
Errado. Mais importante que você deixar um cartão com seu coleguinha, é ter conhecimento da necessidade de seu (possível) cliente. A Exposystems foi um grande exemplo disso:
- Boa tarde, meu nome é Romulo, prazer.
- Prazer Romulo, me chamo Fulano. Mas o que a CubaGames faz?
- A CubaGames desenvolve jogos … blá blá blá blá blá blá blá blá … blá blá blá blá blá blá blá blá … Advergames … blá blá blá blá blá blá blá … Mídia diferenciada … blá blá blá blá blá blá blá … Permanência dos usuários no seu site.
Eu sei muito bem como é. Repeti essa fala algumas centenas de vezes em São Paulo. Mas a mais importante de todas as coisas que eu dizia era: “e você Fulano, trabalha com o quê?” Eu deixava a outra pessoa falar dela, do que faz, deixa a pessoa mais a vontade e também dá uma margem de bolar alguma solução instantânea para o seu problema, assim como o Guilherme fez com o cara dos estandes.
Assim ao final de cada conversa eu entregava um cartão meu e “o mais importante”. Pegava um cartão dele (ou dela) e anotava no verso sobre o que conversamos durante aqueles minutos. Para futuramente entrar em contato já sabendo do que precisa.
Uma feira nunca acaba quando enrolamos os banner, guardamos os folders que sobraram e desmontamos os estandes, longe disso. Agora é a hora de fazer os (possíveis) negócios abertos nas conversas virarem realidade. E ter o cartão da pessoa anotadinho com o que conversou com ela é uma mão na roda. Também porque não são 1, ou 2, muito menos 10, são uma porrada de cartões. E lembrar de todo mundo não é moleza.
Saiba mais de seu cliente, se tem dúvidas pergunte, faça ele ser seu amigo para contar as coisas como elas realmente são. Para que na hora de agir, na hora de sua proposta você seja certeiro e feche negócio.

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