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	<title>CubaGames &#187; Filosofia</title>
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	<description>Notícias sobre o mundo dos games, artigos sobre gamedev, reflexões, tutoriais, games e jogos online</description>
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		<title>Como medir a dificuldade de um Jogo?</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 02:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Barão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.cubagames.com.br/arquivos/Jogo%20Dificil.jpg" alt="Jogo Difícil" width="350" height="220" /><br />
<em>Jogo Difícil</em></p>
<p>Aqui na CubaGames, às vezes aparece esse problema: &#8220;qual a dificuldade desse jogo?&#8221;. Infelizmente ainda não temos uma resposta que sirva para todos os jogos. E acho que ninguém tem resposta para isso. Sempre temos que ver os vários aspectos do jogo, tais como tipo de jogo, público alvo e principalmente o bom senso. Sim, o bom senso é o &#8220;cara&#8221; que vai fazer você conseguir descobrir a dificuldade ideal para o seu jogo.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Influencia também a escolha do tipo de dificuldade que o seu jogo vai ter, gradual ou selecionável. Atualmente o mais comum é a dificuldade gradual, mas ainda em muitos jogos do Nintendo DS (como o <a href="http://www.konami-data.com/officialsites/contra4/" target="_blank">Contra 4</a>) encontramos o selecionador de dificuldade. Um exemplo de dificuldade gradual é o nosso <a href="http://www.cubagames.com.br/webgames/memoria-numerica/" target="_blank">Memória Numérica</a> é um jogo de dificuldade gradual que começa fácil (três números só), depois começa a ficar insana (9 números é loucura).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align: middle;" src="http://www.cubagames.com.br/arquivos/Contra%204.JPG" alt="" width="291" height="265" /><br />
<em>Esse é difícil&#8230;</em></p>
<p style="text-align: left;">O caso ideal da dificuldade gradual é começar simples e ir dificultando que pode ser exponencialmente (ou seja, a cada partida a dificuldade é aumentada na proporção da dificuldade anterior) ou proporcionalmente(a cada nível aumento n vezes a dificuldade). Já no caso da selecionável, o nível já começa alto, afinal, se o jogador escolheu o nível &#8220;Insane&#8221; é por que ele quer algo realmente difícil.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.cubagames.com.br/arquivos/God%20of%20War.jpg" alt="" width="306" height="248" /><br />
<em>Esse no seu mais alto nível de difículdade (Titan) é impossível&#8230;</em></p>
<p style="text-align: left;">Mas como eu disse acima a dificuldade do jogo é extremamente subjetiva e guiada por bom senso, então não deixe de escutar atentamente as opiniões dos seus &#8220;beta-testers&#8221;. Essas opiniões podem fazer a diferença entre o acerto e o erro.</p>
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		<title>Para o desenvolvedor, um vídeogame perde a graça?</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/para-o-desenvolvedor-um-videogame-perde-a-graca/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/para-o-desenvolvedor-um-videogame-perde-a-graca/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 01:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Romulo De Lazzari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>É uma pergunta pertinente, pois todo mundo sabe que tudo em excesso enjoa. Todo mundo que trabalha por muito tempo na frente dos games pode perder totalmente a vontade de jogá-los por pura e simples falta de vontade ou de &#8220;saco para ficar na frente do PC ou vídeogame&#8221;.</p>
<p>A verdade é: fazer jogos é uma coisa realmente muito prazerosa, é como criar música ou qualquer outra expressão artística (sim, game design é uma arte!), mas com o passar do tempo quem faz jogos começa a ver os games (os seus e dos outros também) como um bando de <em>ifs</em> e <em>elses</em>.  Começam a deduzir rotinas de programação nos inimigos e vêem tudo pelo lado &#8220;fonte&#8221; do jogo. Às vezes, me pego tendo esses pensamentos no meio de uma partida e ela perde totalmente a graça. Parece uma coisa robotizada e calculada.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2348/2468999293_f605f30944_o.jpg" alt="Quando jogar fica sem graça..." width="300" height="285" /><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>quando jogar fica sem graça</em></p>
<p><!--more--></p>
<p>Eu me divertia aos montes quando entrei na faculdade <a href="http://www.elifoot.net/">jogando Elifoot 98</a> em casa (isso era meados de 2001) e torcia pelo meu time quando ele fazia um gol (lembra daquela sirenezinha do windows?), depois de comecei a programar vi que aquilo não passava de um monte de dados rodando por trás de uma interfacezinha com os nomes dos times e que, se o <em>random()</em> desse certo e todas as condições fossem favoráveis, saía um gol. Os gols do Elifoot perderam a graça.</p>
<p>Por isso que outros termos na minha jogatina foram sendo incorporados, perdi o tesão em ver jogos extremamente bonitos graficamente, mas que fazem a mesma coisa que a versão anterior. <em>&#8220;Nooossa olhem o novo Unreal Tournament! Meu Deus! Halo 9!&#8221; </em>Se eles forem iguais aos seus antecessores, não valem de nada, são os mesmos <em>ifs</em> e <em>elses</em> no meio de um programa, mas com uma capacidade gráfica melhor, porque o console novo permite ou porque a capacidade dos PC&#8217;s são melhores.</p>
<p>O que começou a me chamar muito a atenção foram, de longe, dois fatores:</p>
<p><strong>Originalidade</strong></p>
<p>Sim, esses jogos onde você pôe a mão no teclado/controle e fala <em>&#8220;$%¨%$$, o cara estava iluminado quando teve essa idéia&#8221;</em>. A originalidade, ultrapassa qualquer capacidade robótica, leia-se gráfica, física, whatever. Vejo muito isso nos milhares de jogos em flash que pipocam pela internet. <a href="http://www.cubagames.com.br/patrocinio-de-webgames-isso-existe-mesmo/">Muita gente encherga isso como uma oportunidade e paga (e bem) por esses jogos originais</a>.</p>
<p>Um belo exemplo de originalidade:</p>
<p style="text-align: center;">
<div class="wpv_videoc">
<div class="wpv_video"><object data="http://www.youtube.com/v/QfICeBtVv8U" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="100%"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QfICeBtVv8U"></param></object></div>
</div>
<p>[via <a href="http://continue.com.br/25/04/2008/previaechochrome-para-jogar-ate-entortar-o-cerebro">Continue</a>]</p>
<p><strong>Roteiro</strong></p>
<p>Quando o jogador é tocado pelo roteiro de um jogo, deixa o lado gráfico em segundo plano e presta atenção cada vez mais na história/lição que aquele jogo lhe reserva. Jogar um bom RPG, por exemplo, é como ler um livro, você vivencia o que a história do jogo lhe proporciona. E ainda pensando em um livro, ali não existem gráficos melhores ou piores, eles são os mesmos de todos os outros, o que diferencia um do outro é qualidade de escrita e criatividade.</p>
<p>Esses dois fatores citados acima diferenciam os &#8220;homens dos meninos&#8221; em <em>game design </em>(eu me encaixo na segunda parte). Gráficos, quem têm dinheiro, têm gráficos bons, agora não é sempre que o dinheiro compra um bom roteiro e um jogo original.</p>
<p>Não quero que os games percam a graça, quero jogos mais originais e mais envolventes.</p>
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		<title>Roteiro de Jogos: Uma base &#8211; II</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/roteiro-de-jogos-uma-base-ii/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/roteiro-de-jogos-uma-base-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 23:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Barão</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img style="border: 0pt none;" src="http://cubagames.com.br/arquivos/cthulhu.gif" alt="CCthulhu" width="320" height="328" /><br />
<em>O Indescritível em pessoa</em></p>
<p style="text-align: left;">Devido ao &#8220;sucesso&#8221; do <a href="http://www.cubagames.com.br/roteiro-de-jogos-uma-base/" target="_blank">ultimo post</a> de &#8220;contos-roteiros&#8221;, posto aqui mais um para que o pessoal opine e use.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><em>Era uma vez, e assim começa a maioria das histórias. A minha também começou assim&#8230;</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Era uma vez, eu estava calmamente passando por uma longa estrada que leva da cidade onde eu moro a cidade vizinha, aonde eu trabalho. Cinco dias por semana eu fazia esse caminho, saia quando estava ainda escuro e só voltava tarde da noite. Mas um dia aconteceu o fato que mudou toda a minha vida. </em></p>
<p><!--more--></p>
<p class="MsoNormal"><em>Nessa noite eu estava voltando ainda mais tarde para casa, era dia de balanço na empresa e tive que ficar até tarde para arrumar tudo para o outro dia. Estava voltando cansado para casa, quase dormindo na estrada, quando vi no meio da estrada uma luz forte parada, como se um carro com luz alta estivesse parado na minha frente. Pisei no freio bruscamente, encostei o carro no acostamento, saí e fui ver o que tinha acontecido.</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Mas o que estava na estrada, não era um carro e sim uma estranha carruagem, puxada cavalos de metal que vomitavam aquela luz absurda. A carruagem era guiada por um ser indescritível. Quando os meus olhos encontraram o dele simplesmente não consegui pensar em nada, somente em correr. </em></p>
<p class="MsoNormal"><em>E Corri.</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Corri muito, por muito tempo, mas a distancia entre eu e a carruagem não aumentava. Só parei de correr quando ouvi a gargalhada mais pavorosa da minha vida e senti minhas pernas abraçadas por algum tipo de corda que era umida e cheirava como ovo podre. O pior, essa corda saia da palma da mão do condutor. Só me restou gritar&#8230;</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Quando o meu grito de desespero terminou, já estava deitado em uma mesa fria, uma mesa de operações, mas não de um hospital comum. Os &#8220;médicos&#8221; eram todos horríveis, com vários olhos, mãos em locais improváveis e instrumentos estranhamente familiares, mesmo que desconhecidos. Ao redor de mim, dentro de vários vidros, jaziam criaturas que não deveriam existir, cada uma só encontrada no pesadelo mais profundo que a minha mente pode conseguir. Quando a maravilha criada pelo horror passou, notei o que estavam fazendo comigo.</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>O meu tórax estava aberto. Com todos os órgãos dentro dele trocados por simulacros estranhos dos antigos. Eu gritei mais uma vez, mas a minha voz já não saia como antes. Eu não respirava mais e sim recebia líquidos pelo nariz. Os meus braços não se moviam. Os meus olhos estavam saltados e viam as coisas como se todas fossem redondas. O desespero aumentou, mas a tortura não diminuiu. A cada dia que se passava eram mais e mais modificações no meu corpo, até que me tornei irreconhecível para mim mesmo.</em></p>
<p><em>Mas um dia algo que era inesperado aconteceu. As torturas pararam, os médicos sumiram e a porta de saída estava aberta. Eu me levantei, andei e saí. Da &#8220;sala de cirurgia&#8221; para uma floresta imensa feita de espinhos. Dois passos a sala sumiu, só restavam espinhos. Depois de muito tempo vagar pelos espinhos encontrei uma casa abandonada. Nessa casa que eu escrevo isso agora. Aqui que aprendi a usar as minhas &#8220;habilidades&#8221; novas. Aqui que a semente da vingança floresce.</em></p>
<p>Esse conto foi baseado na premissa de cenário de um RPG de mesa, o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FChangeling%3A_The_Lost&amp;ei=QRMRSPT_CZDueb3_5c0J&amp;usg=AFQjCNEhSCH2wwiSEsSOHqrMNd2IzERq4A&amp;sig2=vxWOYjrlk_l5_Epoq5Z-5w" target="_self">Changeling: The Lost</a>.</p>
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		<title>Roteiro de Jogos: Uma base</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 15:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Barão</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2008/04/deusexmachinawb.jpg" alt="Deus ex Machina" height="293" width="225" /><br />
<em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus_ex_machina" target="_blank">Deus ex Machina</a></em></p>
<p>Todo <a href="http://www.cubagames.com.br/roteiros-de-jogos-parte-1/">roteiro</a>, seja jogos, filmes, peças de teatro, começam a partir de uma base. Essa base pode ser um conto, um livro, um filme, um jogo e quase qualquer coisa que existe no mundo.</p>
<p>Há muito tempo, no início da CubaGames, eu escrevi um conto para basear o roteiro de um jogo. Mas o jogo não foi para frente, apareceram outras prioridades, etc. E como hoje está difícil tirar um post original da cabeça, vou colocar o conto aqui para que o pessoal dê uma lida e quem sabe dê a sua opinião. Esse conto nunca foi publicado fora da CubaGames, então é exclusividade. Leiam e divirtam-se!</p>
<p><!--more--></p>
<p><em>Como eu odeio esse alojamento. Não consigo nem dormir o pouco tempo que o patrão dá de descanso para nós. Crianças chorando, casais brigando e fazendo mais crianças, cheiro de merda escorrendo pelo ar e o cheiro da tinta do tecido que não sai mais do meu nariz. Realmente eu odeio esse lugar. Daqui a pouco o apito vai tocar e vou ter que levantar da minha cama, que mais parece o chão de tão gelada, e ir para a fábrica trabalhar até a noite mexendo sem parar o caldeirão das tintas. O apito está tocando. Esta é a segunda noite que eu não durmo.</em></p>
<p><em>Vou acabar morrendo assim. Trabalho na fábrica há tanto tempo que eu nem lembro quando comecei. Só lembro que quando eu era muito pequeno eu já ajudava a minha mãe na confecção do tecido. Desde que as máquinas apareceram as coisas só pioraram. A tal de &#8220;Modernidade e Tecnologia para todos&#8221; só serve para quem tem o dinheiro para comprar os Zeppellins e as armas que atiram sem parar. Os que não têm como comprar a tecnologia vivem como eu, ou seja, passam a vida trabalhando nas fábricas, disputando lugar com as máquinas a vapor que nunca param de funcionar e não precisam de descanso. Não temos como ser tão competentes e trabalhadores como elas, mas o nosso patrão não quer saber disso, ele só quer aumentar a quantidade de peças de roupas que saem da fábrica.</em></p>
<p><em>O alojamento fica bem próximo a fábrica. Temos que andar só alguns passos na neve que é permanente nessa cidade. Trabalhamos em uma fábrica de roupas, mas não usamos roupas novas. Nós trabalhamos por roupas que as máquinas (ou nós) fazem com defeitos e pela comida que entregam uma vez por dia para nós na hora do intervalo entre os turnos. Só as crianças que trabalham recebem comida. As que não trabalham são alimentadas com a sobra da comida dos pais.</em></p>
<p><em>O Apito tocou. Tenho que levantar. Tenho mas não quero. Mas tenho. Que ódio desse alojamento. Vou andando até a fábrica. Pelo menos as roupas e as botas que me dão são quentes o bastante para agüentar o frio que está fazendo. Devemos estar no inverno, mas não posso dar certeza. Hoje em dia ninguém mais sabe as estações. Está sempre frio aqui.</em></p>
<p><em>Antigamente que era bom. A minha vó me contava as histórias de como era lá no campo. Eles tinham comida para comer pela manhã, no meio do dia e antes de dormir, fazia calor em certas épocas do ano, tinham festivais, tinham a mágica que vinha da floresta, encontravam-se com os animais falantes e com os homens-bode. Era tudo muito alegre, tudo muito bom. Nada de fábricas e pouca comida. Todo mundo comia, todo mundo era igual, menos os Magos. Eles tinham o poder da mágica.</em></p>
<p><em>Cheguei à fábrica, acho melhor para de ficar pensando e ir trabalhar. &#8220;Jonh Telman por favor compareça a área de descanso&#8221;. Estão me chamando. Será que vou ser mandado embora? Só falta essa para acabar com a minha vida de uma vez. Se eu não puder mais trabalhar aqui não vou mais poder morar no alojamento. Vou ter que morar nas ruas. Isso sim que vai me matar de vez. Chegando à fedida sala de descanso eu encontro duas pessoas vestidas com roupas caras e brancas, mais brancas que eu considerava que existiam. &#8220;Não está contente em trabalhar conosco?&#8221;. &#8220;Quer sair? Quer encontrar a sua<br />
&#8216;mágica&#8217; novamente?”. &#8220;Não, por favor, eu quero continuar aqui&#8221;. &#8220;Isso não vai acontecer&#8221;, a mulher fala &#8220;O Controle não quer ver você triste, ele vai arranjar uma boa ocupação para você&#8221;.</em></p>
<p><em>E eles me mostraram as maravilhas que a tecnologia poderia fazer.</em></p>
<p>A partir daí dá para tentar começar a montar um roteiro de um jogo de Ação, RPG, Tiro, Puzzle, etc. Fica a escolha do cliente&#8230;</p>
<p>Se alguém quiser fazer um jogo sobre ele (e ganhar muito dinheiro) pode fazer. Liberado para uso, modificação e cópia. Aproveitem!</p>
<p>PS.: Se alguém continuar o conto eu posto ele aqui.</p>
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		<title>Ninguém é de ferro</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/ninguem-e-de-ferro/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 02:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Romulo De Lazzari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2008/04/homem_de_ferro.jpg" alt="Homem de Ferro" /></p>
<p>Quinta-feira, 15:48, Sol lá fora, calor, preguiça de se mover para tirar a blusa, programando, isso mesmo! Vendo aquele monte de letrinha colorida na minha frente! As letras parecem correr de um lado para outro, as cores parecem se misturar e tudo parece uma palavra só no final do meu entendimento. Sede, vontade de pegar aquela água geladinha que está na geladeira, preguiça de novo! Desisti!</p>
<p>Abri o bloglines, que faz tanto tempo que não abro no trabalho pois nem estava no histórico (é assim que se chama quando o browser autocompleta a URL?), percorro todos os blogs que ali estão uns mais interessantes outros nem tanto (só li o título desses). Quando caí no <a href="http://diskchocolate.wordpress.com/">Disk Chocolate</a>, mais específicamente <a href="http://diskchocolate.wordpress.com/2008/03/29/ah-um-daqueles-desabafos-sobre-cliches-em-jogos-de-adventure-e-rpg/">neste post</a>.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Li o post inteiro, parece que meu senso de entendimento de leitura voltou, também as palavras não eram <em>int, </em><em>string </em>muito menos<em> addChild</em>. A Miwi escreveu algo sobre os ultra clichés dos jogos adventures. Coisas que estrapolam o senso comum.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Ei, use o ursinho de pelúcia para entupir a chaminé, encher a casa de fuligem e então fazer com que o guarda saia da casa para ir ver o que aconteceu, enquanto você pega as chaves da jaula para libertar os macacos que irão te guiar até a Banana Sagrada.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Eu também concordo com ela, chega a ser ridículo.</p>
<p>Continuei  passando aos outros posts e por <a href="http://diskchocolate.wordpress.com/2008/03/24/dica-indie-tigdb-indie-game-database/">este post aqui</a> fui para o site <a href="http://db.tigsource.com/"></a><a href="http://db.tigsource.com/">TIGdb</a>, lá encontrei uma diversidade enorme de jogos indie para minha sorte e também para recuperar minha sanidade mental. Achei o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shoot_'em_up" rel="nofollow"><em>Shoot &#8216;Em Up</em></a> com a maior nota e baixei, 5 ou 6 mega, não lembro direito, o nome? <a href="http://db.tigsource.com/games/warning-forever">Warning Forever</a>, fiquei jogando durante uns 20 a 30 minutos. Depois que fechei, não cheguei no final não, cheguei na fase 11, fechei de terminar de jogar, lembro de estar com a cabeça mais arejada e melhorzinho para trabalhar. Voltei a trabalhar melhor até o final do dia.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2008/04/warning.png" alt="Warning Forever" /><br />
<em>Warning Forever</em></p>
<p>Fico pensando. Eu estou na minha empresa, se eu fico jogando um pouquinho não tem problema, mas quem é funcionário? Os chefes olham feio para quem joga um pouquinho para clarear as idéias? Não é a mesma coisa quando alguém fica levantando e voltando com um copo de café a cada 5 minutos? Vai dizer que você nunca na sua vida viu aquele código colorido ficar embaçado na sua frente que tudo o que pensa é em: praia, cama, joystick, comida (&lt;== cada um com sua preferência). Não vá me dizer que vocês nunca usaram a incrível técnica de ficar selecionando e deselecionando o texto com o <em>shift</em> apertado?</p>
<p>Ninguém é de ferro! Todo mundo tem que dar uma pausa no seu trabalho, seja na cozinha da empresa ou jogando alguma coisa rápida.</p>
<p>E você leitor? Acha que jogar no trabalho uma falta de respeito? Comenta aí vai!</p>
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		<title>Porque o jogo das Chiquititas será um sucesso</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/porque-o-jogo-das-chiquititas-sera-um-sucesso/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/porque-o-jogo-das-chiquititas-sera-um-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 16:39:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Romulo De Lazzari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/plugins/chiquititas.jpg" alt="jogo das Chiquititas será um sucesso" /></p>
<p>O maior mito brasileiro é: &#8220;o Brasil é o país do futebol&#8221;. Pura mentira! Não quero falar de qualidade não! Nossos jogadores são os melhores do mundo, sem dúvida, mas o que acontece com esse país que os times estão todos quebrados e a qualidade das coisas (estádios, transmissões, conforto para o espectador) são horríveis!Uma coisa que definiria meu país seria como: &#8220;o país das novelas&#8221;. Todo dia, em todos os lugares se fala nisso: &#8220;quem matou o João&#8221;, &#8220;quem explodiu o shopping&#8221;, &#8220;fulano beijou ciclana?&#8221; É sempre a mesma coisa, entra autor, sai autor, a rotina não muda. Sempre existe uma história diferente mas que acaba com um beijo no final. E nesse meio tempo passa-se 6 meses de enrolação.</p>
<p>Eu já assisti algumas novelas (hoje em dia não tenho mais tempo) e fiquei surpreso com algumas que, sinceramente, deixam muitos jogos a desejar. Lembro daquela interpretada pela Regina Duarte que deu a luz a uma criança no mesmo dia de sua filha e vendo que a criança dela havia morrido no nascimento, trocou os berços e &#8220;deu&#8221; o seu bebê a ela. Admita, é uma novela, mas o cara que pensou nisso teve uma sacada brilhante! Dá de 10 em muitos jogos que acham <em>&#8220;legal pra car****&#8221; </em>por aí!</p>
<p><em><strong>Nota mental:</strong> imaginem se nós tivéssemos jogos com roteiros de novelas? Seria um sucesso estrondoso!</em></p>
<p>A novela das Chiquititas começou na Argentina e logo já tinha sua versão brasileira. Não deu outra, foi um sucesso estrondoso entre o pessoal mais novo, principalmente entre as meninas. Você pode não ter gostado de Chiquititas, mas diga que nunca gostou de Carrossel? Malhação? Cavaleiros do Zodíaco? Dragon Ball? Capitão Planeta? Naruto? Pokemon? High School Musical? Rebeldes? Todo mundo foi criança (ou ainda é, como eu <img src='http://www.cubagames.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  )  um dia $%&amp;#@! E nada mais justo que explorar todo esse potencial do programa de TV dentro de um jogo.</p>
<p>Agora vamos aos fatos. No Japão, onde o potencial de comercialização e também a aceitação dos jogos é bem maior. Jogos com histórias de animes são na maioria das vezes um sucesso! Quer um exemplo atual? No começo do mês passado foi lançado o Super Smash Bros. Brawl e muita gente divulgou suas vendas estrondosas, o que não é nenhuma surpresa, o surpreendente foi ver o quarto lugar naquela semana: <em>Suzumiya Haruhi no Tomadoi</em> para Playstation 2, com 114 mil cópias vendidas. Você deve estar pensando WTF?! <a href="http://continue.com.br/07/02/2008/bomba-brawl-vende-mais-que-agua-no-deserto-na-semana-do-lancamento-japones">Assim como o &#8220;lef&#8221; fez em sua imagem</a> (bem legal por sinal) no blog Continue. Suzumiya foi um grande sucesso nas TVs japonesas no ano de 2006. Eu o assisti completo e achei bem legal (uma &#8220;historinha boba&#8221; como o Tiago diria) . Acho que não jogaria este jogo <strike>pois deve ser algo bem chato</strike> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_weJMo3h4tg">vi um vídeo no youtube</a> e parece ser algo relacionado à história do anime. Outro grande exemplo é a série de jogos do anime Naruto e Bleach para o DS, vendem como água na terra do &#8220;Livro Sol&#8221;. Sem comentar Dragon Ball, se pensarmos há alguns anos atrás.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/plugins/suzumiya.jpg" alt="Capa de suzumiya Haruhi no tomadoi para PS2" /><br />
<em>Capa do jogo Suzumiya Haruhi no tomadoi </em></p>
<p>Agora imagine isso transferido a nossa realidade, tá bom, 114 mil cópias é um exagero para os nossos padrões, mas que seja metade disso! Já seria um sucesso. Não sei qual foi o real motivo da escolha de Chiquititas para o jogo, poderia ser qualquer outra novela/seriado. Mas o sucesso que o seriado argentino obteve deve impulsionar na curiosidade para a compra do jogo. Que aliás, será feito para Wii, que já é uma grande jogada! Esse é o vídeogame para quem não gosta de vídeogame, vide minha namorada, ela joga seu Wii de vez em <strike>nunca</strike> quando, mas comprou um e isso entra nas estatísticas favoráveis a Nintendo.É claro que qualidade não pode faltar, senão nada vai pra frente, isso depende da Bioroid, produtora responsável pela criação do jogo. <a href="http://assopreafita.wordpress.com/2008/02/12/piada-do-seculo/">Muitos deram risadas</a> com a <a href="http://jogos.uol.com.br/wii/ultnot/2008/02/11/ult4097u1094.jhtm">notícia do jogo</a>, eu simplesmente achei fantástico (além de dar risada) . E, se bem sucedido no desenvolvimento, o jogo será um grande sucesso!</p>
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		<title>Quando os jogos podem atrapalhar?</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/quando-os-jogos-podem-atrapalhar/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 18:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Barão</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal">Lendo os blogs por esse mundão de Deus, cheguei em um post do Dr. Love no Papo de Homem, que uma mulher enviou uma pergunta sobre o que fazer nesse caso:  <a href="http://papodehomem.com.br/meu-marido-me-trocou-pelo-ps3/" target="_blank">o marido dela a trocou pelo Playstation 3</a>. Pensando nesse post, eu resolvi escrever mais um dos posts filosóficos desse Blog (precisamos de uma categoria para isso), sobre como os jogos podem atrapalhar. <o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>Mas em o que os jogos podem atrapalhar?</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/plugins/hardcore_thumb.jpg" alt="Hardcore Gamer" height="317" width="336" /><br />
<em>Com certeza, atrapalha na higiene</em></p>
<p><o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>A primeira coisa que vem é<span>  </span>vida social, por exemplo, ficar trancado em casa jogando <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/World_of_Warcraft" target="_blank">WoW</a> não ajuda em nada a sua vida social com os vizinhos (não vou negar que você conhece um monte de gente pelo WoW). Outro exemplo, O(a) seu(sua) namorado(a) pode não achar nada legal você deixar de ir no cinema com ela(e) por que você vai ficar em casa jogando o seu MMO preferido. Jogar o seu MMO preferido com certeza É legal, mas é importante fazer coisas diferentes.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>A segunda coisa é a vida profissional, pois jogar no trabalho não é legal, mesmo quando você desenvolve jogos, pois se perder muito tempo &#8220;testando outros jogos&#8221; (essa frase é muito ouvida aqui na CubaGames) nenhum dos seus projetos vai evoluir e nunca o seu jogo vai ficar pronto. E se você não trabalha com jogos a situação piora um pouco pois nunca conheci nenhum chefe que gosta de ver os seus funcionários jogando em horário de trabalho.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>A terceira coisa é a saúde, pois só jogar videogame (a não ser que seja o Wii) não vai melhorar a sua forma física. E isso é uma coisa que eu falo com conhecimento de causa pois sou gordinho (elogio) e hoje sofro bastante na academia para perder o que ganhei em muitos anos na frente do videogame.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><o:p> </o:p>A quarta e ultima coisa é a sua saúde mental. Sempre é bom ler um livro, pois mesmo que o Final Fantasy VII tenha a melhor história do mundo, se você ficar só em uma história não vai te ajudar a evoluir <st1:personname productid="em nada. Ler" w:st="on">em nada. Ler</st1:personname> ajuda a conversar melhor, escrever melhor e ter melhores opiniões, seja ler o jornal do dia ou o Senhor do Anéis, qualquer um deles pode ajudar você a melhorar a sua saúde mental. SÓ jogar videogame não ajuda.<o:p></o:p></p>
<p class="MsoNormal"><o:p></o:p>Como sempre, o ideal é a moderação, um pouco de videogame, um pouco de leitura, um pouco de pessoas ao vivo, um pouco de trabalho e um pouco de exercício físico. Cada uma dessas atividades quando feitas com equilibrio irão aumentar a sua qualidade de vida e por consequência as suas conquistas, sejam elas profissionais, sociais, físicas, mentais e até mesmo gamers.</p>
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		<title>Os termos estrangeiros e nossa vida de gamer</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/os-termos-estrangeiros-e-nossa-vida-de-gamer/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 13:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Romulo De Lazzari</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem joga sabe, os jogos estrangeiros dominam, tudo em &#8220;inglêis&#8221;, tudo nesse tal de inglês mesmo. Não tem saída, ou você aprende na marra, ou a coisa incorpora em você: <em>start, pause, online, ping, flash, game</em> e tantos outros termos. E agora, o português já era? Será que é válido a nacionalização (não sei se fala assim mesmo) de termos?</p>
<p>Em Portugal rato e telemóvel são termos comuns. Mas aqui no Brasil ainda soam muito estranhos. Será que é válido &#8220;abrasileirar&#8221; as coisas? Como por exemplo aquela ultra pegadinha na prova de português de sétima série:<em> </em></p>
<p><em> &#8211; Professora, shampoo é com dois </em><em>ós né?<br />
- Xampu se escreve com </em><em>xis e </em><em>ú no final Joãozinho.<br />
- Nossa </em><em>profe, que coisa mais estranha!? Esses caras que fazem xampus são burros hein (ou você que é)?!<br />
</em></p>
<p>Daqui a pouco teremos os <em>mauses</em>, vamos <em>butar</em> ou <em>estartar</em> (se não me engano esse já existe) as máquinas, entrar na <em>internete</em> e postar em nossos <em>blogues</em> os novos <em>raipes</em> (essa foi ruim <img src='http://www.cubagames.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ) do momento.</p>
<p>Eu conheço de dois grandes erros do português em traduções de nomes. Os dois em nomes de países. O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ir%C3%A3o">Irã</a>, que (erroniamente) vêm do termo <em>Iran</em>, que quer dizer &#8220;terras dos arianos&#8221; (lembra dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ariano">arianos</a>, aqueles que o Hitler dizia que eram superiores, blá, blá, blá). Então, aqui está a lógica: &#8220;terra dos arianos&#8221;, Iran que lê-se &#8220;Airan&#8221; por causa de arianos, o nome correto seria &#8220;Airan&#8221; mesmo. É a mesma coisa que começarmos a chamar o &#8220;mause&#8221; de &#8220;mouse&#8221; e achar correto. O outro <strike>grande</strike> gigantesco erro é nome de Camarões. Na verdade não sei ainda o que o nosso amigo crustáceo tem a ver com o nome do país. Talvez alguma divindade camaronesa ou algo assim? <strike>Cagada</strike> Erro do nosso tal do português.</p>
<p>Voltando aos jogos, existem coisas muito engraçadas quando descobre-se diferentes maneiras de falar um termo estrangeiro em terras tupiniquins. Quando escreve-se coisas em inglês cada um lê com o seu tradutor interno, mas quando um escuta o tradutor interno do outro é uma coisa engraçada:</p>
<p><em>- Que m**** de LAG! Tá tudo travado!<br />
- O que você disse?<br />
- LAG p***a! Nunca viu? É que você tem internet de rico!<br />
- Eu nunca tinha ouvido desse jeito, eu falo LÉG, não LAG, sabe, traduzindo ao pé da letra.<br />
- Vai dizer que quando você joga &#8220;Fainal Fantasi&#8221; você fala &#8220;faire&#8221; (fire), &#8220;aice&#8221; (ice), &#8220;Quiure&#8221; (cure), &#8220;Poxian&#8221; (potion) igual um viadinho? Estamos no Brasil fale como está escrito!</em></p>
<p>Sou do time que (tenta) falar as coisas estrangeiras em inglês (igual viadinho), existem algumas que não faço a menor idéia de pronúncia. E outras que nem mesmo sei o significado (quem nunca imitou o John Kabira jogando <em>Winning Eleven</em>?)</p>
<p>As diferenças estão por todos os lugares: eu falo &#8220;um scrép no orkut&#8221;, tem gente que fala &#8220;um scráp no orkut&#8221; e também já ouvi &#8220;um screip no orkut&#8221;. Existe algum certo? Eu acredito que todos. Outro nome falado com grandes diferenças é o jogo Halo: &#8220;ralo&#8221; para alguns, &#8220;rêilo&#8221; para outros (eu falo assim) e também tem ao pé da letra &#8211; &#8220;alo&#8221;.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2369/1913008183_424f2b9569_m.jpg" title="Halo..." alt="Halo..." border="0" height="141" width="240" /><img src="http://farm3.static.flickr.com/2308/1913841998_0637663215_m.jpg" title="...ou ralo?" alt="...ou ralo?" border="0" height="141" width="240" /></p>
<p>A lingua portuguesa (e o miguxês é a prova disso) está aberta a todos os tipos de atrocidades, mas dizer que está errado ninguém pode, cada um traduz os termos do seu jogo favorito do jeito que acha melhor. Melhor ainda se todos os jogos viessem em português. Mas aí que soa mais estranho. Joguem <em>Starcraft</em> em português para ver o que é estranho <img src='http://www.cubagames.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
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