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	<title>CubaGames &#187; Underdogs</title>
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	<description>Notícias sobre o mundo dos games, artigos sobre gamedev, reflexões, tutoriais, games e jogos online</description>
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		<title>Underdog &#8211; Metroid Fusion</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 17:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Underdogs]]></category>
		<category><![CDATA[GBA]]></category>
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		<category><![CDATA[Super Metroid]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion.jpg"><img class="size-full wp-image-2906 aligncenter" title="metroid_fusion" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion.jpg" alt="" width="184" height="273" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A sessão Underdog é destinada a falar de jogos antigos que gosto muito, mas que por algum motivo são subestimados ou passaram despercebidos pela mídia em geral e principalmente pelos jogadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A bola da vez é <strong>Metroid Fusion</strong>, ou <strong>Metroid 4</strong>, que como o nome sugere, é o quarto game da série Metroid, e uma sequência direta da história de <strong>Super Metroid</strong>. O jogo foi lançado para o <strong>Gameboy Advance</strong> em 2002 e até ganhou algum destaque, mas foi bastante apagado pelo recém lançado <strong>Metroid Prime</strong>. Por muitas vezes, <strong>Fusion</strong> somente foi citado em reviews dedicados ao Prime pelo fato de haver comunicação entre os dois games.</p>
<p style="text-align: justify;">É impressionante como vários jogos de alta qualidade feitos para o GBA não receberam grande destaque. Acredito que o mundo dos games ainda considerava os portáteis como plataformas menores (no sentido figurado). Vejam quantos chatos fãs de Sonic reclamavam que nunca mais tiveram jogos bons do porco-espinho enquanto ele estava bombando na série Advance&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Além deste ofuscamento proporcionado pela plataforma portátil e pelo irmão 128-bits, Metroid Fusion também ficou meio esquecido por causa do Metroid Zero Mission lançado também para GBA não muito tempo depois.</p>
<p style="text-align: justify;">O que mais chamou a atenção ao Zero Mission foi sua semelhança com Super Metroid. Esta semelhança ativou os neurônios da nostalgia nos jogadores, e quando isso ocorre, parece que a razão vai embora, porque considero Zero Mission menos divertido por parecer dois games colados em um só. Enquanto isso, Fusion é um game completo com excelente narrativa e muito bem polido.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente seu gameplay mais linear não encantou muitos fãs da série, mas toda a essência do que faz de qualquer jogo um Metroid está lá na melhor forma.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que o maior impacto que o jogo teve ao ser feito para o portátil foi um completo redesign no sistema de armas e upgrades. A Nintendo sempre foi muito competente em criar uma ótima jogabilidade em torno das limitações impostas pelos controllers. Ao invés de fazer mágica e portar o esquema de controle de Super Metroid, a Nintendo preferiu alterar a maneira como os mísseis e a corrida funcionam para assim poupar botões. O legal é que o jogo ficou ainda mais simples de se jogar.</p>
<p style="text-align: justify;">Metroid Fusion é a versão mais dramatizada da série. Existem diálogos e alguns personagens ao longo do jogo, que dá uma sensação de estar num mundo realmente habitado. O jogo também possui questões políticas que dão algumas guinadas na história e aumentam bastante a carga dramática. Pela primeira vez vemos o quanto Samus é uma mulher inteligente e com muita personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O jogo pode parecer mais linear que os demais, mas isso se deve justamente à história mais rica. Na verdade, todos os Metroids são lineares. Não é possível matar nenhum chefe numa ordem diferente do padrão, por exemplo. Mas os games sempre deram ao jogador plena liberdade para explorar o mundo do jogo e descobrir power-ups. Metroid Fusion não é exceção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PLOT</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após explorar o planeta Zebes a acabar com a ameaça dos metroids na galáxia, pondo um fim também na facção dos piratas espaciais liderados por Mother Brain, Samus volta para ajudar a federação em algumas missões de reconhecimento e pesquisa científica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma de suas missões, Samus escolta pesquisadores no planeta natal dos metroids SR388, e percebe que as criaturas de lá estão alteradas. Uma delas ataca Samus e a contamina com um parasita desconhecido, que passa a ser denominado X.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/BSL_Artwork.jpg"><img class="size-full wp-image-2911 aligncenter" title="BSL_Artwork" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/BSL_Artwork.jpg" alt="" width="296" height="215" /></a><br />
<em>Laboratório Espacial em órbita de SR388</em></p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao laboratório em órbita do planeta SR388, Samus fica inconsciente e sofre um acidente com sua nave. Então ela é imediatamente resgatada e quase toda a sua armadura é removida sirurgicamente por estar completamente infectada. Ainda assim, Samus recebe uma vacina feita com anticorpos de metroid que combatem o vírus. Samus tem sua saúde reestabelecida, mas agora possui algumas alterações genéticas por causa da vacina, tendo algumas fraquezas típicas dos metroids.</p>
<p style="text-align: justify;">O que ocorre é que os metroids eram predadores naturais dos parasitas X. Com a destruição de todos os metroids, o planeta SR388 foi novamente infestado pelos parasitas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/fusion_suit.jpg"><img class="size-full wp-image-2913 aligncenter" title="fusion_suit" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/fusion_suit.jpg" alt="" width="120" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os pedaços da armadura de Samus são isolados numa câmara de quarentena no laboratório, onde ocorre uma explosão. Recém recuperada e quase sem poderes (com a nova armadura Fusion Suit, mais leve porém sem upgrades ainda), Samus vai investigar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E aqui o jogo começa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JOGABILIDADE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das características deste game que mais me marcou foi a perfeita conciliação entre o plot e a jogabilidade. Como Samus agora é imune ao parasita, ela pode absorvê-los para recuperar vida e munições. Isso fica mais plausível do que aqueles orbes de energia flutuantes de Super Metroid que surgem após matar monstros.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das características do X é clonar seu hospedeiro e agir agressivamente contra outras formas de vida. Isso significa que vários monstros encontrados na aventura são parasitas em formas clonadas. O legal é que com isso, o jogo justifica as atitudes agressivas de criaturas. Muitas que ainda não foram infectadas não atacam o jogador.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion_download.jpg"><img class="size-full wp-image-2910 aligncenter" title="metroid_fusion_download" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion_download.jpg" alt="" width="261" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os power-ups são obtidos via download no computador da estação, ou seja, eles não estão lá simplesmente esperando o jogador obter, geralmente agarrado num totem qualquer. O que ocorre algumas vezes é que os parasitas X absorvem o power-up antes de Samus poder instalar, fazendo com que o parasita se transforme num monstro que usa aquele ataque que seria liberado pelo download. Samus tem então que derrotar o monstro e depois absorver o parasita para enfim ter acesso ao poder.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de Samus compartilhar o DNA de metroid dá a ela a mesma fraqueza contra o frio que os metroids possuem. Isso só é resolvido após Samus conseguir o upgrade da armadura, a Varia Suit.</p>
<p style="text-align: justify;">Como mencionei no início, os mísseis e todo o sistema de armas foi levemente reformulado para facilitar a adaptação no esquema de controle do GBA. Para atirar um míssil, é necessário segurar o botão L para selecioná-lo, e então pressionar o botão de tiro B.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta vez, não há Super Mísseis separados. Ao invés disso, obtém-se um upgrade que transforma os mísseis em super mísseis. Isso elimina a necessidade de circular pela lista de armas para selecionar a desejada.</p>
<p style="text-align: justify;">As Power Bombs são usadas da mesma forma, mas somente quando Samus está na forma de esfera. Se preferir, quando o boneco vira bolinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa interessante é a possibilidade de Samus se agarrar nas bordas das plataformas e subir, num sistema similar a Prince of Persia ou mesmo Tomb Raider. Samus também pode escalar paredes e tetos que contenham saliências específicas para isso. Algo que foi melhorado da versão anterior é o salto, que agora está mais ágil. Samus não parece mais estar flutuando enquanto pula.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion_parede.jpg"><img class="size-full wp-image-2908 aligncenter" title="Escalar paredes" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion_parede.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SA-X</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como cada criatura infectada pode ter seu organismo clonado, e sendo Samus um humano com uma armadura bio-mecânica, e ainda ter sido infectada, significa que a explosão na câmara de quarentena é um clone da Samus com sua antiga armadura totalmente funcional. Os cientistas denominam o clone de SA-X.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/SA-X.jpg"><img class="size-full wp-image-2907 aligncenter" title="SA-X" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/SA-X.jpg" alt="" width="192" height="128" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do jogo, uma das metas de Samus é simplesmente fugir de SA-X, pois ela ainda não possui poderes o suficiente para combater seu clone.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, Samus e um cientista começam a perceber que o parasita também é capaz de clonar a inteligência, e age por vontade própria (apesar de Samus concluir que seu clone não possui &#8220;alma&#8221;). Com isso, SA-X começa uma ofensiva suicida para destruir toda e qualquer existência de metroid na estação, pois os metroids são seus inimigos naturais. Mas os metroids não haviam sido destruídos? Samus descobre que a federação estava procriando metroids secretamente para fins científicos e também militares. Samus sabe do perigo deste ser vivo e numa ação conjunta improvável aos SA-X (que já são vários na estação), tentam destruir tudo, inclusive os próprios SA-X (sem que eles saibam).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/luta_SA-X.jpg"><img class="size-full wp-image-2909 aligncenter" title="Luta contra SA-X" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/luta_SA-X.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Este elemento traz muitos questionamentos interessantes dentro da trama e dá uma atmosfera de suspense e drama.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GRÁFICOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Metroid Fusion é marcado por gráficos coloridos e muito bem detalhados. Os chefes continuam grandes e ameaçadores. Talvez uma falha seja a quantidade de cores vibrantes num jogo que deveria ser levemente mais dark.</p>
<p style="text-align: justify;">As animações de Samus não são tão suaves como visto em Super Metroid. O clone SA-X é ainda mais duro nos movimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande toque do jogo foi a inclusão de imagens estáticas desenhadas para contar a história. A arte é bastante agradável e ajuda a contextualizar melhor alguns trechos da narrativa. Existem closes de Samus, pequenas animações de introdução e até várias imagens especiais caso o jogo seja terminado cumprindo certas metas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion_ending.jpg"><img class="size-full wp-image-2915 aligncenter" title="metroid_fusion_ending" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/metroid_fusion_ending.jpg" alt="" width="174" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Samus possui um visual estilo mangá que me agrada bastante. Depois em Prime e em Zero Mission, passaram a desenhá-la daquele jeito que permanece atualmente, com aquela franjinha infame e um rosto mais maduro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AUDIO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os efeitos sonoros são similares aos efeitos dos jogos anteriores, o que é bom. As músicas são bastante interessantes e combinam muito bem com cada área. Algumas vezes, em momentos de tensão, a música muda e causa medo, dando um toque de suspense e terror. Isso já era explorado em Super Metroid, mas aqui está perfeito.</p>
<p style="text-align: justify;">A única reclamação é a de sempre nos jogos de GBA: a qualidade sonora. As músicas são meio ruidosas, meio chiadas. Não tem comparação com o som cristalino dos Nintendo de mesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de todas as músicas serem originais, o que é incomum nos jogos de uma mesma franquia, existe uma música de batalha remixada das versões anteriores, mas ela só está presente pelo fato de tocar numa batalha opcional contra um inimigo antigo da caçadora de recompensas.</p>
<p style="text-align: justify;">É realmente uma pena que o GBA tenha um áudio pior que o Snes. Muitos remakes perdem no áudio e games com boa trilha sonora ficam manchados por causa disso. Mesmo emulando e aumentando a definição do sample ainda fica ruim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Metroid Fusion não é mais grandioso que Super Metroid ou Metroid Prime, mas é um ótimo game, muito bem arquitetado. Uma verdadeira jóia dentro do acervo de jogos brilhantes do pequeno e notável GBA.</p>
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		<title>Underdog &#8211; Ace Combat 04</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 18:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Underdogs]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_ps2_cover.jpg"><img class="size-full wp-image-2637    aligncenter" title="acecombat4_ps2_cover" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_ps2_cover.jpg" alt="" width="250" height="353" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mais um underdog. O game-que-eu-gosto-mas-ninguém-conhece da vez é o Ace Combat 04.</p>
<p style="text-align: justify;">A série teve seu debut no Playstation em 1995. A primeira versão era muito simplória e sem graça. Como na época os jogos em 3D não eram tão bons assim, o jogo vez um relativo sucesso, ganhando uma continuação em 97.</p>
<p style="text-align: justify;">Ace Combat 2, este sim, era divertido, com uma boa trilha sonora e vários caças para comprar.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a terceira versão, a Namco tentou dar mais ênfase aos personagens e ao enredo, criando uma experiência próxima a de uma animê. Quem jogou a versão japonesa de Ace Combat 3 sabe do que estou falando. Já a versão americana teve todo o enredo removido e ficou somente com as fases em sequência. Apesar da ótima qualidade gráfica do game, a falta de enredo e a falta da opção de compra das aeronaves fez desse game algo mediano.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o lançamento do Playstation 2, vários games da geração anterior feitos pela Namco ganharam continuações. Ridge Racer, Soul Calibur, Tekken, todos com suas novas versões anunciadas ou já lançadas. Com Ace Combat não poderia ser diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2001, Ace Combat 04 é lançado. O número no título é grafado com o zero porque a história do game se passa no ano de 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, todo o universo de Ace Combat ganhou riqueza. É bom lembrar que o mundo do jogo não é o mesmo que o nosso. A Namco tomou a liberdade de criar um universo diferente para não ter que explicar os diferentes conflitos ocorridos no game nem as diferentes tecnologias. Apesar do universo alternativo, todos os caças são baseados em modelos reais do nosso mundo. Para quem gosta de aviação e de combate aéreo, este game certamente foi um bullseye.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_cratera.jpg"><img class="size-full wp-image-2638  aligncenter" title="acecombat4_cratera" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_cratera.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a><br />
<em>Cratera em North Point</em></p>
<p style="text-align: justify;">Me arrisco a dizer que Ace Combat 04 é meu game preferido da geração 128 bit. Lamentavelmente, não foi na seção de clássicos que faço este review. Não entendo como um game de combate aéreo não desperte a atenção das pessoas o suficiente. Por trás deste game, há uma jogabilidade brilhante e muito divertida. Praticamente tudo o que me agrada em um game está presente aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, o game possui 6 níveis de dificuldade. Mas cada nível é importante e distinto. O jogo grava seu progresso para cada nível, sendo importante terminar todos eles para fechar em 100% e obter todos os segredos. Para cada nível de dificuldade, temos um status de cada fase, indicando o rank conseguido ao terminá-la. Os ranks são C, B, A, S. O rank obtido depende de quantos inimigos o jogador abateu e se o tempo não ultrapassou o limite. A dificuldade é muito bem calibrada, sendo possível ober os ranks máximos nos níveis mais difíceis sem perder dias de jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao terminar o game pela primeira vez, é possível selecionar livremente a fase e o nível de dificuldade para jogar e assim obter os ranks máximos sem a necessidade de jogar tudo do começo. Mas se o jogador quiser, pode iniciar uma nova partida no modo história para jogar as fases em sequência. Gosto desta abordagem de jogo livre, sem amarrar o jogador para jogar. Obviamente gosto de jogar as fases em sequência, mas também é legal jogar somente as mais divertidas, tentando terminá-las com caças diferentes ou armamentos diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando em caças, o jogo possui 21 caças, que aos poucos vão sendo disponibilizados para compra. Todos os caças possuem mísseis básicos de ataque ar-terra/ar-ar e metralhadoras. Além disso, todos possuem armas especiais, que podem ser compradas e depois selecionadas ao começar uma fase. Essas armas podem ser bombas ou mísseis especiais, como os de longo alcance, múltiplos, ou os temíveis super-manobráveis, que não desgrudam do alvo até acertá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o game não segue à risca a simulação, a quantidade de armas que o caça carrega é bem maior que na vida real. Quanto melhor o caça, mais mísseis ele carrega, indo desde uns 55 com o primeiro caça até uns 85 com os melhores. Com isso, a destruição está garantida.</p>
<p style="text-align: justify;">O jogador começa com o F-4 Phantom (aquele da guerra do Vietnam). Depois de algumas fases completadas, já pode comprar o F-5, F-16, Mirage e A-10. Mais adiante, temos o Mig-29, F-14, F-15, F-18, Typhoon, entre outros. Claro que o F-22 não poderia faltar. Ao completar todas as fases no nível Normal com rank S, o X-02 torna-se disponível. Este caça é o único fictício do game, com uma excelente performance e armamentos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_f4.jpg"><img class="size-full wp-image-2639  aligncenter" title="acecombat4_f4" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_f4.jpg" alt="" width="350" height="279" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As fases também são interessantes, com missões que variam de superioridade aérea, bombardeio, escolta, até a defesa de uma área. Algumas fases possuem fortalezas gigantestas para serem destruídas, como já é tradição da série. Em alguns momentos, o clima é épico. É muito empolgante voar ao lado de vários caças aliados enquanto avança território. Em algumas missões, é necessário voltar para a base e pousar para recarregar mísseis e bombas, ou mesmo para finalizar a missão, em alguns casos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_landing.jpg"><img class="size-full wp-image-2640  aligncenter" title="acecombat4_landing" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/09/acecombat4_landing.jpg" alt="" width="350" height="265" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As músicas dão um show. Cada uma combina muito bem com a fase, na fase de ataque noturno, a música é mais calma. Na invasão pela praia (porque não?), o tema é dramático. Na fase da selva, a música possui um tema de.. selva. Sem a trilha sonora, Ace Combat 04 não brilharia da mesma forma. Se prestar bem atenção, em quase todas as músicas ou jingles, é possível perceber o tema principal do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">A história também é interessante. Em 1994 vários fragmentos de um meteoro se chocaram com a Terra, atingindo e até destruindo várias cidades. Com isso, alguns países se uniram para construir uma arma, chamada de Stonehenge, capaz de destruir asteróides antes deles atingirem a superfície, pois ainda havia fragmentos em rota de colisão com o planeta. O problema é que esta arma também era excelente para abater outros alvos aéreos, como por exemplo aviões. Alguns conflitos ocorreram, e um país começou a invadir outras regiões do continente USEA para anexar território. Eventualmente eles se apossaram de Stonehenge, e isso concedeu a eles um poder imenso.  Todo o game é acompanhado de uma narrativa em torno do piloto Yellow 13. Este piloto é o líder de um esquadrão de elite dos inimigos. Este esquadrão também é famoso por proteger Stonehenge.</p>
<p style="text-align: justify;">O último país que ainda resiste é North Point. Mas não por muito tempo, pois uma onda de aviões bombardeiros se dirige à última base aérea dos aliados, na capital de North Point. Como primeira missão, o jogador, sob o codinome de Mobius 1, deve interceptar os bombardeios e se proteger/atacar a escolta deles antes da base ser destruída. Ao longo da campanha, o piloto Mobius 1 começa a se tornar famoso entre os aliados, despertando o interesse de Yellow 13, também famoso, principalmente por nunca ter perdido um membro de seu esquadrão em combate até então.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma missão no início da campanha, Mobius 1 e aliados acabam sendo interceptados pelo esquadrão Yellow. As orderns são claras: Escapem e voltem imediatamente! Com isso, o clima de tensão em torno dos lendários amarelos só se faz crescer. Obviamente o jogador enfrentará o esquadrão no final, tendo o papel de derrotar Yellow 13.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito legal voar nas últimas missões e ouvir os aliados elogiando o jogador enquanto atacam em terra. Até entre os inimigos é comum ouvir falas de preocupação quando sabem que aquele caça que estão tentando derrubar é o famoso Mobius 1, &#8220;aquele que abateu Yellow 4&#8243;.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso, somando com os gráficos maravilhosos e efeitos sonoros também impressionantes, ajudam a criar um clima épico.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo recebendo duas continuações ainda no Playstation 2, Ace Combat 04 continua seguindo como o melhor da plataforma.</p>
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		<title>Underdog &#8211; Master of Olympus: Zeus</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 03:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/05/master_of_olympus_-_zeus_coverart.png"><img class="size-full wp-image-1801 alignnone" title="master_of_olympus_-_zeus_coverart" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/05/master_of_olympus_-_zeus_coverart.png" alt="master_of_olympus_-_zeus_coverart" width="256" height="339" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Olá, este é mais um review de um game muito bom e pouco conhecido: <strong>Master of Olympus &#8211; Zeus</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase pensei em colocar este como clássico, mas não vejo quase ninguém falando dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem  não conhece, Zeus é mais um jogo da série de construtores históricos de cidades da <strong>Impressions Games</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos dar uma listada neles:</p>
<p style="text-align: justify;">- Caesar (1992);<br />
- Caesar II (1995);<br />
- Caesar III (1998);<br />
- Pharaoh (1999);<br />
- Cleopatra (expansão de Pharaoh);<br />
- Zeus (2000);<br />
- Poseidon (expansão de Zeus);<br />
- Emperor (2002)<br />
- Caesar IV (2006, Desenvolvido pela Tilted Mill Entertainment)</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez todos conheçam Caesar 3, e provavelmente já ouviram falar de Pharaoh. Zeus é o game lançado após Pharaoh, e para mim é o melhor jogo da série. Na verdade, não há nada de muito diferente em comparação com Pharaoh ou Emperor, mas o jogo se destaca mesmo pela temática. Basear-se na mitologia e história da Grécia antiga é uma grande vantagem, pois na Grécia temos heróis, líderes, filósofos, escritores e guerreiros famosos por seus feitos e cada um com muita personalidade, sem falar na mitologia, que se destaca das demais por ser mais rica e divertida. Comparando com Pharaoh, o universo de Zeus funciona melhor justamente por causa dos personagens. No Egito quase ninguém além dos faraós tinham alguma importância na história, e o jogo acaba ficando meio genérico.</p>
<p style="text-align: justify;">A jogabilidade de Zeus não foge muito do padrão de Sim City. Deve-se construir cidades e administrar os recursos, que se dividem em alimentos, matéria prima, dinheiro e a própria mão-de-obra. Porém, ao contrário do jogo de Will Wright, aqui temos metas bem estabelecidas, que devem ser cumpridas para avançar para a próxima fase.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes de falar em fases, temos que focar nas campanhas. O jogo se divide em várias campanhas completamente independentes entre si, onde cada uma conta um pouco da mitologia grega. Cada campanha possui um número de fases. Na maioria das fases, é necessário cumprir metas através do gerenciamento de uma cidade-estado ou uma de suas colônias.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Falando das metas, elas variam muito e podem ter cunho gerencial, mitológico ou militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Metas de gerenciamento pode ser atingir um certo número de habitantes, ou obter uma certa quantidade de alguma matéria-prima para despachar para a colônia.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo mitológico, existem metas como eliminar um monstro, construir um templo ou realizar uma quest com um herói.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo militar, geralmente as metas consistem em dominar uma cidade rival.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da aparente riqueza nessas metas, no fundo tudo consiste em construir coisas na cidade e gerenciar recursos. Para eliminar um monstro ou completar uma quest, é preciso chamar um herói para a sua cidade. Para chamá-lo, deve-se cumprir algumas sub-metas e obter alguns recursos que o herói exige. Logo na primeira campanha, a Medusa invade sua cidade e fica atacando nas proximidades da jazida de mármore. O herói certo para matar a Medusa é Hércules, e assim que ela invade, o hall do herói apropriado fica disponível para construção. Ao construir o hall, é possível ver as metas para que Hércules venha para sua cidade matar o monstro. Neste caso as metas são:</p>
<p style="text-align: justify;">- O Hall deve ter excelente acesso a cultura<br />
- Vencer algum jogo pan-helênico<br />
-  Excelente acesso ao ginásio<br />
-  População de 1500<br />
-  32 ânforas de vinho</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que tudo isso esteja disponibilizado, basta clicar no hall para abrir o menu e chamar o herói.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns heróis exigem que a cidade tenha alguns templos. Outros exigem uma certa força militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para cumprir uma quest, basta abrí-la no menu e selecionar o herói que já está na sua cidade para completá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário dos games anteriores, aqui os deuses tem uma importância muito maior. Quando um deus invade ou ajuda sua cidade, ele realmente aparece fisicamente e caminha pelas ruas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma diferença com relação à Pharaoh é que as fases possuem metas bem  balanceadas de modo que cada fase dure mais ou menos o mesmo tempo para  concluir. Algumas fases de Pharaoh poderiam demorar horas, principalmente  quando o objetivo principal era construir uma grande pirâmide.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada um dos deuses podem ajudar dependendo de sua habilidade, desde que você tenha construído o templo de algum deles. Hermes ajuda a realizar as entregas de produtos pedidos pelos aliados mais rapidamente. Atena produz azeite e ajuda nos combates, inclusive protegendo sua cidade contra deuses inimigos. Afrodite preenche todas as casas com habitantes e evita que eles emigrem. Ártemis enche os celeiros de carne e dispôe de soldados arqueiros para ajudar nas guerras, e por aí vai.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção de um templo é um feito por si só, pois é necessário uma grande quantidade de mármore, além de madeira (para os andaimes no processo de construção) e por fim estátuas. Cada deus possui um templo de tamanho diferente, conforme seu poder e importância. Zeus possui o maior templo. Afrodite e Dionísio os menores. A construção desses templos é um processo à parte que leva tempo e consome recursos, similar à construção das primeiras pirâmides do jogo Pharaoh.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/05/zeus_ingame.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1802" title="zeus_ingame" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/05/zeus_ingame.jpg" alt="zeus_ingame" width="320" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que tudo o que fazemos são os bastidores para grande parte das conquistas descritas na mitologia. Uma das campanhas se chama As Viagens de Jasão, e toda ela é focada em construirmos cidades (lógico) em que Jasão passa ou que de alguma forma teve relação com suas aventuras.</p>
<p style="text-align: justify;">A parte administrativa é complexa o suficiente para prender nossa atenção. De todas as necessidades da cidade, temos somente algumas das matérias-primas disponíveis na região. O restante deve ser obtido via importação. Porém, o jogador deve tomar cuidado para não ficar sem dinheiro, e para isso deve cuidar da exportação de bens para gerar alguma receita. Esse balanço torna o game muito divertido.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como os games da série, quanto mais produtos e serviços você oferece para os habitantes, mais suas casas evoluem, ficando maiores e podendo assim abrigar ainda mais imigrantes. Assim o jogador se beneficia com o espaço ganho na verticalização da cidade. Com mais terreno livre, é possível construir os enormes templos ou as casas dos soldados.</p>
<p style="text-align: justify;">Para não passar batido, os gráficos e os sons são muito bons. Por ser em 2D o nível de detalhes é grande. Você se convence das texturas de mármore e da arte grega através das construções. As músicas são muito legais e provavelmente teve inspiração em melodias gregas antigas. De todos os jogos da série, essas são as melhores músicas. Os efeitos sonoros são bons também e ao passar pela cidade é possível ouvir diferentes barulhos e vozes de cada local. As falas geralmente possuem um toque de humor, não sendo raro os momentos em que eu fiquei apenas clicando nas pessoas ouvindo elas falarem comigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por falar em humor, até as animações possuem alguma gracinha. O engenheiro que vigia a qualidade dos prédios fica do alto de seu posto de engenharia observando a cidade por sinais de fogo, e sua túnica está com uma pequena labareda atrás. O vendedor de azeite fica num loop infinito onde ele anda pra frente com uma ânfora nas mãos e escorrega numa pequena poça do óleo, para então virar uma cambalhota, jogar para o ar o jarro e pegá-lo novamente à tempo. Os &#8220;pisotiadores&#8221; de vinho ficam atirando uvas um no outro e o prensador de azeite fica pendurado na alavanca sem conseguir descer, enquanto o outro a move para cima e para baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses detalhes dão uma outra personalidade ao jogo e tira a chatice das pessoas dos games anteriores. Aliás, como eu havia falado das personalidades, nos teatros exibem peças de Sófocles, e nas escolas ensinam Aristóteles. Nada mau.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa que não gosto é que ao terminar uma campanha, o jogo não registra que ela foi concluída. A idéia é ser um jogo mais aberto, sendo possível logo de início escolher qualquer uma das campanhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de terminar todas elas, ainda tem a expansão, Poseidon, contando a origem de Atlantis, num conjunto de várias novas campanhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para quem gosta de Caesar III, e assim como eu é grande fã da mitologia e principalmente da política e filosofia gregas, Zeus é o jogo perfeito.</p>
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		<title>Underdog &#8211; The Red Star</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Underdogs]]></category>
		<category><![CDATA[Diablo]]></category>
		<category><![CDATA[Double Dragon]]></category>
		<category><![CDATA[Metal Slug]]></category>
		<category><![CDATA[Shoot'em Up]]></category>
		<category><![CDATA[Sonic Wings]]></category>
		<category><![CDATA[The Red Star]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/12/the_red_star.jpg"><img class="size-full wp-image-1401 alignnone" title="the_red_star" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/12/the_red_star.jpg" alt="the_red_star" width="357" height="210" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, na seção Underdogs, falarei um pouco de The Red Star.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um game baseado numa <a href="http://www.archangel-studios.com/comics/redstar/frame.htm">graphic novel</a> de mesmo nome, e foi lançado para PS2 e PSP. Este é mais um daqueles casos onde uma empresa meio desconhecida pega um material desconhecido e faz um game old-school meio desconhecido. Mas os resultados são muito bons. Para se ter uma idéia, o jogo está com um metascore de 72 e User Score de 9.7 no <a href="http://www.metacritic.com/games/platforms/ps2/redstar">metacritic</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O game, assim como o graphic novel, é ambientado numa União Soviética futurista, com tecnologia avançada e um pouco de bruxaria também. Mas a história não importa muito. O game conta com ação frenética e consegue apresentar uma jogabilidade que lembra igualmente Metal Slug, Double Dragon e Diablo. Os tiroteios lembram os clássicos jogos de nave, como Sonic Wings.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente você pode escolher entre Kyuzo e Makita. Após terminar o game uma vez, Maya torna-se selecionável. Os personagens podem usar ataques físicos e tiros, podendo realizar combos diversos enquanto extermina os inimigos intermináveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Kyuzo é o típico fortão, que derruba qualquer inimigo com poucos golpes. Makita é extremamente rápida e possui vários combos. Maya é lenta mas possui vários ataques psíquicos de defesa e ataque.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente o jogador começa com somente uma arma e atributos fracos. Mas conforme avança vai ganhando créditos, determinado pela performance ao concluir cada estágio, para melhorar os atributos e comprar/melhorar outras armas. Ao terminar o game, o jogador continua com os atributos comprados, o que incentiva a jogar novamente até comprar todos os upgrades.</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom balanço nos upgrades é importante para poder avançar no jogo, pois os inimigos são bastante variados. Os sub-chefes e chefes parecem inimigos típicos dos jogos de nave, e geralmente são melhor derrotados usando tiros de longe. Mas os inimigos comuns são mais vulneráveis a ataques físicos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/12/the-red-star-ps2_lasers.jpg"><img class="size-full wp-image-1402 alignnone" title="the-red-star-ps2_lasers" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/12/the-red-star-ps2_lasers.jpg" alt="the-red-star-ps2_lasers" width="357" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os gráficos do game são impressionantes para seu estilo. Os cenários possui muitos detalhes, principalmente no fundo. Ao longo das missões, você se depara com maquinários em pleno funcionamento, geradores eólicos, pistões, naves de transporte passando, etc. A tela é mostrada como um display, passando a idéia de que você está sendo projetado por alguma câmera e acompanhado pelo H.Q. do controle da missão. Às vezes a câmera sofre interferências . Os objetos ao fundo são sempre mostrados fora de foco. Bem interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sons são muito bons, e as músicas são excelentes, combinando muito bem com o clima do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um daqueles jogos que passam batido, mas são bastante divertidos. Principalmente se você curte ação old-school.</p>
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		<title>Underdog &#8211; Top Gear Rally</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 17:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Underdogs]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[top gear]]></category>
		<category><![CDATA[top gear rally]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/top-gear-rally.gif"><img class="size-full wp-image-1195 alignnone" title="top-gear-rally" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/top-gear-rally.gif" alt="top-gear-rally" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Me dá até medo de falar deste game. Mas leiam com calma.</p>
<p style="text-align: justify;">Top Gear é uma série de corrida que fez muito sucesso no Super Nintendo&#8230; bah, todo mundo sabe disso.  Quando Top Gear Rally foi anunciado para Nintendo 64, muita espectativa foi criada. Pelo menos, a idéia de jogos de rally ainda não era tão explorada na época nos consoles, e o jogo ficava muito bonito nas screenshots. A Tech Demo do jogo impressiona ainda hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Passado algum tempo, o jogo foi lançado e finalmente saíram os reviews em diversas revistas. A recepção não foi das melhores. Muito criticavam a falta de velocidade. Outros criticavam os efeitos sonoros simples e músicas esquecíveis. Reclamaram até dos controles. No final, o game não era tão bom mesmo. Mas por algum motivo obscuro, eu gosto muito dele. Tentarei desobscurecer meu gosto mais a frente. Não tenho nada contra quem jogou e não gostou, mas certos games carregam mais que simples áudio ou sei lá o que.</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, ou certamente, o que mais pesou para eu simpatizar com Top Gear Rally foi o pesado nome da série que ele carrega. Mas não é só isso. Se pegarmos todos os games de corrida da época, não tinha nada de tão espetacular assim. Vamos ver&#8230; tínhamos Need for Speed 2, que ficou pior que o primeiro. Ridge Racer Revolution, com sua exclusiva física de bondinho e sua única pista (com 3 variações). Perto destes, Top Gear Rally era muito mais criativo. A física do carro é bastante realista. E isso é muito importante num rally. A suspensão trabalha de maneira agradável. Acredito que a suspensão dos carros era a mais realista da época.</p>
<p style="text-align: justify;">Há algo neste game que não consigo explicar com clareza, mas que o faz maior do que aparenta. Apesar das críticas, os gráficos são muito bem feitos e roda a 60 quadros, salvo alguns momentos onde vários carros aparecem na tela. As pistas são bastante criativas, e além disso temos diversas condições climáticas que adicionam no replay value e compensa o fato do game ter somente 4 pistas no campeonato, mais uma secreta.</p>
<p style="text-align: justify;">Pilotar em cada pista trazia um senso de aventura. Elas são gigantes e formam um verdadeiro cenário. Cada pista possui um tema:</p>
<p style="text-align: justify;">- A primeira pista é a Coastline. É uma pista formada próxima ao mar, com vários trechos de areia, algumas gaivotas, farol e etc;</p>
<p style="text-align: justify;">- A segunda é a Jungle. Com certeza a mais interessante pelos detalhes. temos lama, árvores, vulcão, cachoeiras, templos asteca (ou maia, sei lá).</p>
<p style="text-align: justify;">- A terceira chama-se Desert e apesar do nome, possui muitos detalhes. A pista corta uma pequena cidade, e então passa por túneis, morros e pousadas. Alguns balões no alto preenchem o céu em baixa definição.</p>
<p style="text-align: justify;">- A quarta pista é a Mountain e contorna uma montanha. Apesar de desafiadora, não é muito interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">- A quinta, última e secreta, temos a Strip Mine. Uma pista que corta algumas escavações, obras, mineração. Possui lixo e ferro-velho em alguns lugares. A pista é relativamente curta, mas bem legal.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais o jogador se atenta aos detalhes, mais coisas encontra. Rampar por cima de uma ponte sobre a lava de um vulcão pode ser imperceptível. Mas não é. Cortar caminho por cavernas é legal, e também ver o reflexo do céu nas pequenas poças de lama. Ou mesmo procurar por carcaças de carro na pista secreta ou passar por debaixo de tratores.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as pistas possuem várias rotas alternativas. Algumas dão muita vantagem, mas são mais perigosas. Além disso, as diferentes condições climáticas alteram um pouco a estratégia de cada corrida.</p>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/top_gear_rally_night.jpg"></a><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/top_gear_rally_desert.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1210" title="top_gear_rally_desert" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/top_gear_rally_desert.jpg" alt="top_gear_rally_desert" width="320" height="229" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nunca me diverti tanto em um game de corrida com as pistas em si. Pelo simples prazer em correr nelas.</p>
<p style="text-align: justify;">Jogos de rally em geral são muito chatos de se jogar. O legal mesmo é enfiar o carro em terreno irregular e sair de cada buraco com uma boa velocidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando do gameplay, temos como modo principal o campeonato com 6 anos, divididos em várias temporadas. Conforme se avança em uma temporada, novos carros mais potentes são liberados. No próximo ano, os carros são mantidos, o que não faz muito sentido, pois o jogador pode correr com os melhores carros já no ínicio de cada ano, contra adversários em carros mais fracos. Coisas como estas poderiam ter sido mais calibradas. Na verdade, sou contra sistemas de progresso baseados em mais &#8220;poder&#8221;. Este sistema inutilizou os demais carros deopis que o jogador obtém o mais rápido. Este tipo de coisa acontece em vários shooters onde uma boa pistola tona-se inútil mais adiante no jogo. O problema é que eu gosto de jogar com pistolas. Assim como pilotar  carros mais básicos, como o Lancia Delta, o mais lento do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao jogo, a cada ano vencido, um carro secreto é liberado. Estes carros não são mais rápidos que os outros, mas são bem engraçados. Eles são: O caminhão de leite, a bola de praia, o carro-capacete e o carro cubo.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de cada corrida o jogador pode escolher entre 3 níveis de sensibilidade do controle; 3 níveis de grip de pneu; e 3 níveis de firmeza da suspensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da física realista, os carros tendem a escalar as bordas das pistas, pois elas são naturalmente limitadas por barrancos e morros. Ao invés de simplesmente ricochetearem de volta, eles ficam presos e rodam. Definitivamente desencoraja sair do meio do trajeto. Isso é ainda mais perigoso nos trechos ondulados, onde o carro pula e pode perder o controle, saindo do traçado e se enroscando na borda.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme colisões ocorrem, o carro vai amassando. Só que o amassado é calculado em tempo real, e não com modelos de dano pré-definidos. Ao invés do carro ficar com aspecto de destruído, ele fica amassado como uma latinha de alumínio. Mas melhor isso que nada. Ou não. Não me preocupo com representações de dano mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">E já que mencionei os carros, aqui eles não são licenciados, mas copiam alguns carros por aí. Eles são identificados por uma sigla. Temos de início o Delta e o Escort. clássicos dos rallies. Depois, colocamos nossas mãos no Celica, numa BMW M3 e, entre vários outros, no todo-poderoso Porsche. Eita, isso tudo num jogo de rally. Mas acredite, é legal. Pena que o Porsche inutiliza todos os demais. Eu realmente odeio o modelo de progresso no estilo escadinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Como todo jogo de corrida, Top gear Rally também conta com os clássicos modos  Arcade, Practice e Time Trial. Acredite, é tão divertido correr nas pistas deste game que este foi o único time trial dos jogos de corrida que me manteve entretido por algum tempo. Claro que mais divertido ainda era correr na pista secreta.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o modo mais comentado é o Paint Shop. Nele, é possível pintar um carro com uma ferramenta que lembra Mario Paint. Depois, é só salvar no Memory Card e carregar a pintura no carro antes de cada corrida. Pintar o carro por todos os ângulos é extremamente simples. Quem desenvolveu a ferramenta está de parabéns.</p>
<p style="text-align: justify;">Um fato interessante é que as versões japonesa e europeia possuem um clip de introdução diferente da versão americana. Além da versão japonesa ter o logotipo da tela de abertura diferente das demais versões. Na versão americana, talvez pelo falo de ter sido distribuída pela Midway, o game acabou tendo algumas pinturas de carros alteradas. Inclusive, uma delas possui o logotipo da Nintendo Power. Pena que tiraram a abertura original, que era muito mais bem montada e radical, digamos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/top_gear_rally_techdemo.jpg"><img class="size-full wp-image-1197  aligncenter" title="top_gear_rally_techdemo" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/top_gear_rally_techdemo.jpg" alt="top_gear_rally_techdemo" width="320" height="204" /></a><br />
<em>A Tech Demo impressionava</em></p>
<p style="text-align: justify;">Depois deste, a série Top Gear passou a focar mais os rallies. Top Gear Rally 1 e 2 foram lançados para Game Boy Color. Eles não tinham nada a ver com a versão do Nintendo 64. Depois Top Gear Rally 2 foi lançado para Nintendo 64. Mas este é um game completamente diferente, e foi até desenvolvido por outra empresa. Nesta versão, tiraram a física interessante e colocaram mais semelhanças com corridas de rally. Cagaram no game. Depois, ainda saiu um Top Gear Rally para Game Boy Advance, que ficou parecido com o segundo do Nintendo 64. Pelo menos no GBA ele tinham gráficos em 3D bastante avançados para o sistema e ganhou muitos elogios.</p>
<p style="text-align: justify;">Então&#8230; Top Gear Rally definitivamente NÃO é o melhor game de corrida que existe. Mas conseguiu fazer o que muitos outros games famosos do gênero não conseguiram e ainda não conseguem: ser divertido de pilotar. De correr pelas pistas.</p>
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		<title>Underdog &#8211; Urban Chaos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 15:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Underdogs]]></category>
		<category><![CDATA[beat'em up]]></category>
		<category><![CDATA[GTA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/urbanchaos.jpg"><img class="size-full wp-image-1142 alignnone" title="urbanchaos" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/urbanchaos.jpg" alt="urbanchaos" width="350" height="263" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como havia dito no primeiro Esculacha, iniciarei uma nova seção falando de jogos underdog, que significa oprimido,  discriminado ou esquecido. A idéia do nome veio do site <a href="http://www.homeoftheunderdogs.net">Home of Underdogs</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que criar mais uma seção para falar de jogos, vocês perguntam. Bom, joguei muita coisa na minha vida de gamer. Muitos jogos que joguei podem não ser conhecidos por vocês. Conheci muitos jogos bons através de conversas com amigos e buscas incessantes em grandes portais de games. Se dependermos somente da divulgação da mídia, acabaremos por conhecer somente aqueles jogos famosos de sempre, como Final Fantasy, Metal Gear, GTA&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Como considero importante compartilhar experiências sobre jogos, principalmente por estarmos em um blog, crio esta nova seção. <strong>Underdog</strong> tratará de jogos que joguei, gostei e que poucas pessoas conhecem. Diferente do Esculacha, onde procuro rebaixar jogos populares, e às vezes até premiados. Em <strong>Underdog</strong> a idéia é inversa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mantenho, só para não fugir do padrão, a seção Clássicos, com jogos famosos que eu joguei e que marcaram minha experiência como gamer. Mesmo assim, tento sempre incluir jogos não tão óbvios assim. Me reluto a falar do Ocarina of Time, por exemplo, simplesmente por ser um jogo muito óbvio para ficar elogiando.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao tema principal, falarei um pouco sobre Urban Chaos:</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align: justify;">Este game foi lançado em 1999 pela Eidos, para PC e posteriormente PS1 e Dreamcast. Possuo a versão para PC, que é obviamente superior à versão PS1. O jogo em si lembra um pouco GTA com influências &#8211; propositais ou não &#8211; do Batman 1 e 2 de Tim Burton. As missões são sempre noturnas e a cidade é grande, suja e com vários bandidos, pedestres comuns e prostitutas andando nas ruas. O jogador controla a policial D&#8217;arci Stern, uma novata, porém durona. Ela deve realizar missões simples no início, mas altamente perigosas próximo do final do jogo. Em muitas missões você poderá dirigir carros nas ruas e utilizar armas de fogo. As armas podem ser pistolas, shotguns, ou mesmo facas e tacos de baseball.</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade do jogo é chamada de Union City, que está próxima de comemorar a virada do milênio. A metrópole conta com vários prédios que na maioria das vezes podem &#8211; e devem &#8211; ser escalados para alcançar o terraço e cumprir alguma missão. Por várias vezes temos que pular de um prédio ao outro. Algumas vezes é possível deslizar por fios entre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">A visão de cima dos prédios lembra muito Gothan City, principalmente pela aparente desordem e sujeira. Estar no topo de um prédio dá ao jogador uma sensação de familiaridade, devido ao ar de super-herói que estes momentos transmitem. Se o jogo não tivesse um certo ar de comédia, bastaria trocar a protagonista pelo morcegão para criar o melhor jogo do Batman já feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos falar um pouco da jogabilidade. Ela lembra um pouco Tomb Raider com GTA, e talvez um pouco de Spider-Man.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/urbanchaos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1144" title="urbanchaos1" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/09/urbanchaos1.jpg" alt="urbanchaos1" width="320" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As missões dão acesso a áreas diferentes da cidade e envolvem idas e vindas constantes. Lembrando que o jogo é quebrado em fases mesmo, com algumas missões lineares ou não-lineares, sendo algumas delas opcionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a vida, existe um radar na tela que indica localização dos inimigos e também a direção de cada missão. O cumprimento de uma missão pode liberar outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Cumprindo as missões principais, o jogador avança para a próxima fase. A maioria delas se resumem em derrotar uma gangue em algum esconderijo, acessar alguma área e conversar com alguém. A cidade é dividida em várias áreas. Cada fase ocorre em alguma dessas áreas. Mas diferente de GTA, você fica restrito àquele pedaço da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem que poderia ter um status geral no jogo para podermos acompanhar o que já concluímos. Acho que não faz sentido as fases terem tantas missões opcionais se o jogador não ganha nada ao concluí-las. Para mim, esse sempre um um mal dos jogos de PC. Não se aproveitam elementos do jogo que poderiam aumentar drasticamente o Replay Value.</p>
<p style="text-align: justify;">As armas possuem uma mira que travam nos inimigos, e o jogador pode alternar os alvos se quiser. D&#8217;arci pode ainda correr, esquivar para os lados e pular para trás, o que é muito útil para evitar ser atingida por tiros. Se armas não forem o suficiente, você pode simplesmente socar e chutar os inimigos, dar ganchos, rasteiras, ou mesmo vir correndo e acertar uma voadora na cara do meliante (nada mais satisfatório que uma voadora). Mas o movimento mais eficiente é imobilizar o bandido no chão e algemá-lo. Muitas vezes isso faz parte das missões.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um bandido está no chão, morto ou não, é possível procurar por itens no corpo. É geralmente assim que se consegue obter algumas armas.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim como o jogador atira mirando nos inimigos, estes miram no jogador, exibindo uma retícula na personagem para indicar que está sob a mira deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário dos games em 3D, a câmera dificilmente atrapalha. Os controles são fáceis de utilizar, apesar de exigir algum treino. Inclusive, o jogo conta com um bom tutorial dividido em três modalidades: Movimentos e escaladas; combates; direção de veículos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas fases o jogador pode encontrar power-ups permanentes para melhorar a vida ou a força, que estão espalhados pela cidade e podem ser coletados mesmo depois de ter concluído aquela fase. Sim, podemos voltar nas fases anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">A ambientação é bem trabalhada. Enquanto joga, nenhuma música é tocada, o que dá um clima muito autêntico. Somente em momentos muito específicos surge alguma melodia.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme se avança no jogo, a história vai se revelando, e o que parecia ser simples gangues fazendo bagunça acaba por revelar-se como algo mais sério, com eventos sobrenaturais, fim do mundo e tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Na época em que foi lançado, este game foi avaliado no PS1 pelos veículos como um jogo mediano ou mesmo ruim. Talvez por não terem jogado a versão para PC ou para DC. O frame-rate da versão PS1 é sofrível como sempre. Aliás, este game foi um dos primeiros jogos de PC que joguei e só soube dele porque foi publicado por aqui pela revista CD Expert.</p>
<p style="text-align: justify;">Há algum tempo, a Eidos lançou para PS2 e XBox 1 o game Urban Chaos: Riot Response. Apesar de possuir o mesmo título, não sei se faz parte do mesmo universo. Não tenho informações suficientes sobre ele, mas acho que não há muita ligação com o primeiro. Inclusive, só por ser um FPS já o descaracteriza como continuação, pois Urban Chaos é terceira pessoa, com pulos, chutes, socos, voadoras e tiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembram do quanto eu criticava as tentativas frustradas de recriarem beat&#8217;em ups? Urban Chaos pode ser um bom sucessor do gênero, devidamente modernizado, mas ainda assim com jeitão Old-Scholl.</p>
<p style="text-align: justify;">Double Dragon encontra GTA. E GTA encontra Batman. Este é Urban Chaos.</p>
<p style="text-align: justify;">(Mas se fosse um jogo do Batman, o Coringa teria que ser baseado na versão de Cesar Romero, uhuhuhuh)</p>
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