde tem uma comunidade de jogadores, existirá um ranking e onde tem um ranking existe gente “degladiando-se” para ficar no topo. No mundo, existem vários tipos de rankings, nos jogos onde você participa sozinho, entrando no ranking pela quantidade de pontos ou pela velocidade que desenvolve o segredo do game (como no caso do Palavra Secreta e o Jogo da Memória). Um bom exemplo é o jogo que o Novo-Mundo apresentou, onde tinha que fazer um bonequinho palito todo desengonçado desviar de cacos de vidro que caem do céu, cada caco desviado ganha-se mais um ponto. Até ai tudo bem, um jogo nada mais que legal, para ficar uns 10 minutos e nunca mais abrir. Mas daí o Rafael criou um ranking para colocar os melhores pontuadores do game e então começou a “quebradeira” para ver quem ficava no topo, eu fiquei lá por um tempo mas logo fui atropelado pelos outros jogadores.
Um outro exemplo pertinente é o jogo Americas Army. Um jogo de primeira pessoa que simula ações do exército americano (sim o jogo é financiado pelo Bush, mas é bacana). O mais curioso é que “sempre” você é do bem americano e os oponentes são do mal russos, coreanos, iraquianos, etc e para seus oponentes o “russo, iraquiano, whatever” é você. Sempre existe um time atacante e outro defendendo. Cada mapa (fase) tem um objetivo específico (o time atacante tem que fazer algo. Ex: desativar a bomba, etc). Foi criado um ranking para os melhores jogadores: o tracker (profile do meu amigo Leonardo, ultra viciado neste jogo jogador ativo no AA) que detêm muitas informações dobre o jogador: horas gastas nas fases, número de pessoas de matou, número de mortes, etc.
Não só no mundo do videogame que os rankings fazem parte. Um belo exemplo disso é a própria blogosfera que fica fazendo rankings e rankings para ver quem é “mais legal” na internet, outro exemplo (que considero o melhor ranking de todos) é o rankings dos tenistas profissionais, eles “literalmente” se matam para subir algumas posições no ranking (também a grana é boa) e quando conseguem subir alguns degraus tem certas regalias nas competições seguintes, pegando chaves mais fáceis ou entrando em uma etapa mais adiante como cabeça de chave.

Se o jogo que você está pensando em criar tem um “dedinho na internet”, crie um ranking, assim a disputa aumenta (e muito) entre os jogadores, eles querem ter seus nomes aparecendo no “Top 10, Top 100, Top 1000, whatever”. Eu iria querer muito isso, apenas para mostrar que “eu sou f… bagarai nesse jogo e é para vocês treinarem bastante se quiserem chegar no meu nível
“.
Categorias: Desenvolvimento | 3 Comments »
O link do meu tracker não tá pegando ali e eu não sou ultra viciado no jogo…
Realmente o AA foi o pioneiro no assunto “tracker” hoje em dias temos tracker de quase todos os jogos online em especial os FPS
[...] terceira parte desta série (confira a parte 1 e a parte 2) irá tratar to termo dificuldade em jogos, por que alguns jogos afastam jogadores por [...]
[...] seu jogo, dê suporte ao usuário montar seu clã/time para existirem comunidades, amigos, rivais (lembrando sempre dos rankings), o jogo cresce automaticamente, quem gostar do seu jogo vai falar bem e assim mais e mais gente [...]