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	<title>CubaGames</title>
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	<description>Notícias sobre o mundo dos games, artigos sobre gamedev, reflexões, tutoriais, games e jogos online</description>
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		<title>5 Coisas de Skyrim que Poderiam Melhorar</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 15:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Fallout]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Skyrim]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estou jogando Skyrim há alguns meses. Eu poderia ter escrito um review mas o jogo é tão longo que ainda não terminei as quests maiores. Além disso, acho meio redundante escrever um review quando toda a Internet já fez isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Skyrim é um grande jogo, tanto no tamanho quanto na execução. Sem dúvida ficará por muito tempo na minha lista dos melhores jogos de todos os tempos. Como todo mundo só fala bem do jogo e morre de amores por ele, decidi ser um pouco contra o consenso e listei cinco coisas que me incomodam no jogo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; Quests sem Caminhos Alternativos</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_quest_marker.jpg"><img class="size-full wp-image-3209 aligncenter" title="skyrim_quest_marker" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_quest_marker.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>
</p>
<p style="text-align: justify;">Como um jogador complecionista, sempre vou preferir terminar uma quest a deixá-la em aberto. Meu objetivo em Skyrim é principamente zerar aquela maldita lista de quests no journal. O problema é que muitas das quests do jogo exigem ações moralmente questionáveis, que eu não teria vontade de fazer. E é aqui que reside o problema: você só pode completar a quest se cumprir exatamente aqueles passos propostos, por mais errados que eles possam parecer. Não estou nem falando das quests das guildas, mas de quests banais encontradas conversando com NPCs nas cidades. Já comi carne humana; Já roubei; Já sacrifiquei inocentes. Tudo isso para fechar a maldita quest. O pior é que isso leva ao segundo problema:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; Falta um Sistema Moral (Karma)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_murder.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3211" title="skyrim_murder" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_murder.jpg" alt="" width="299" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sei que vou parecer um chato jogador de Fallout, mas como fazer um RPG onde não há peso moral nas suas escolhas pessoais? Se mato um inocente ou roubo um objeto, basta pagar uma pequena fiança para não ser preso. Se cumpro uma quest sanguinária para algum deus aprisionado, ganho algum item mágico. Não há estímulo para fazer o bem ou o mal se não existem consequências para tal (rimou).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Followers Que Atrapalham</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_followers.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3212" title="skyrim_followers" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_followers.jpg" alt="" width="330" height="153" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que uma das coisas que mais me passa um senso de aventura nos games é montar um pequeno grupo de heróis. Sempre gostei de jogos onde é possível criar o líder e escolher ou interagir com os demais membros. Para mim, os melhores jogos neste aspecto são os RPGs Táticos. Em Skyrim, até é possível montar uma pequena equipe de dois personagens (incluindo você), mas o follower é muito burro e ousado, morrendo várias vezes. O jogo não dá comandos amigáveis para que o seguidor recue, dê cobertura ou busque abrigo. Pelo menos existem mods que aumentam o limite de followers e os tornam imortais, facilitando um pouco o gerenciamento dos lemmings.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Alimentos Quase Inúteis</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_cabbage.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3213" title="skyrim_cabbage" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_cabbage.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do mundo do jogo, é possível encontrar os mais diversos alimentos, naturais, cozidos, assados, preparados, doces, salgados, nutritivos, proteicos, calóricos, crus, temperados e etc. Aí você pensa que isso dará todo o tipo de vantagens e opções legais de micro-gerenciamento. Mas no máximo os alimentos darão algum HP ou Stamina. Os melhores alimentos são muito menos potentes que uma poção média. E ainda são relativamente pesados por não darem tanta vantagem assim. Muitos alimentos básicos são quase um peso morto no inventário, estimulando o jogador a preparar cozidos para potencializar os efeitos desses alimentos. Parece estimulante, mas não é porque não há nada além de 5 ou 10 míseros HPs num elaborado prato de sopa. Para quem tem 300 HP, isso não é nada. Acho que faltou um modo Hardcore, no estilo do Fallout New Vegas. Os mods que adicionam efeitos extras nos alimentos ainda são poucos atrativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; Modo Terceira Pessoa Bonito, Mas Ainda Inútil</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_third_person.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3214" title="skyrim_third_person" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_third_person.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das animações em terceira pessoa terem melhorado muito (movimentos diagonais agora existem), o combate ainda é atrapalhado. A explicação disso é relativamente simples. A mecânica de combate foi feita para funcionar em primeira pessoa. O jogador precisa girar o personagem manualmente. Num típico game de ação em terceira pessoa, o combate possui mecanismos de alinhamento automático, controle preciso do eixo ou trava da mira, popularizados por Zelda, Resident Evil, GoW (Gears e God). Isso não existe em Skyrim, o que torna a movimentação do personagem meio confusa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bonus &#8211; PRA QUÊ VAMPIRISMO!!????!!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_vampire.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3215" title="skyrim_vampire" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/skyrim_vampire.jpg" alt="" width="207" height="155" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/edward.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3216" title="edward" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/05/edward.jpg" alt="" width="177" height="156" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O pior é que no site <a href="http://www.skyrimnexus.com/">skyrimnexus</a>, 1 em cada 10 mods de gameplay é alguma melhoria do vampirismo! Já dizia Sócrates, há uns 2500 anos, &#8220;essa juventude está perdida!&#8221;.</p>
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		<title>CG de Intro do Star Fox Feita por Fã</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 02:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Star Fox]]></category>
		<category><![CDATA[Super Nintendo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Essa eu não podia deixar passar. Star Fox do Snes foi meu jogo preferido na infância e até hoje guardo um carinho muito grande pela série. Sempre gostei de temas espaciais e ação nos videogames e Star Fox preencheu perfeitamente esta lacuna. Navegando por aí, encontrei um vídeo de um fã mostrando a abertura e algumas fases do jogo simulando o que poderia ser um remake em HD do game. Confiram:</p>
<p><iframe width="460" height="260" src="http://www.youtube.com/embed/4XAJEDJJ_Bo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></description>
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		<title>Criador de Diablo III Fala Sobre Inovação vs. Execução</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 21:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Diablo III]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><iframe width="450" height="250" src="http://www.youtube.com/embed/Nrli-by8oOU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="http://www.gamespot.com/diablo-iii/videos/perfectly-executed-diablo-iii-interview-with-jay-wilson-6374413/">http://www.gamespot.com/diablo-iii/videos/perfectly-executed-diablo-iii-interview-with-jay-wilson-6374413/</a></p>
<p>Após muitas críticas de que Diablo III não terá mecânicas inovadoras, o criador do jogo sai em defesa da série e explica que um jogo mais bem executado é mais divertido que um jogo inovador e mal executado.</p>
<p>Apesar de eu concordar com ele, o que me incomoda em Diablo III não é a falta de inovação, mas a falta de ousadia em adotar coisas que são legais e estão por aí há muitos anos.</p>
<p>Já disse aqui antes, mas fica claro que os desenvolvedores do jogo perderam mais tempo criando inimigos intrigantes do que opções de criação de personagens intrigantes. Os inimigos tem várias animações de morte diferentes, mas no meio do hack e do slash, você mal notará isso. Já a impossibilidade de customizar o estilo de luta, o visual e a classe de seus chars vai ser sentido ao longo de toda a vida útil do jogo.</p>
<p>Ainda espero pelo game e com certeza comprarei uma cópia, porque apesar de não ser fã (que é uma palavra forte mas usada de forma banal), eu gosto da série. Espero também estar errado em muitas das minhas críticas. Mas num jogo onde as principais metas é criar personagens e encontrar bons equipamentos, limitar a customização visual e &#8220;marcial&#8221; do char e impedir a livre troca de itens entre eles parece um retrocesso.</p>
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		<title>Segundo meu amigo, jogo bom é da Ubisoft</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 14:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Assassin's Creed]]></category>
		<category><![CDATA[H.A.W.X]]></category>
		<category><![CDATA[Ubisoft]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ubisoft.jpg"><img class="size-full wp-image-3187 aligncenter" title="ubisoft" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ubisoft.jpg" alt="" width="244" height="207" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa que notamos nesses últimos anos é o quanto algumas publishers se esforçaram para aumentar seus portfólios de games. A Ubisoft naturalmente é uma delas, com vários títulos de sucesso nesta última geração, e além de trilogias novas e trilogias de spin-offs (Assasin&#8217;s Creed 2 tem duas continuações).</p>
<p style="text-align: justify;">Investir em algumas séries bem sucedidas ajuda a reforçar a marca. Enquanto a EA se perdeu em meio a tantos games medíocres, a Ubisoft mantém um bom nível de qualidade a ponto deste meu amigo gostar da empresa e vê-la como sinônimo de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu particularmente acho que a Ubisoft poderia ter feito um H.A.W.X melhor, mas ainda assim&#8230; quem se importa.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, que texto mais sem sentido, esse.</p>
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		<title>Porque Prefiro Torchlight 2</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 02:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Diablo 3]]></category>
		<category><![CDATA[Torchlight 2]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/03/torchlight-2-logo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3178" title="torchlight-2-logo" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/03/torchlight-2-logo.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Até metade deste ano, Torchlight 2 e Diablo 3 terão sido lançados. Ambos são games de Action RPG hack &#8216;n&#8217; slash. Gostei muito das versões anteriores de ambos os games, e por causa deles eu passei a gostar mais deste gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, devo admitir que mesmo o Diablo 3 sendo a grande estrela deste ano e estar sendo desenvolvido por muito mais tempo, estou mais empolgado com Torchlight 2. Por quê?</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando um pouco sobre o assunto, acho que Torchlight 2 vai me agradar mais por ser menos pretensioso. Sinceramente, estou ficando meio cansado da indústria e seus games AAA. Todos esses games que são continuações são feitos pensando no público hardcore que já é fã. Apesar de eu ser um jogador hardcore e fã de Diablo, tenho mente aberta. Quero que o jogo tome novos rumos e ganhe elementos novos na jogabilidade. O problema é que a massa de fãs não gostam de mudanças. Querem jogar o mesmo jogo novamente, só que com atualizações técnicas. Se você entrar num fórum qualquer e ver o que os fãs esperam de um novo Diablo, verá somente sugestões de novas armas, magias e chefes.</p>
<p style="text-align: justify;">Já TL2, por ser menos pretensioso e também  menos custoso,  talvez não tenha sido desenvolvido com tanta pressão assim. TL2 é um jogo feito para ser divertido e completo. Os desenvolvedores do game são jogadores e falam que estão desenvolvendo o jogo que eles gostariam de jogar. Por outro lado, Diablo 3 é feito para dar lucro acima de tudo, e totalmente focado nos jogadores hardcore. Na boa, a Blizzard parece estar mais preocupada com a maneira com que os inimigos vomitam em você do que com uma jogabilidade variada.</p>
<p style="text-align: justify;">O que eu gostaria de ver nesses jogos é mais micro-gerenciamento e talvez até toques de god game. Já pensou que legal se o jogador pudesse limpar áreas do mapa de inimigos para permitir colonização e rotas de comércio, melhorando a qualidade dos itens vendidos nas cidades? Ao invés disso, a Blizzard perde tempo criando centenas de animações de morte para cada inimigo, vermes explodindo da barriga e NPCs vomitando no jogador. Fico decepcionado com esta bitola que muito provavelmente é imposta por fãs hardcore.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que TL2 não trará tantas novidades assim, mas pelo menos o jogo parece divertir quem gosta de jogar e não liga para leaderboards.</p>
]]></description>
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		<title>Dificuldade Nem Sempre É Desafio</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 16:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Arcade]]></category>
		<category><![CDATA[Dificuldade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ghouls_ghosts.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3168" title="ghouls_ghosts" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ghouls_ghosts.jpg" alt="" width="265" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Você provavelmente já deve ter participado de alguma discussão ou pelo menos acompanhado na Internet alguém reclamando da falta de dificuldade dos games atuais. Isso está cada vez mais me irritando porque a alta dificuldade dos games antigos não era uma qualidade, mas um artifício para inflar a vida útil de um game curto.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, muitos dos jogos antigos ainda eram feitos com a mentalidade arcade. Eles tinham que ser difíceis porque pessoas compravam fichas para jogá-los. Demorou muito para que as empresas entendessem que consoles não usam fichas, para então incluir jogabilidade variada em seus games.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, muitos dos games antigos de PC de aventura eram relativamente simples de avançar. Alguns deles não tinham nem como perder (só &#8220;se perder&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">A verdadeira arte de fazer um game divertido é saber conciliar desafio e conquistas. Vencer um game difícil demais pode ser um evento grandioso, mas o processo todo NÃO É divertido. Jogar é muito mais do que vencer obstáculos. É também experimentar situações diversas e caminhos alternativos. É também experimentar as mesmas situações várias vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes fico pensando se essas pessoas que enaltecem a dificuldade dos games antigos realmente terminaram esses games todos.</p>
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		<title>Inteligência Artificial nos Games É Besteira</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 18:29:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[AI]]></category>
		<category><![CDATA[goldeneye]]></category>
		<category><![CDATA[I.A.]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Metal Gear Solid]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se existe algo que me incomoda é por que existe tanto ódio às implementações de IA nos games. Ao contrário do que o título sugere, não estou querendo dizer que não se deve usar inteligência artificial, mas que ela geralmente é muito superestimada. Vejo muita gente dizer que enquanto os gráficos estão melhorando a cada geração, a IA está estagnada.</p>
<p style="text-align: justify;">Teria a IA tanta importância assim nos games? Claro que a IA tem uma importância maior em games competitivos, onde o  jogador enfrenta um oponente, como nos jogos de luta ou partidas de FPS  com bots. Mas faz sentido num game onde enfrentamos uma horda com dezenas de inimigos exigir que haja uma IA complexa? Você quer enfrentar 50 inimigos tão inteligentes quanto você?</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião, um dos motivos da IA não ser tão avançada é justamente para permitir que o jogador se beneficie, já que o jogo foi feito para ser vencido pelo jogador, e não pelo inimigo controlado pela IA.</p>
<p style="text-align: justify;">Goldeneye, um dos FPS mais divertidos que já joguei, tinha uma IA bem simplória. Era muito fácil matar os inimigos quando o jogador estava no controle da situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu gostava muito dos combates de Goldeneye justamente pela &#8220;burrice&#8221; da IA, que dava ao jogador vantagens possíveis de ser exploradas das mais diversas maneiras. Era possível matar na surdina ou no melhor estilo Rambo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/02/goldeneye_soldado.jpg"><img class="size-full wp-image-3157 aligncenter" title="goldeneye_soldado" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/02/goldeneye_soldado.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com esta flexibilidade, muitos falavam que a IA era ruim e davam exemplos de games muito melhores neste aspecto. Mas alguém que terminou o game nos 3 níveis de dificuldade já testou o nível 4? Este nível destravável na verdade era um modo livre, onde é possível ajustar cada variável da IA antes de começar a fase. Nele é possível definir, entre outras coisas, o tempo de reação dos inimigos e a precisão da mira deles. Caso coloque tudo no máximo, fica impossível passar as fases. Isso é óbvio, pois cada fase possui inúmeros inimigos, enquanto somos apenas um, lembrando que na pele do 007 não podemos regenerar a vida e ainda temos munição limitada.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro game que tinha uma IA muito criticada era Metal Gear Solid. O que era controverso era o fato de ser visto por um guarda e o alarme ser acionado, para depois tudo voltar ao normal como se nada tivesse acontecido. Os guardas se esqueciam que acabaram de avistar um espião na base e continuavam suas vigílias rotineiras. &#8220;Isso é irreal!&#8221;, gritavam os fãs. Mas de boa, alguém gostaria de estar permanentemente fugindo dos inimigos ao acionar o alarme pela primeira vez? Acho até irônico num jogo onde homens com poderes psíquicos lêem seu memory card os fãs se incomodem com a burrice dos guardas por não ser &#8220;realista&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/02/metal_gear_box.jpg"><img class="size-full wp-image-3158 aligncenter" title="metal_gear_box" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/02/metal_gear_box.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para quem acha que a IA depende totalmente de processadores mais rápidos para evoluir, digo que os ajustes de IA no Goldeneye demonstram justamente o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa que derruba a tese de que é preciso mais hardware para melhorar a IA são os jogos de luta. Desde a época dos 16 bits nós temos muita dificuldade em terminar Street Fighter no nível máximo. E a implementação da IA no jogo é bastante simples, não passando de uma série de scripts com diferentes condições e reações customizadas para cada personagem controlado pelo computador. Por exemplo, para o Ryu, o script verifica se o jogador está longe para atirar um Hadouken, e caso pule e esteja perto, Shoryuken na fuça. Cada nível de dificuldade determina a chance de executar um passo do script. Nos níveis mais altos, quase todos os golpes são bloqueados, forçando o jogador a contra-atacar ou utilizar combos para vencer.</p>
<p style="text-align: justify;">O que mais impede uma boa IA nos games é muito mais a complexidade  técnica e teórica. É igual a modelagem de rostos de personagens, que  dependem muito mais de bons artistas munidos de boas ferramentas do que  de mais polígonos para serem convincentes. Talvez o que falta à IA nos  games é justamente boas ferramentas, ou talvez até mesmo middlewares,  que implementem coisas de maneira genérica. Temos engines de física, de  árvores, de gráficos, de rede, mas nunca ouvi falar de engines de IA.</p>
<p>Com isso, vou adiantando que o jogador que espera na próxima geração uma melhoria da IA vai ficar decepcionado. Melhorar os gráficos é fácil, pois basta substituir uma textura de 512&#215;512 por outra de 1024&#215;1024. Mas como melhorar a IA?</p>
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		<title>Qual o Melhor Console de Todos os Tempos?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que geram mais discussão entre a comunidade de jogadores desocupados é decidir qual o melhor console já feito até hoje. Um dos maiores problemas na hora de tomar esta decisão é a falta de critérios de avaliação claros para poder comparar os diferentes sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">No final das contas todo mundo acaba escolhendo seu console preferido, que marcou sua infância ou adolescência. Outro parâmetro ruim é simplesmente decidir pelo sucesso de vendas do aparelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando no assunto eu decidi fazer uma comparação a fim de eleger o melhor console. Para isso criei cinco critérios de avaliação para atribuir notas e assim comparar cada sistema de forma mais objetiva. Os critérios foram baseados principalmente na questão dos jogos, pois o aparelho em si não vale muita coisa, e sim o que podemos jogar nele. Porém, dois critérios consideram também a importância geral do aparelho de maneira atemporal.</p>
<p style="text-align: justify;">Os critérios são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[VAR] Variedade de jogos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O quão variado é o acervo de jogos para o sistema. Quanto mais títulos de gêneros e gostos diferentes, maior será a pontuação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[REL] Relevância dos jogos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui o que conta é a relevância dos principais jogos do sistema. A boa relação entre títulos bons, marcantes e revolucionários em uma quantidade razoável determina uma boa nota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] Qualidade técnica dos jogos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pontua bem o sistema que contém jogos que envelheceram bem. Quanto maior a quantidade de glitches e dificuldade de jogar os games, menor a nota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[HARD] Qualidade do hardware e periféricos/facilidade de desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O qual durável o console e seus controllers foram, quão avançado para a época ele era e o quão simples era desenvolver para ele determina parte do sucesso do aparelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[INO] Inovação/revolução/relevância do sistema para a indústria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se console trouxe ideias revolucionárias e ajudou a estabelecer novos padrões para a indústria, receberá uma boa nota neste quesito.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada critério recebe nota 0/1/2, que representa o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>0</strong> &#8211; nada/pouquíssimo/ruim<br />
<strong>1</strong> &#8211; parcial/regular/adequado<br />
<strong>2</strong> &#8211; superior/importante/numeroso</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de somente 3 pontos na nota reduz sua subjetividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer a comparação, elegi 12 consoles que considero relevantes e que teriam chances reais de vencer a competição. Não escolhi consoles da última geração porque ela ainda não acabou. Não escolhi consoles muito de nicho ou que claramente perderiam para seus concorrentes. Não estou considerando também quaisquer recursos de retrocompatibilidade e emulação a fim de tornar a comparação mais justa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cada avaliação farei um breve comentário justificando minha nota. No final o console recebe uma nota total, que pode atingir no máximo 10 pontos. Todos os critérios possuem o mesmo peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos às avaliações:</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Atari 2600</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/atari2600.jpg"><img class="size-full wp-image-3105 aligncenter" title="atari2600" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/atari2600.jpg" alt="" width="240" height="138" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A variedade de games era razoável. Após alguns títulos de sucesso, todo mundo começou a copiar a fórmula, que inundou o console de shooters e rebatedores de bolinhas. Ainda assim o console tinha títulos de esporte que parecem esporte, e shooters espaciais que passavam a sensação de estar do espaço.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O console teve uma grande quantidade de títulos medíocres, mas isso não desmerece os grandes títulos que tornaram o console um ícone, principalmente os da Actvision.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos grandes títulos terem uma qualidade técnica primorosa, os jogos ruins que são maioria arrastam a estatística para baixo. Ainda assim é possível jogar os jogos do Atari hoje sem sentir um asco. Na verdade muitos jogos são bastante agradáveis, com sons simples e gráficos psicodélicos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [HARD] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O aparelho é durável mas os joysticks quebram com facilidade. Desenvolver no console requer técnicas ninja para driblar as limitações técnicas. Para se ter uma ideia, o Atari 2600 foi feito inicialmente para rodar variações de Pong e Tank. Todos os jogos que fogem deste padrão usaram os recursos do console de maneira engenhosa, diferente do padrão.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Atari 2600 foi extremamente importante para firmar a indústria de consoles com o hardware e software vendidos separadamente. Foi também nele que a primeira Third Party surgiu, a Actvision.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________<br />
</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Nes</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3106" title="nes" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nes.jpg" alt="" width="208" height="149" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Nes possui uma vasta biblioteca de games que realmente representavam aquilo que almejavam. Os jogos de rebater bolinha ou os shooters abstratos deram lugar a enredos primitivos mas interessantes, jogabilidade variada e temas diversos. Jogos de navinha coexistiam com simuladores primitivos. Jogos de corrida tinham pistas reais. Jogos de aventura tinham personagens humanoides reconhecíveis.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">As principais franquias da games atuais começaram ou passaram pelo Nes. Muitos destes games são referências tanto nos controles simples e funcionais quanto nas trilhas sonoras inesquecíveis, como Mega Man, Mario Bros. e Castlevania. O Nes ainda tinha várias adaptações dos arcades famosos da época, como Pac-Man, Galaga e Donkey Kong com mecânicas inalteradas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos poucos títulos de sucesso terem envelhecido bem, muitos outros jogos medianos são quase impossíveis de ser jogados. Muitas mecânicas novas tinham boa intenção mas eram mal executadas. Os controles dos personagens raramente eram precisos. Os gráficos tinham tantos glitches que nem os nostálgicos sentem saudades (peraí, tem louco que gosta disso).<br />
<strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O hardware é bastante resistente e durável. O console era relativamente fácil de codificar e o Nintendo tinha um bom controle de qualidade não tão restritivo para os games. Ainda assim considero o console menos poderoso do que deveria ser. O console não suportava muitos sprites alinhados e não tinha uma boa paleta de cores. Os cartuchos tinham uma memória limitada e quando começaram a aumentar a capacidade, os desenvolvedores tinham que incluir chips especiais no cartucho para que o console conseguisse ler a memória ROM extra, pois até a capacidade de leitura dos dados era limitada por hardware.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Nes teve um papel similar ao Atari 2600, trazendo de volta o segmento dos consoles domésticos, mas desta vez com algum controle da Nintendo para que não houvesse uma avalanche de games ruins e baratos que destruísse o mercado. O controle com direcional em cruz e os botões frontais são um padrão até hoje. Além disso, os cartuchos poderiam trazer chips de RAM alimentados com bateria interna que salvava o progresso dos games, reduzindo a importância dos passwords e simplificando a jogatina, abrindo a possibilidade de criar games de aventura realmente longos e profundos, como os RPGs.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Master System</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/master_system.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3107" title="master_system" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/master_system.jpg" alt="" width="254" height="139" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Master System, ao contrário do Nes, teve uma vida curta. Muitos dos jogos lançados no Master são &#8220;demakes&#8221; das versões arcade ou do Mega Drive, o que impediu o console de ter uma grande variedade de títulos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Master System foi lar de uma grande quantidade de games de qualidade e sucesso, mas muitos dos games bons dele são de alguma forma títulos menos relevantes nos dias atuais. Outros games bons apareceram primeiro nos arcades ou são spin-offs de séries do irmão mais novo de 16 bits. Por causa disso eu tiro 1 ponto de relevância.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do Nes, o Master já era levemente poderoso a ponto de fazer games 2D com alguma competência. O áudio é de qualidade para os padrões da época e os games tinham um grande esmero. Boa parte disso é que a maioria dos títulos relevantes eram da própria Sega. Digo que seus games envelheceram bem.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Tanto o hardware quanto os periféricos eram bons e o console não era uma caixa de pandora para programar. Ports de qualidade eram feitos em pouco tempo e os cartuchos dificilmente precisavam suprir alguma deficiência de hardware na forma de chips especiais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por ter chegado tarde na era 8 bits e ter um acervo baseado em séries já existentes, o console não foi muito bem recebido mundialmente. Boa parte de seus games eram compatíveis com o Game Gear, que lhe tirava ainda mais importância. Pistolas de luz e controller retangular também já não eram novidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Game Boy/Color</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/game_boy.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3108" title="game_boy" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/game_boy.jpg" alt="" width="150" height="170" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">No início o Game Boy recebia muitos ports de games de Nes, o que lhe deu uma vasta biblioteca logo nos primeiros anos de vida. Após a explosão de vendas com Pokemon, o console passou a receber ports e demakes de grandes títulos da época para a versão Color, como Turok, Micro Machines, Top Gear e Air Force Delta. Contando com a versão Color, o Game Boy teve 12 anos de vida, recebendo jogos atrás de jogos ininterruptamente.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitos games do Game Boy marcaram época e foram grandes fenômenos de vendas, como Tetris, Mario Land, Zelda: Link&#8217;s Awakening e Pokemon. Diferente do Nomad ou Game Gear que só tinham o apelo de serem portáteis, o Game Boy tinha títulos únicos que realmente impulsionavam a venda do aparelho.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os jogos de Game Boy eram inferiores tecnicamente aos concorrentes portáteis. Isso sempre pesou contra a fama do aparelho. Apesar disso, a versão Color conta com games modernos e interessantes até hoje.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Haters gonna hate, mas tirei 1 ponto pelo fato de ser monocromático até 1998.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O que seriam dos portáteis sem este pequeno monstro que economiza nas pilhas e nos gráficos para proporcionar aquilo que foi seu chamariz: a mobilidade (se bem que temos aquele tijolão antes dos modelos Pocket&#8230;).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Mega Drive</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mega_drive1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3127" title="mega_drive" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mega_drive1.jpg" alt="" width="205" height="153" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A Sega tem uma incrível capacidade de fazer jogos dos mais variados estilos e mantendo alguma qualidade. O Mega Drive não teve a sorte do Super Nintendo de ter tanto apoio de third parties, mas cada gênero que estivesse em baixa, a Sega preenchia com algum título competente, de luta até plataforma.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Dando um desconto danado para todas as coletâneas que a Sega lança, o Mega Drive foi o lar de grandes clássicos como Streets of Rage, Sonic The Hedgehog (o &#8220;herético&#8221;), Vectorman, e de ports de títulos arcade da Sega. Mas tiro um ponto por grande parte dos jogos serem parecidos, com uma estrutura muito arcade. Outro problema é que a Sega tinha o hábito de lançar games similares aos da Nintendo sempre para dar uma &#8220;resposta&#8221;. Sonic é a resposta ao Mario. Vectorman é uma resposta ao Donkey Kong. Virtua Racing é uma resposta ao Star Fox/Stunt Race FX. Beyond Oasis é uma resposta à Zelda. De coisa inovadora, só nos arcades, com demakes para o console.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de algumas limitações básicas do console, os jogos eram rápidos e tinham bons controles. Até hoje são agradáveis de jogar e o audio em baixa qualidade tem seu charme.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Acho que ter duas variações principais do controller não ajuda muito. Jogar games de luta com o controller de 3 botões era horrível. O de 6 botões melhorava. O layout com 3 botões enfileirados dificultava pressionar mais de um botão ao mesmo tempo. O direcional não era tão fácil de pressionar também. Lembro que tinha muita dificuldade de jogar Street Fighter e fazer comandos com ele. O aparelho em si era muito bom, mas pecava pelo áudio em baixa qualidade e um paleta de cores um pouco menor. Em compensação o processador era muito rápido.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Assim como o Super Nes é um Nes mais &#8220;Super&#8221;, o Mega Drive não passa de um Master System turbinado. Nada de revoluções aqui.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Super Nes</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/super_nes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3110" title="super_nes" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/super_nes.jpg" alt="" width="183" height="146" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Jogos para todos os gostos. O Super Nes foi o upgrade do Nes, mantendo o que o seu antecessor sempre fez bem: oferecer muitos títulos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Grandes séries surgiram ou se estabelesceram no Snes. Ports competentes de arcade fizeram muitos comprar o aparelho para ter os arcades em casa. O gênero jRPG explodiu no sistema e até hoje são eleitos os melhores de todos os tempos. Os grandes títulos da Nintendo para ele figuram entre muitos Top 10 por aí.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A grande maioria dos jogos envelheceram bem, com uma boa direção de arte e controles precisos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Além de ser simples de desenvolver games para ele, o Snes tinha alguns efeitos gráficos extras que faziam toda a diferença na hora de projetar games. F-Zero foi um salto para os games de corrida por ter pistas em 3D real. O aparelho e o controller são bastante resistentes e fáceis de ligar. O design é minimalista com dimensões modestas (muitos concorrentes faziam questão de parecerem discos voadores).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Todas as qualidades acima vieram com um preço. O console 16 bits da Nintendo não trouxe nenhuma inovação para a indústria de games. Os controllers são totalmente inspirados no laytout da geração anterior, o que é ótimo. Tivemos o acrécimo dos botões L e R acima do controller que veio a se tornar um padrão. Mas isso não é revolucionário o suficiente para ganhar 1 ponto.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>PS1</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3111" title="ps1" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps1.jpg" alt="" width="189" height="162" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Playstation teve como mérito uma maior flexibilização política da Sony para lançar jogos. O console ganhou muitos títulos adultos e quebrou a hegemonia dos jogos de mascote. Ao mesmo tempo em que o console ganhava títulos inovadores em 3D, muitos jogos de mecânicas mais tradicionais em 2D eram lançados também.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de muitos títulos de baixa qualidade terem aparecido no início, muitas séries antigas renasceram com força, como Metal Gear, Final Fantasy e Castlevania. Títulos exclusivos eram feitos aos montes e para todos os gostos, desde os musicais até corrida.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por ser um console da primeira geração dos consoles de CD e gráficos em 3D, o Playstation, assim como seus concorrentes,  não era capaz de ler o conteúdo do disco numa velocidade satisfatória. Os gráficos eram cheios de artefatos e o frame rate geralmente era mais baixo que o mínimo tolerável. Hoje são poucos os jogos que envelheceram bem. Até o Gran Turismo que pode ser considerado um dos melhores jogos em 3D do console tem um frame rate que não consigo mais tolerar.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O console era frágil comparado com o 3DO e o Saturn. O direcional em cruz sem o centro (com botões que simulam independência entre eles) não facilita muito o manuseio. O analógico do Dual Shock não era tão preciso. O console não tinha memória RAM em quantidade razoável para permitir boas conversões dos arcades 2D pelo fato da Sony querer investir somente no 3D. Ainda assim, era o 32 bits com o melhor gráfico 3D e parecia ser fácil programar jogos para ele (definitivamente melhor que o Saturn).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ter sido o primeiro a utilizar CDs e gráficos 3D, o Playstation foi o primeiro console a consolidar essas tecnologias, aliado ao sistema de licença de jogos mais produtiva da Sony, que tornou o aparelho popular entre as massas e os hardcores de nicho.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 7</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Nintendo 64</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nintendo64.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3112" title="nintendo64" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nintendo64.jpg" alt="" width="258" height="139" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Plataforma demais. RPG e luta de menos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Nintendo 64 foi um dos consoles com a maior quantidade de títulos exclusivos e relevantes de qualidade. Cada jogo feito pela Nintendo e Rare trazia alguma inovação técnica ou nas mecânicas. Muitos títulos de terceiros inovaram ou reinventaram seus gêneros. O console teve o melhor jogo de F1 fora dos PCs. Turok e Goldeneye mostraram como fazer FPS para consoles. Mario é referência em plataforma 3D até hoje (com a melhor câmera). E Zelda mostrou como fazer aventura em 3D.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitos títulos ainda são decentes e os gráficos são toleráveis. Apesar de muitos jogos das primeiras gerações terem poucos polígonos e muito fog, o frame rate dos piores jogos oscila pelos 25-30 quadros, sendo que muitos títulos rodam a 60 quadros constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A água de Wave Race ainda é bonita. A estabilidade de Mario 64 enche os olhos. A velocidade de F-Zero me impressiona até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Os controles são simples e funcionais, no melhor padrão Nintendo (e Rare).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O N64 figura entre os consoles mais robustos já feitos até hoje. Como não possui partes móveis, o bicho aguenta a passagem do tempo e até pancadas com tranquilidade. Para programar, o Nintendo 64 era relativamente fácil. A arquitetura era simples, com uma única CPU fazendo tudo. Isso dava flexibilidade para os programadores poderem investir mais num aspecto técnico em detrimento de outro. F-Zero por exemplo tem excelente frame rate, velocidade e iluminação em detrimento dos modelos, texturas e efeitos sonoros. Zelda fazia exatamente o oposto. Sem esta arquitetura, Zelda e F-Zero não seriam os mesmos. O cartucho permitia vencer a limitação de velocidade de transferência de dados imposta pelo CD, além de prover memória EPROM (sem bateria), para salvar os jogos. É verdade que os cartuchos eram mais caros, mas muitos jogos de múltiplos discos do PS1 também eram. No final, acho que utilizar cartuchos foi uma escolha acertada para o modelo de negócios da Nintendo, principalmente pelo fato dela nunca ter tido a verdadeira intenção de competir diretamente com a Sony.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O console trouxe o Rumble Pak, analógicos, tecla Z, quatro entradas para controllers e jogos que realmente se aproveitavam de tudo isso. Ganha 1 ponto.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Dreamcast</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamcast.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3113" title="dreamcast" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamcast.jpg" alt="" width="212" height="126" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Dreamcast dependia basicamente de conversões de arcade da Sega e da Capcom. Era o antagonista do Nintendo 64, tendo muitos games de luta e poucos de aventura tradicional.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quase mereceu zero, visto que muitos jogos famosos do console já existiam para arcade ou foram portados para o Playstation 2 e PC. Acho que Shenmue é o único grande jogo que só pode ser jogado com o Dreamcast. Ainda assim, ele ganhou muitos jogos autorais (eufemismo para bizarros) da Sega, como Seaman, Space Channel 5 e Jet Set Radio. O fato de seus ports de arcade serem sempre melhores ajuda a ganhar um ponto.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não há como negar que os jogos são bonitos e rápidos até hoje. O Dreamcast foi o primeiro console a fazer jogos 3D com qualidade globalmente aceitável. O Nintendo 64 ainda tinha exceções, mas o DC nunca fazia feio.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O hardware estava à frente do seu tempo, com leitura rápida do disco, boa capacidade de processamento, memória RAM sempre satisfatória e programação simplificada, que permitia ports rápidos para PC. Além disso, reza a lenda que o chip de som do Dreamcast chega a ser melhor que os chips dos consoles da geração 128 bits.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Dreamcast trouxe algumas pequenas novidades, como modem para jogar online e os gatilhos analógicos. De resto, tudo igual.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 7</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;">Gameboy Advance</h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/gba.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3125" title="gba" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/gba.jpg" alt="" width="203" height="162" /></a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Gameboy Advance se tornou o novo Gameboy Color, recebendo vários spin-offs de títulos dos consoles de mesa, além de vários remakes de grandes jogos do Super Nintendo. O portátil tem de tudo, até games de corrida com gráficos poligonais.</p>
<h3><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p>Muitos títulos bons saíram, e apesar de não ter nenhum título realmente revolucionário, a grande maioria deles ganharam algum destaque e não tinham versões em outro console. Destaque para os Castlevania, Metroid e F-Zero. O console também ganhou muitos títulos decentes de RPG tático, como Tactics Ogre, Onimusha Tactics, Fire Emblem e Super Robot Taisen. Tiro 1 ponto por não ter tido algo bombástico.</p>
<h3><strong>[QUAL] &#8211; 1<br />
</strong></h3>
<p>O GBA foi o ápice dos jogos 2D. Tudo o que era construído em pixel art ou feito à mão ficava bonito, como Mario e Luigi, Pokemon e Metroid. Porém, acredito que por uma questão de custo e velocidade, muitos games 2D utilizavam sprites de gráficos 3D pré-renderizados, similar à tecnologia empregada em Donkey Kong. O problema é que os sprites tinham um péssimo tratamento e ficavam meio borrados, ou ainda com aparência de boneco de cera. Mario Tennis e o Tomb Raider usam este tipo de tecnologia. Os ports de Donkey Kong Country possuem gráficos horríveis, com uma clara compressão de cores, sem tratamento nenhum. Feio e Fail.</p>
<h3><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p>O portátil era um Super Nintendo com mais  velocidade e maior paleta de cores. Apesar do áudio ser meia boca, isso  não desmerece o console. O layout dos botões é bom e a tela tinha alguma qualidade logo no início. Apesar de ser um portátil, ele não chegou a sofrer tanto com isso, mantendo uma boa autonomia e ganhando versões com telas melhores. O hardware aparentemente era fácil de trabalhar por ganhar muitos jogos em um curto espaço de tempo.</p>
<h3><strong>[INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p>Não trouxe nada de novo como o seu irmão mais velho fez. No fim das contas, os portáteis geralmente eram portas de entrada para empresas pequenas lançarem jogos ou empresas grandes fazerem coisas novas sem medo de fracassar. O GBA era o XBLA ou o Steam do mercado japonês da época.</p>
<h3><strong>TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>PS2</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3126" title="ps2" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps21.jpg" alt="" width="215" height="161" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O PS2 foi o novo Super Nintendo em quase tudo. Hoje talvez ele tenha a mais diversificada biblioteca de jogos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitos jogos do PS2 se destacaram e tornaram-se clássicos. Séries de sucesso surgiram e mantiveram-se fiéis à plataforma, não tendo recebido ports para outros consoles, como Devil May Cry, Onimusha (esse nem tanto), Ico e God of War. Ter um PS2 é obrigatório para qualquer gamer hardcore.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Praticamente não há jogos importantes com problemas gráficos, serrilhados ou lentidão que tornem a experiência pior. Tudo funciona bem e muitos jogos são até mais estáveis que muita coisa desta última geração.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O PS2 tinha entrada de rede ou modem para jogar online, leitura rápida de DVDs, controllers bons, boa capacidade de hardware e memory cards com bastante espaço. Apesar de ser o mais frágil de sua geração, ele tem uma vida útil muito maior do que o PS1. Aparentemente não havia necessidade de programação ninja para fazer coisas diferentes, como nos consoles antigos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Como regra em todas as gerações pares, o PS2 só aprimorou o que o PS1 trouxe de novidade. A capacidade de se conectar pela Internet já existia no Dreamcast e a Sony nem soube explorar isso direito. Além disso, o controller não mudou nada do anterior (os botões digitais aceitam diferentes níveis de pressão, mas poucos jogos utilizaram isso direito).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>XBox</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/xbox.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3114" title="xbox" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/xbox.jpg" alt="" width="197" height="198" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O primeiro console da Microsoft chegou arrebentando, mas falhou em trazer uma grande variedade de jogos. Não havia tantos títulos japoneses para ele e os americanos ainda estavam ocupados demais fazendo jogos para PC.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O XBox teve a melhor versão de GTA 3, algumas continuações de jogos do Dreamcast, como Shenmue 2, Jet Set Radio Future e Sega GT 2002. Tirando Halo 1 e 2, não me lembro de nada bombástico que só tenha saído no XBox.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Assim como os consoles de seu tempo, o XBox não fazia feio. Na verdade, seu hardware superior garantia ports levemente mais bonitos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O aparelho é cobiçado até hoje para ser usado como emulador de consoles antigos. A inclusão de HD, modo online um pouco mais sofisticado e um hardware robusto fizeram da caixa um verdadeiro divisor de águas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Só o fato do XBox anteceder o 360 já garante 1 ponto. A geração atual não seria a mesma sem o monolito da MS. O controller pegou o que havia de melhor no Dreamcast e PS2, adicionando gatilhos e dois analógicos, com um design confortável.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 7</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2><strong>Pontuação:</strong></h2>
<p><strong>Nes &#8211; 8</strong><br />
<strong>Game Boy / Color &#8211; 8</strong><br />
<strong>Super Nes &#8211; 8</strong><br />
<strong>Nintendo 64 &#8211; 8</strong><br />
<strong>PS2 &#8211; 8</strong><br />
<strong>Playstation &#8211; 7</strong><br />
<strong>Dreamcast &#8211; 7</strong><br />
<strong>XBox &#8211; 7</strong><br />
<strong>Atari 2600 &#8211; 6</strong><br />
<strong>Master System &#8211; 6</strong><br />
<strong>Mega Drive &#8211; 6</strong><br />
<strong>Game Boy Advance &#8211; 6</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A partir das notas dadas, chegamos a vários consoles com notas repetidas. Para poder desempatar, vou ter que dar pesos para as notas de cada critério. Decidi que os 3 primeiros critérios merecem mais peso que os 2 últimos porque os primeiros estão diretamente relacionados à qualidade do acervo de jogos. Mas isso serve só para desempatar, e não para fazer com que consoles de notas menores fiquem à frente de consoles com notas maiores.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Multiplicando as 3 primeiras notas por 2 e somando os totais novamente, temos:</strong></p>
<p><strong>Super Nes &#8211; 8 -&gt; 14</strong><br />
<strong>PS2 &#8211; 8 -&gt; 14</strong><br />
<strong>Nes &#8211; 8 -&gt; 13</strong><br />
<strong> Game Boy / Color &#8211; 8 -&gt; 13</strong><br />
<strong> Nintendo 64 &#8211; 8 -&gt; 13</strong><br />
<strong> Playstation &#8211; 7 -&gt; 12</strong><br />
<strong> Dreamcast &#8211; 7 -&gt; 11</strong><br />
<strong> XBox &#8211; 7 -&gt; 11</strong><br />
<strong>Mega Drive &#8211; 6 -&gt; 11</strong><br />
<strong> Atari 2600 &#8211; 6 -&gt; 10</strong><br />
<strong> Master System &#8211; 6 -&gt; 10</strong><br />
<strong> Game Boy Advance &#8211; 6 -&gt; 10</strong></p>
<p>Com isso, temos ainda um empate entre o <strong>Super Nes</strong> e o <strong>PS2</strong>. Ambos os consoles já estavam no topo da minha lista antes, o que demonstra que o sistema de notas ficou bom. Mas e aí, qual será o melhor de todos? Para mim, o <strong>PS2</strong> ainda consegue ter uma biblioteca maior de games, mas o <strong>Snes</strong> fez tudo o que ele fez antes do <strong>PS2</strong>.</p>
<p>Quer saber? Na dúvida, tenha ambos.</p>
<p>Você acha que errei em alguma coisa? Acha que outro console poderia ter entrado na briga? Fui sonysta ou nintendista demais? Deixe sua opinião aí!</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></description>
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		<item>
		<title>Clássico &#8211; Fallout 3</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/classico-fallout-3/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[Fallout]]></category>
		<category><![CDATA[Fallout 3]]></category>
		<category><![CDATA[Fallout New Vegas]]></category>
		<category><![CDATA[FPS]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallou3_logo.jpg"><img class="size-full wp-image-3075 aligncenter" title="fallou3_logo" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallou3_logo.jpg" alt="Logo" width="225" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">De alguns anos pra cá, passei a me interessar cada cada vez mais por games do gênero de Action RPG por oferecerem exploração, combates rápidos e horas de jogo descompromissado. Muito do interesse se deve a Diablo, que apesar de não ser tão aberto e de ter pouquíssimos elementos de RPG, não deixa de ser um game viciante e rápido. Até então eu nunca tinha me interessado por Elder&#8217;s Scrolls e Fallout 3 principalmente por serem em primeira pessoa. A influência dos jogos de ação japoneses fazia eu me afastar injustamente de muitos games americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa que me fez afastar de muitos RPGs ocidentais foi Fallout 2. Comprei Fallout 2 publicado pela revista CD Expert em 2001, mas não gostei do ritmo lento e ambientação pós-apocalíptica.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que no início de 2010, num lapso de tentação, resolvi dar uma chance ao Fallout 3. Não consigo me lembrar do motivo de querer experimentá-lo, mas assim que comecei a jogar, o vício foi imediato. Fallout 3 me prendeu por meses e me fez quebrar vários recordes pessoais jogando videogame. Até então, eu nunca havia jogado por mais de 4 horas seguidas, que atingia com muito esforço em Civilization 3. Com Fallout 3, cheguei a fazer sessões de até 10 horas de jogo, parando somente para comer e ir ao banheiro. Pelos 3 meses que passei jogando, acumulei cerca de 130 horas de jogo &#8211; o que é outro recorde, pois nunca havia jogado tanto em um espaço de tempo tão curto.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que fez Fallout 3 me prender tanto assim?</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, a exploração livre é fascinante. Não só é possível percorrer todo o mapa em qualquer momento do jogo, como cada localidade oferece mais história e quests, que podem levar a ainda mais lugares interessantes. Em nenhum momento explorar a wasteland se torna cansativo. Diria que a exploração é tão recompensadora quanto em Zelda, mas numa escala várias vezes maior.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_wasteland.jpg"><img class="size-full wp-image-3076" title="fallout3_wasteland" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_wasteland.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a><br />
<em>Capital Wasteland</em></p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que prende o jogador é a história bem desenvolvida, com NPCs interessantes e vários problemas sociais que cada vilarejo tenta vencer, enquanto se defendem da selvageria do mundo, podendo o jogador ajudá-los se quiser.</p>
<p style="text-align: justify;">São tantos elementos imersivos e mecânicas voltadas à recompensa que ouso dizer: Fallout 3, junto com o grande New Vegas, são os melhores jogos que joguei até hoje!</p>
<p style="text-align: justify;">A história do jogo consegue ser rica e discreta ao mesmo tempo. Não existem cutscenes para mostrar pedaços da narrativa. Tudo ocorre dentro do jogo. Conforme explora o mapa, o jogador vai coletando histórias dos habitantes por meio de conversas ou mesmo por anotações deixadas por alguém que acabou morrendo tempos depois. Muitos dos prédios possuem computadores e robôs ainda em funcionamento, graças ao uso de baterias nucleares como fontes de energia. Esses computadores podem ser hackeados ou simplesmente acessados, revelando anotações de funcionários daquela antiga empresa ou notas de algum sobrevivente.</p>
<p style="text-align: justify;">O jogo começa com o jogador ainda criança interagindo com seus amigos do Vault. Depois, já adulto, precisa resolver a misteriosa fuga de seu pai do Vault 101. Ao seguir a quest principal o jogador inevitavelmente terá que sair do vault, e assim começa a busca por seu pai e por respostas. Uma cena marcante ao sair é o grande flash de luz ao vislumbrar o céu pela primeira vez, como se os olhos do jogador estivessem acostumados à pouca iluminação do vault. Porém, ao recobrar a visão, o que se revela é um mundo destruído, com tons cinzentos e esverdeados causados pelo holocausto nuclear há exatos 200 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_vault_exit.jpg"><img class="size-full wp-image-3078" title="fallout3_vault_exit" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_vault_exit.jpg" alt="Saída do Vault" width="300" height="168" /></a><br />
<em>Primeira visão fora do Vault 101</em></p>
<p style="text-align: justify;">Devo admitir que um dos motivos de ter me apegado ao mundo e à história de Fallout é justamente por este ser o nosso próprio mundo, só que devastado. Não estamos aqui num reino de fantasia medieval folclórico. Os habitantes deste mundo pós-apocalíptico são nossos descendentes, todos lutando para sobreviver e recriar o que antes foi o ápice da civilização humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jogos anteriores da série se passam no sudoeste americano, próximos dos desertos e longe das grandes cidades. Na terceira versão, o cenário é Washington e suas redondezas. É possível identificar todos os monumentos importantes da capital americana bem como lugares novos criados especialmente para o jogo. Cada lugar, cada NPC, cada diálogo, testará os valores morais do jogador e o esforço para fazer o melhor possível. Um sistema de karma implementado desde o primeiro jogo define a moralidade acumulada ao longo da aventura e delineia rumos diferentes na busca pelo pai e seu ambicioso projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Explorar o mapa do jogo passa várias sensações diferentes. Andar pelo deserto passa um verdadeiro senso de aventura que há muito tempo não sentia. Mas ao entrar nos túneis do sistema de metrô próximos da cidade, o cenário é de um verdadeiro survival horror, com vários feral ghouls querendo um pedaço da carne de quem passar por ali. Além disso, túneis inundados são criadouros de caranguejos mutantes. Ao sair desses túneis, jogador dá de cara com vários prédios destruídos no centro da cidade, com super mutantes e raiders lutando entre si e contra o jogador.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_feral_ghoul.jpg"><img class="size-full wp-image-3074" title="fallout3_feral_ghoul" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_feral_ghoul.jpg" alt="Feral Ghouls" width="300" height="168" /></a><br />
<em>Feral Ghouls são os zumbis de Fallout</em></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de poder ser jogado em primeira pessoa, Fallout 3 não é um excelente FPS. Para ajudar, é possível ativar o modo V.A.T.S., que congela a ação e trava a mira no inimigo para que o jogador possa escolher que parte do corpo atingir, simulando as antigas batalhas por turno da série. As batalhas tornam-se mais estratégicas e no início isso é essencial para sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">Como em todo RPG, o jogador vai tendo acesso a mais armas e armaduras, além de melhorar o poder de ataque e defesa. Isso facilita muito os combates de modo que atacar os inimigos torna-se algo secundário e mecânico no final do jogo. Se isso é bom ou ruim eu não sei, mas é muito divertido lutar de igual para igual com um giant radscorpion, que no início te obrigava a fugir ou gastar toda a munição nele.</p>
<p style="text-align: justify;">Não satisfeito em terminar o game em 2010, comecei a jogá-lo novamente em junho de 2011. Desta vez me dediquei aos DLCs que havia ignorado na primeira vez por ter achado que tinha jogado demais. Afinal, nunca havia me dedicado tanto a um game até então.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_ruins.jpg"><img class="size-full wp-image-3077" title="fallout3_ruins" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fallout3_ruins.jpg" alt="Ruínas" width="259" height="194" /></a><br />
<em>Ruínas de Washington</em></p>
<p style="text-align: justify;">Faz alguns dias que terminei o último DLC. Após concluir todas as quests importantes, passei a explorar um pouco mais a região labiríntica da cidade de Washington na esperança de encontrar mais locais ainda não visitados. Apesar de ter feito reclamações anteriores sobre a dificuldade de navegar por esta parte do mapa, descobrir coisas novas é sempre recompensante.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, pela segunda vez me despeço da capital wasteland. Deixo para trás um mundo ainda devastado, mas com um pouco mais de esperança e água purificada. Será esta a última vez?</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje eu vejo o disco de Fallout 2 guardado no meu porta cd e vislumbro uma outra grande aventura me esperando. Por quanto tempo um representante da série esteve bem debaixo do meu nariz enquanto eu o ignorava?</p>
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		<title>Review &#8211; Terraria</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/review-terraria/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/review-terraria/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 23:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Metroid]]></category>
		<category><![CDATA[Minecraft]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<category><![CDATA[Terraria]]></category>
		<category><![CDATA[Zelda]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/terraria_logo.jpg"><img class="size-full wp-image-3012 aligncenter" title="terraria_logo" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/terraria_logo.jpg" alt="" width="297" height="170" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns meses eu comprei Terraria no Steam e me surpreendi pela qualidade do jogo. Devo admitir que Terraria me chamou a atenção principalmente pela arte retrô em pixel art. A idéia de construção do Minecraft com cara de jogo de Super Nintendo fez eu olhar com outros olhos para o fenômeno dos sand-box modernos.</p>
<p style="text-align: justify;">Comprei Terraria sem titubear e não me arrependo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é Terraria? Depois do fenômeno Minecraft, muitos desenvolvedores começaram a criar clones para tentar abocanhar um pouco do sucesso do jogo. De todas as tentativas, Terraria foi o jogo que mais fez sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não conhece a fórmula do gênero, a idéia do jogo é a seguinte: o jogador começa a aventura com uma espada, picareta e machado de bronze, logo acima da superfície aproximadamente no meio do mapa do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a espada, o jogador pode atacar monstros e outras criaturas no mundo. A picareta serve para destruir blocos que compõem o solo, incluindo terra, pedra e minérios de ferro, prata e ouro. O machado corta árvores. Cada inimigo morto derruba dinheiro para comprar itens com NPCs, além de alguns itens básicos. Cada bloco pode ser obtido para construir estruturas, e cada árvore cortada garante madeira.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir destes itens básicos, o jogador pode combiná-los e assim criar novos itens. O gel obtido ao matar slimes pode ser combinado com madeira para criar uma tocha, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme se obtém mais itens, é possível criar estações que expandem a lista de itens possíveis de serem criados. Por exemplo, com madeira se produz um workbench. Estando próximo ao workbench é possível criar uma fornalha (pedra e tochas). Estando próximo da fornalha é possivel criar barras de metais a partir dos minérios. Com barras de ferro se constrói uma bigorna. Com barras de metais próximos da bigorna finalmente se constróem armas e armaduras.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-3031" title="Terraria_tree" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_tree.png" alt="" width="38" height="71" /> <img class="size-full wp-image-3034" title="Archaeologist's_suit" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Archaeologists_suit.png" alt="" width="28" height="48" /> <img class="size-full wp-image-3036 alignnone" title="Plumber's_clothes" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Plumbers_clothes.png" alt="" width="24" height="44" /> <img class="size-full wp-image-3035 alignnone" title="Hero's_clothes" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Heros_clothes.png" alt="" width="28" height="46" /> <img class="alignnone size-full wp-image-3039" title="Iron_armor" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Iron_armor.png" alt="" width="26" height="44" /> <img class="alignnone size-full wp-image-3040" title="Gold_armor" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Gold_armor.png" alt="" width="28" height="46" /> <img class="size-full wp-image-3037 alignnone" title="Shadow_armor" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Shadow_armor.png" alt="" width="26" height="50" /> <img class="alignnone size-full wp-image-3041" title="Bunny" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Bunny.png" alt="" width="28" height="26" /> <img class="alignnone size-full wp-image-3043" title="Copper_Bar" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Copper_Bar.png" alt="" width="30" height="24" /> <img class="alignnone size-full wp-image-3042" title="Iron_Bar" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Iron_Bar.png" alt="" width="30" height="24" /> <img class="alignnone size-full wp-image-3044" title="Silver_Bar" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Silver_Bar.png" alt="" width="30" height="24" /> <img class="alignnone size-full wp-image-3045" title="Gold_Bar" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Gold_Bar.png" alt="" width="30" height="24" /></p>
<p style="text-align: justify;">Cada item criado pode ser utilizado pelo personagem ou posicionado no mundo como uma mobília. A maioria dos objetos de mobília possuem alguma função (como é o caso do workbench e da fornalha), enquanto outros são meramente decorativos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que Terraria faz para se diferenciar é utilizar uma jogabilidade 2D e, mais importante, ser  genuinamente um jogo, com elementos de exploração, RPG, plataforma e ação.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">A visão side-scroll facilita muito a visualização do mapa e a construção. Muito melhor que a visão em primeira pessoa do Minecraft. Na minha opinião, claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, a utilização do mapa 2D facilita muito a criação das estruturas. Em Minecraft a gente demora minutos para construir uma simples casa, enquanto no Terraria isso leva segundos, e com a mesma satisfação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Terraria, o jogador começa criando um personagem e selecionando um tamanho de mundo para ser gerado aleatoriamente e assim começar a aventura. É possível criar vários personagens e mundos e selecionar qualquer um de ambos para iniciar o jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo que me agradou neste ponto é que o personagem e o mundo são independentes entre si. Com isso, é possível criar e selecionar personagens e entrar em qualquer mundo já criado e jogado, aproveitando as estruturas já construídas, o progresso do mundo e os itens guardados nos baús.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário de Minecraft, o mundo do jogo tem um tamanho finito e bem delimitado. Com isso, há uma estrutura coesa e recursos finitos para explorar. Isso me agrada porque é possível chegar no final de cada extremo do mapa, o que dá uma sensação maior de domínio e progresso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da exploração do mapa, é possível encontrar também alguns itens que melhoram estatísticas do personagem ao ser equipado. Existem botas para correr, itens que aumentam a defesa, proteções contra determinados tipos de danos, e até ganchos para se pendurar no melhor estilo Bionic Commando. Além disso, existem Heart Pieces que aumentam a barra de HP de maneira similar à série Zelda.</p>
<p>Esta grande variedade de itens e blocos para procurar dá um sentido maior para a exploração, e tira um pouco o foco The Sims que o jogo tem para torná-lo mais parecido com Zelda e Metroid.</p>
<p>Em Terraria, existe uma grande variedade de terrenos diferentes, com itens, blocos e inimigos próprios. São os chamados biomas. Entre os principais, tem os gramados, os desertos, selva, mar, subsolo e submundo, além de uma dungeon acessível após vencer um chefe.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o jogador avança no jogo e obtém um determinado item ou cumpre certo pré-requisito, um NPC aparece na superfície e fornece itens ou serviços para venda. O jogador deve construir uma moradia para que o NPC se proteja.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa grande quantidade de coisas para fazer e cumprir, Terraria ganha o aspecto de jogo que Minecraft falha em entregar. Com tantas possibilidades de gameplay, Terraria se torna viciante e muito recompensador. Na atualização para a versão 1.1 que ocorreu recentemente, ainda mais conteúdo foi inserido no game, tornando-o ainda mais completo. Enquanto Minecraft só agora começou a ganhar aspectos de aventura, ainda sem objetivos ou NPCs.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim como nos RPGs modernos, existem ciclos de dia e noite, sendo que à noite  alguns inimigos diferentes rondam o mapa. Após determinadas metas  cumpridas, invasões de zumbis e goblins ocorrem aleatoriamente para  infernizar o jogador.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você for jogar Terraria, minha recomendação é criar um personagem Softcore. Com isso, a única penalidade ao morrer é perder dinheiro. Em Mediumcore o personagem perde todos os itens, e caso o jogador não os recupere antes de salvar e sair do jogo, os itens se perdem permanentemente. Isso cria uma tensão muito grande e frustração idem. Esqueça o Hardcore, pois se morrer, acabou.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o mundo eu recomendo criar o maior possível. Nele você demorará muito mais para progredir, mas depois de ter obtido os principais itens, fica mais divertido investir neste mundo. Muita gente que começou com o mundo pequeno obteve tudo com umas 20 horas de jogo e parou de jogar por causa disso. Enquanto isso, eu demorei umas 60 horas pra obter os principais itens no mundo grande, sem me cansar no processo. Talvez o mundo médio seja o ideal, mas como eu não pretendia criar outros mundos para não perder minhas criações, já comecei pelo grande e é muito satisfatório modificar ele, criando túneis e vilarejos.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das minhas únicas reclamações do jogo é que a documentação ingame é muito escassa. Existe desde o início um NPC que fornece dicas básicas e exibe uma lista de itens que podem ser criados de acordo com a matéria-prima que você indica. Mas isso é muito pouco prático e por várias vezes muitos itens possíveis de serem criados e muito úteis acabam passando batido. Porém isso é resolvido acessando páginas wiki do jogo, sendo as principais a <a href="http://terraria.wikia.com/wiki/Terraria_Wiki">Terraria Wiki</a> e a <a href="http://wiki.terrariaonline.com/Terraria_Wiki">Official Terraria Wiki</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, se você gosta de algum destes jogos abaixo, você vai gostar de Terraria:</p>
<p style="text-align: justify;">- Metroid<br />
- Zelda<br />
- The Sims<br />
- Minecraft<br />
- Castlevania<br />
- Diablo</p>
<p style="text-align: justify;">Veja algumas imagens do jogo. Clique para ampliar:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_zumbi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3011" title="Terraria_zumbi" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_zumbi.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>Matando zumbis à noite</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_vila.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3010" title="Terraria_vila" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_vila.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>A vila que criei para abrigar os NPCs</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_lar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3005" title="Terraria_lar" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_lar.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>Minha humilde residência. O último andar guarda armaduras. O porão contém as principais estações de crafting</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_subsolo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3008" title="Terraria_subsolo" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_subsolo.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>Explorando o subsolo. Nada como criar um grande túnel. Metroid feelings</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_caverna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3002" title="Terraria_caverna" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_caverna.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>Uma caverna natural. Excelente ponto de partida para explorar o subsolo</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_abrigo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3001" title="Terraria_abrigo" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_abrigo.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>Um abrigo que criei para me proteger dos zumbis no início do jogo</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/terraria_selva.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3026" title="terraria_selva" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/terraria_selva.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>A Selva, um tipo de bioma, com música própria e inimigos diferentes</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_underworld.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3009" title="Terraria_underworld" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Terraria_underworld.jpg" alt="" width="431" height="268" /></a><br />
<em>Underworld, o bioma encontrado nas profundezas do mapa</em></p>
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