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	<title>CubaGames &#187; CubaGames</title>
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	<description>Notícias sobre o mundo dos games, artigos sobre gamedev, reflexões, tutoriais, games e jogos online</description>
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		<title>Qual o Melhor Console de Todos os Tempos?</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/qual-o-melhor-console-de-todos-os-tempos/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/qual-o-melhor-console-de-todos-os-tempos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que geram mais discussão entre a comunidade de jogadores desocupados é decidir qual o melhor console já feito até hoje. Um dos maiores problemas na hora de tomar esta decisão é a falta de critérios de avaliação claros para poder comparar os diferentes sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">No final das contas todo mundo acaba escolhendo seu console preferido, que marcou sua infância ou adolescência. Outro parâmetro ruim é simplesmente decidir pelo sucesso de vendas do aparelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando no assunto eu decidi fazer uma comparação a fim de eleger o melhor console. Para isso criei cinco critérios de avaliação para atribuir notas e assim comparar cada sistema de forma mais objetiva. Os critérios foram baseados principalmente na questão dos jogos, pois o aparelho em si não vale muita coisa, e sim o que podemos jogar nele. Porém, dois critérios consideram também a importância geral do aparelho de maneira atemporal.</p>
<p style="text-align: justify;">Os critérios são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[VAR] Variedade de jogos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O quão variado é o acervo de jogos para o sistema. Quanto mais títulos de gêneros e gostos diferentes, maior será a pontuação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[REL] Relevância dos jogos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui o que conta é a relevância dos principais jogos do sistema. A boa relação entre títulos bons, marcantes e revolucionários em uma quantidade razoável determina uma boa nota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] Qualidade técnica dos jogos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pontua bem o sistema que contém jogos que envelheceram bem. Quanto maior a quantidade de glitches e dificuldade de jogar os games, menor a nota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[HARD] Qualidade do hardware e periféricos/facilidade de desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O qual durável o console e seus controllers foram, quão avançado para a época ele era e o quão simples era desenvolver para ele determina parte do sucesso do aparelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[INO] Inovação/revolução/relevância do sistema para a indústria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se console trouxe ideias revolucionárias e ajudou a estabelecer novos padrões para a indústria, receberá uma boa nota neste quesito.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada critério recebe nota 0/1/2, que representa o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>0</strong> &#8211; nada/pouquíssimo/ruim<br />
<strong>1</strong> &#8211; parcial/regular/adequado<br />
<strong>2</strong> &#8211; superior/importante/numeroso</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de somente 3 pontos na nota reduz sua subjetividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer a comparação, elegi 12 consoles que considero relevantes e que teriam chances reais de vencer a competição. Não escolhi consoles da última geração porque ela ainda não acabou. Não escolhi consoles muito de nicho ou que claramente perderiam para seus concorrentes. Não estou considerando também quaisquer recursos de retrocompatibilidade e emulação a fim de tornar a comparação mais justa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cada avaliação farei um breve comentário justificando minha nota. No final o console recebe uma nota total, que pode atingir no máximo 10 pontos. Todos os critérios possuem o mesmo peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos às avaliações:</p>
<p style="text-align: justify;"><!--more--></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Atari 2600</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/atari2600.jpg"><img class="size-full wp-image-3105 aligncenter" title="atari2600" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/atari2600.jpg" alt="" width="240" height="138" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A variedade de games era razoável. Após alguns títulos de sucesso, todo mundo começou a copiar a fórmula, que inundou o console de shooters e rebatedores de bolinhas. Ainda assim o console tinha títulos de esporte que parecem esporte, e shooters espaciais que passavam a sensação de estar do espaço.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O console teve uma grande quantidade de títulos medíocres, mas isso não desmerece os grandes títulos que tornaram o console um ícone, principalmente os da Actvision.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos grandes títulos terem uma qualidade técnica primorosa, os jogos ruins que são maioria arrastam a estatística para baixo. Ainda assim é possível jogar os jogos do Atari hoje sem sentir um asco. Na verdade muitos jogos são bastante agradáveis, com sons simples e gráficos psicodélicos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [HARD] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O aparelho é durável mas os joysticks quebram com facilidade. Desenvolver no console requer técnicas ninja para driblar as limitações técnicas. Para se ter uma ideia, o Atari 2600 foi feito inicialmente para rodar variações de Pong e Tank. Todos os jogos que fogem deste padrão usaram os recursos do console de maneira engenhosa, diferente do padrão.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Atari 2600 foi extremamente importante para firmar a indústria de consoles com o hardware e software vendidos separadamente. Foi também nele que a primeira Third Party surgiu, a Actvision.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________<br />
</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Nes</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3106" title="nes" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nes.jpg" alt="" width="208" height="149" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Nes possui uma vasta biblioteca de games que realmente representavam aquilo que almejavam. Os jogos de rebater bolinha ou os shooters abstratos deram lugar a enredos primitivos mas interessantes, jogabilidade variada e temas diversos. Jogos de navinha coexistiam com simuladores primitivos. Jogos de corrida tinham pistas reais. Jogos de aventura tinham personagens humanoides reconhecíveis.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">As principais franquias da games atuais começaram ou passaram pelo Nes. Muitos destes games são referências tanto nos controles simples e funcionais quanto nas trilhas sonoras inesquecíveis, como Mega Man, Mario Bros. e Castlevania. O Nes ainda tinha várias adaptações dos arcades famosos da época, como Pac-Man, Galaga e Donkey Kong com mecânicas inalteradas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos poucos títulos de sucesso terem envelhecido bem, muitos outros jogos medianos são quase impossíveis de ser jogados. Muitas mecânicas novas tinham boa intenção mas eram mal executadas. Os controles dos personagens raramente eram precisos. Os gráficos tinham tantos glitches que nem os nostálgicos sentem saudades (peraí, tem louco que gosta disso).<br />
<strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O hardware é bastante resistente e durável. O console era relativamente fácil de codificar e o Nintendo tinha um bom controle de qualidade não tão restritivo para os games. Ainda assim considero o console menos poderoso do que deveria ser. O console não suportava muitos sprites alinhados e não tinha uma boa paleta de cores. Os cartuchos tinham uma memória limitada e quando começaram a aumentar a capacidade, os desenvolvedores tinham que incluir chips especiais no cartucho para que o console conseguisse ler a memória ROM extra, pois até a capacidade de leitura dos dados era limitada por hardware.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Nes teve um papel similar ao Atari 2600, trazendo de volta o segmento dos consoles domésticos, mas desta vez com algum controle da Nintendo para que não houvesse uma avalanche de games ruins e baratos que destruísse o mercado. O controle com direcional em cruz e os botões frontais são um padrão até hoje. Além disso, os cartuchos poderiam trazer chips de RAM alimentados com bateria interna que salvava o progresso dos games, reduzindo a importância dos passwords e simplificando a jogatina, abrindo a possibilidade de criar games de aventura realmente longos e profundos, como os RPGs.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Master System</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/master_system.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3107" title="master_system" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/master_system.jpg" alt="" width="254" height="139" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Master System, ao contrário do Nes, teve uma vida curta. Muitos dos jogos lançados no Master são &#8220;demakes&#8221; das versões arcade ou do Mega Drive, o que impediu o console de ter uma grande variedade de títulos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Master System foi lar de uma grande quantidade de games de qualidade e sucesso, mas muitos dos games bons dele são de alguma forma títulos menos relevantes nos dias atuais. Outros games bons apareceram primeiro nos arcades ou são spin-offs de séries do irmão mais novo de 16 bits. Por causa disso eu tiro 1 ponto de relevância.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do Nes, o Master já era levemente poderoso a ponto de fazer games 2D com alguma competência. O áudio é de qualidade para os padrões da época e os games tinham um grande esmero. Boa parte disso é que a maioria dos títulos relevantes eram da própria Sega. Digo que seus games envelheceram bem.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Tanto o hardware quanto os periféricos eram bons e o console não era uma caixa de pandora para programar. Ports de qualidade eram feitos em pouco tempo e os cartuchos dificilmente precisavam suprir alguma deficiência de hardware na forma de chips especiais.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por ter chegado tarde na era 8 bits e ter um acervo baseado em séries já existentes, o console não foi muito bem recebido mundialmente. Boa parte de seus games eram compatíveis com o Game Gear, que lhe tirava ainda mais importância. Pistolas de luz e controller retangular também já não eram novidade.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Game Boy/Color</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/game_boy.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3108" title="game_boy" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/game_boy.jpg" alt="" width="150" height="170" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">No início o Game Boy recebia muitos ports de games de Nes, o que lhe deu uma vasta biblioteca logo nos primeiros anos de vida. Após a explosão de vendas com Pokemon, o console passou a receber ports e demakes de grandes títulos da época para a versão Color, como Turok, Micro Machines, Top Gear e Air Force Delta. Contando com a versão Color, o Game Boy teve 12 anos de vida, recebendo jogos atrás de jogos ininterruptamente.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitos games do Game Boy marcaram época e foram grandes fenômenos de vendas, como Tetris, Mario Land, Zelda: Link&#8217;s Awakening e Pokemon. Diferente do Nomad ou Game Gear que só tinham o apelo de serem portáteis, o Game Boy tinha títulos únicos que realmente impulsionavam a venda do aparelho.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Os jogos de Game Boy eram inferiores tecnicamente aos concorrentes portáteis. Isso sempre pesou contra a fama do aparelho. Apesar disso, a versão Color conta com games modernos e interessantes até hoje.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Haters gonna hate, mas tirei 1 ponto pelo fato de ser monocromático até 1998.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O que seriam dos portáteis sem este pequeno monstro que economiza nas pilhas e nos gráficos para proporcionar aquilo que foi seu chamariz: a mobilidade (se bem que temos aquele tijolão antes dos modelos Pocket&#8230;).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Mega Drive</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mega_drive1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3127" title="mega_drive" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mega_drive1.jpg" alt="" width="205" height="153" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A Sega tem uma incrível capacidade de fazer jogos dos mais variados estilos e mantendo alguma qualidade. O Mega Drive não teve a sorte do Super Nintendo de ter tanto apoio de third parties, mas cada gênero que estivesse em baixa, a Sega preenchia com algum título competente, de luta até plataforma.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Dando um desconto danado para todas as coletâneas que a Sega lança, o Mega Drive foi o lar de grandes clássicos como Streets of Rage, Sonic The Hedgehog (o &#8220;herético&#8221;), Vectorman, e de ports de títulos arcade da Sega. Mas tiro um ponto por grande parte dos jogos serem parecidos, com uma estrutura muito arcade. Outro problema é que a Sega tinha o hábito de lançar games similares aos da Nintendo sempre para dar uma &#8220;resposta&#8221;. Sonic é a resposta ao Mario. Vectorman é uma resposta ao Donkey Kong. Virtua Racing é uma resposta ao Star Fox/Stunt Race FX. Beyond Oasis é uma resposta à Zelda. De coisa inovadora, só nos arcades, com demakes para o console.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de algumas limitações básicas do console, os jogos eram rápidos e tinham bons controles. Até hoje são agradáveis de jogar e o audio em baixa qualidade tem seu charme.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Acho que ter duas variações principais do controller não ajuda muito. Jogar games de luta com o controller de 3 botões era horrível. O de 6 botões melhorava. O layout com 3 botões enfileirados dificultava pressionar mais de um botão ao mesmo tempo. O direcional não era tão fácil de pressionar também. Lembro que tinha muita dificuldade de jogar Street Fighter e fazer comandos com ele. O aparelho em si era muito bom, mas pecava pelo áudio em baixa qualidade e um paleta de cores um pouco menor. Em compensação o processador era muito rápido.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Assim como o Super Nes é um Nes mais &#8220;Super&#8221;, o Mega Drive não passa de um Master System turbinado. Nada de revoluções aqui.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Super Nes</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/super_nes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3110" title="super_nes" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/super_nes.jpg" alt="" width="183" height="146" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Jogos para todos os gostos. O Super Nes foi o upgrade do Nes, mantendo o que o seu antecessor sempre fez bem: oferecer muitos títulos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Grandes séries surgiram ou se estabelesceram no Snes. Ports competentes de arcade fizeram muitos comprar o aparelho para ter os arcades em casa. O gênero jRPG explodiu no sistema e até hoje são eleitos os melhores de todos os tempos. Os grandes títulos da Nintendo para ele figuram entre muitos Top 10 por aí.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A grande maioria dos jogos envelheceram bem, com uma boa direção de arte e controles precisos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Além de ser simples de desenvolver games para ele, o Snes tinha alguns efeitos gráficos extras que faziam toda a diferença na hora de projetar games. F-Zero foi um salto para os games de corrida por ter pistas em 3D real. O aparelho e o controller são bastante resistentes e fáceis de ligar. O design é minimalista com dimensões modestas (muitos concorrentes faziam questão de parecerem discos voadores).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Todas as qualidades acima vieram com um preço. O console 16 bits da Nintendo não trouxe nenhuma inovação para a indústria de games. Os controllers são totalmente inspirados no laytout da geração anterior, o que é ótimo. Tivemos o acrécimo dos botões L e R acima do controller que veio a se tornar um padrão. Mas isso não é revolucionário o suficiente para ganhar 1 ponto.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>PS1</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3111" title="ps1" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps1.jpg" alt="" width="189" height="162" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Playstation teve como mérito uma maior flexibilização política da Sony para lançar jogos. O console ganhou muitos títulos adultos e quebrou a hegemonia dos jogos de mascote. Ao mesmo tempo em que o console ganhava títulos inovadores em 3D, muitos jogos de mecânicas mais tradicionais em 2D eram lançados também.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de muitos títulos de baixa qualidade terem aparecido no início, muitas séries antigas renasceram com força, como Metal Gear, Final Fantasy e Castlevania. Títulos exclusivos eram feitos aos montes e para todos os gostos, desde os musicais até corrida.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por ser um console da primeira geração dos consoles de CD e gráficos em 3D, o Playstation, assim como seus concorrentes,  não era capaz de ler o conteúdo do disco numa velocidade satisfatória. Os gráficos eram cheios de artefatos e o frame rate geralmente era mais baixo que o mínimo tolerável. Hoje são poucos os jogos que envelheceram bem. Até o Gran Turismo que pode ser considerado um dos melhores jogos em 3D do console tem um frame rate que não consigo mais tolerar.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O console era frágil comparado com o 3DO e o Saturn. O direcional em cruz sem o centro (com botões que simulam independência entre eles) não facilita muito o manuseio. O analógico do Dual Shock não era tão preciso. O console não tinha memória RAM em quantidade razoável para permitir boas conversões dos arcades 2D pelo fato da Sony querer investir somente no 3D. Ainda assim, era o 32 bits com o melhor gráfico 3D e parecia ser fácil programar jogos para ele (definitivamente melhor que o Saturn).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ter sido o primeiro a utilizar CDs e gráficos 3D, o Playstation foi o primeiro console a consolidar essas tecnologias, aliado ao sistema de licença de jogos mais produtiva da Sony, que tornou o aparelho popular entre as massas e os hardcores de nicho.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 7</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Nintendo 64</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nintendo64.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3112" title="nintendo64" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nintendo64.jpg" alt="" width="258" height="139" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Plataforma demais. RPG e luta de menos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Nintendo 64 foi um dos consoles com a maior quantidade de títulos exclusivos e relevantes de qualidade. Cada jogo feito pela Nintendo e Rare trazia alguma inovação técnica ou nas mecânicas. Muitos títulos de terceiros inovaram ou reinventaram seus gêneros. O console teve o melhor jogo de F1 fora dos PCs. Turok e Goldeneye mostraram como fazer FPS para consoles. Mario é referência em plataforma 3D até hoje (com a melhor câmera). E Zelda mostrou como fazer aventura em 3D.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitos títulos ainda são decentes e os gráficos são toleráveis. Apesar de muitos jogos das primeiras gerações terem poucos polígonos e muito fog, o frame rate dos piores jogos oscila pelos 25-30 quadros, sendo que muitos títulos rodam a 60 quadros constantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A água de Wave Race ainda é bonita. A estabilidade de Mario 64 enche os olhos. A velocidade de F-Zero me impressiona até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Os controles são simples e funcionais, no melhor padrão Nintendo (e Rare).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O N64 figura entre os consoles mais robustos já feitos até hoje. Como não possui partes móveis, o bicho aguenta a passagem do tempo e até pancadas com tranquilidade. Para programar, o Nintendo 64 era relativamente fácil. A arquitetura era simples, com uma única CPU fazendo tudo. Isso dava flexibilidade para os programadores poderem investir mais num aspecto técnico em detrimento de outro. F-Zero por exemplo tem excelente frame rate, velocidade e iluminação em detrimento dos modelos, texturas e efeitos sonoros. Zelda fazia exatamente o oposto. Sem esta arquitetura, Zelda e F-Zero não seriam os mesmos. O cartucho permitia vencer a limitação de velocidade de transferência de dados imposta pelo CD, além de prover memória EPROM (sem bateria), para salvar os jogos. É verdade que os cartuchos eram mais caros, mas muitos jogos de múltiplos discos do PS1 também eram. No final, acho que utilizar cartuchos foi uma escolha acertada para o modelo de negócios da Nintendo, principalmente pelo fato dela nunca ter tido a verdadeira intenção de competir diretamente com a Sony.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O console trouxe o Rumble Pak, analógicos, tecla Z, quatro entradas para controllers e jogos que realmente se aproveitavam de tudo isso. Ganha 1 ponto.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Dreamcast</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamcast.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3113" title="dreamcast" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamcast.jpg" alt="" width="212" height="126" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Dreamcast dependia basicamente de conversões de arcade da Sega e da Capcom. Era o antagonista do Nintendo 64, tendo muitos games de luta e poucos de aventura tradicional.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Quase mereceu zero, visto que muitos jogos famosos do console já existiam para arcade ou foram portados para o Playstation 2 e PC. Acho que Shenmue é o único grande jogo que só pode ser jogado com o Dreamcast. Ainda assim, ele ganhou muitos jogos autorais (eufemismo para bizarros) da Sega, como Seaman, Space Channel 5 e Jet Set Radio. O fato de seus ports de arcade serem sempre melhores ajuda a ganhar um ponto.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Não há como negar que os jogos são bonitos e rápidos até hoje. O Dreamcast foi o primeiro console a fazer jogos 3D com qualidade globalmente aceitável. O Nintendo 64 ainda tinha exceções, mas o DC nunca fazia feio.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O hardware estava à frente do seu tempo, com leitura rápida do disco, boa capacidade de processamento, memória RAM sempre satisfatória e programação simplificada, que permitia ports rápidos para PC. Além disso, reza a lenda que o chip de som do Dreamcast chega a ser melhor que os chips dos consoles da geração 128 bits.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Dreamcast trouxe algumas pequenas novidades, como modem para jogar online e os gatilhos analógicos. De resto, tudo igual.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 7</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;">Gameboy Advance</h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/gba.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3125" title="gba" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/gba.jpg" alt="" width="203" height="162" /></a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2<br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O Gameboy Advance se tornou o novo Gameboy Color, recebendo vários spin-offs de títulos dos consoles de mesa, além de vários remakes de grandes jogos do Super Nintendo. O portátil tem de tudo, até games de corrida com gráficos poligonais.</p>
<h3><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p>Muitos títulos bons saíram, e apesar de não ter nenhum título realmente revolucionário, a grande maioria deles ganharam algum destaque e não tinham versões em outro console. Destaque para os Castlevania, Metroid e F-Zero. O console também ganhou muitos títulos decentes de RPG tático, como Tactics Ogre, Onimusha Tactics, Fire Emblem e Super Robot Taisen. Tiro 1 ponto por não ter tido algo bombástico.</p>
<h3><strong>[QUAL] &#8211; 1<br />
</strong></h3>
<p>O GBA foi o ápice dos jogos 2D. Tudo o que era construído em pixel art ou feito à mão ficava bonito, como Mario e Luigi, Pokemon e Metroid. Porém, acredito que por uma questão de custo e velocidade, muitos games 2D utilizavam sprites de gráficos 3D pré-renderizados, similar à tecnologia empregada em Donkey Kong. O problema é que os sprites tinham um péssimo tratamento e ficavam meio borrados, ou ainda com aparência de boneco de cera. Mario Tennis e o Tomb Raider usam este tipo de tecnologia. Os ports de Donkey Kong Country possuem gráficos horríveis, com uma clara compressão de cores, sem tratamento nenhum. Feio e Fail.</p>
<h3><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p>O portátil era um Super Nintendo com mais  velocidade e maior paleta de cores. Apesar do áudio ser meia boca, isso  não desmerece o console. O layout dos botões é bom e a tela tinha alguma qualidade logo no início. Apesar de ser um portátil, ele não chegou a sofrer tanto com isso, mantendo uma boa autonomia e ganhando versões com telas melhores. O hardware aparentemente era fácil de trabalhar por ganhar muitos jogos em um curto espaço de tempo.</p>
<h3><strong>[INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p>Não trouxe nada de novo como o seu irmão mais velho fez. No fim das contas, os portáteis geralmente eram portas de entrada para empresas pequenas lançarem jogos ou empresas grandes fazerem coisas novas sem medo de fracassar. O GBA era o XBLA ou o Steam do mercado japonês da época.</p>
<h3><strong>TOTAL = 6</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>PS2</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3126" title="ps2" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ps21.jpg" alt="" width="215" height="161" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O PS2 foi o novo Super Nintendo em quase tudo. Hoje talvez ele tenha a mais diversificada biblioteca de jogos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitos jogos do PS2 se destacaram e tornaram-se clássicos. Séries de sucesso surgiram e mantiveram-se fiéis à plataforma, não tendo recebido ports para outros consoles, como Devil May Cry, Onimusha (esse nem tanto), Ico e God of War. Ter um PS2 é obrigatório para qualquer gamer hardcore.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Praticamente não há jogos importantes com problemas gráficos, serrilhados ou lentidão que tornem a experiência pior. Tudo funciona bem e muitos jogos são até mais estáveis que muita coisa desta última geração.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O PS2 tinha entrada de rede ou modem para jogar online, leitura rápida de DVDs, controllers bons, boa capacidade de hardware e memory cards com bastante espaço. Apesar de ser o mais frágil de sua geração, ele tem uma vida útil muito maior do que o PS1. Aparentemente não havia necessidade de programação ninja para fazer coisas diferentes, como nos consoles antigos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong> [INO] &#8211; 0</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Como regra em todas as gerações pares, o PS2 só aprimorou o que o PS1 trouxe de novidade. A capacidade de se conectar pela Internet já existia no Dreamcast e a Sony nem soube explorar isso direito. Além disso, o controller não mudou nada do anterior (os botões digitais aceitam diferentes níveis de pressão, mas poucos jogos utilizaram isso direito).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 8</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>XBox</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/xbox.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3114" title="xbox" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2012/01/xbox.jpg" alt="" width="197" height="198" /></a><br />
</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[VAR] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O primeiro console da Microsoft chegou arrebentando, mas falhou em trazer uma grande variedade de jogos. Não havia tantos títulos japoneses para ele e os americanos ainda estavam ocupados demais fazendo jogos para PC.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[REL] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O XBox teve a melhor versão de GTA 3, algumas continuações de jogos do Dreamcast, como Shenmue 2, Jet Set Radio Future e Sega GT 2002. Tirando Halo 1 e 2, não me lembro de nada bombástico que só tenha saído no XBox.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[QUAL] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Assim como os consoles de seu tempo, o XBox não fazia feio. Na verdade, seu hardware superior garantia ports levemente mais bonitos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[HARD] &#8211; 2</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O aparelho é cobiçado até hoje para ser usado como emulador de consoles antigos. A inclusão de HD, modo online um pouco mais sofisticado e um hardware robusto fizeram da caixa um verdadeiro divisor de águas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>[INO] &#8211; 1</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Só o fato do XBox anteceder o 360 já garante 1 ponto. A geração atual não seria a mesma sem o monolito da MS. O controller pegou o que havia de melhor no Dreamcast e PS2, adicionando gatilhos e dois analógicos, com um design confortável.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>TOTAL = 7</strong></h3>
<p><strong>____________________________________________________</strong></p>
<h2><strong>Pontuação:</strong></h2>
<p><strong>Nes &#8211; 8</strong><br />
<strong>Game Boy / Color &#8211; 8</strong><br />
<strong>Super Nes &#8211; 8</strong><br />
<strong>Nintendo 64 &#8211; 8</strong><br />
<strong>PS2 &#8211; 8</strong><br />
<strong>Playstation &#8211; 7</strong><br />
<strong>Dreamcast &#8211; 7</strong><br />
<strong>XBox &#8211; 7</strong><br />
<strong>Atari 2600 &#8211; 6</strong><br />
<strong>Master System &#8211; 6</strong><br />
<strong>Mega Drive &#8211; 6</strong><br />
<strong>Game Boy Advance &#8211; 6</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A partir das notas dadas, chegamos a vários consoles com notas repetidas. Para poder desempatar, vou ter que dar pesos para as notas de cada critério. Decidi que os 3 primeiros critérios merecem mais peso que os 2 últimos porque os primeiros estão diretamente relacionados à qualidade do acervo de jogos. Mas isso serve só para desempatar, e não para fazer com que consoles de notas menores fiquem à frente de consoles com notas maiores.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Multiplicando as 3 primeiras notas por 2 e somando os totais novamente, temos:</strong></p>
<p><strong>Super Nes &#8211; 8 -&gt; 14</strong><br />
<strong>PS2 &#8211; 8 -&gt; 14</strong><br />
<strong>Nes &#8211; 8 -&gt; 13</strong><br />
<strong> Game Boy / Color &#8211; 8 -&gt; 13</strong><br />
<strong> Nintendo 64 &#8211; 8 -&gt; 13</strong><br />
<strong> Playstation &#8211; 7 -&gt; 12</strong><br />
<strong> Dreamcast &#8211; 7 -&gt; 11</strong><br />
<strong> XBox &#8211; 7 -&gt; 11</strong><br />
<strong>Mega Drive &#8211; 6 -&gt; 11</strong><br />
<strong> Atari 2600 &#8211; 6 -&gt; 10</strong><br />
<strong> Master System &#8211; 6 -&gt; 10</strong><br />
<strong> Game Boy Advance &#8211; 6 -&gt; 10</strong></p>
<p>Com isso, temos ainda um empate entre o <strong>Super Nes</strong> e o <strong>PS2</strong>. Ambos os consoles já estavam no topo da minha lista antes, o que demonstra que o sistema de notas ficou bom. Mas e aí, qual será o melhor de todos? Para mim, o <strong>PS2</strong> ainda consegue ter uma biblioteca maior de games, mas o <strong>Snes</strong> fez tudo o que ele fez antes do <strong>PS2</strong>.</p>
<p>Quer saber? Na dúvida, tenha ambos.</p>
<p>Você acha que errei em alguma coisa? Acha que outro console poderia ter entrado na briga? Fui sonysta ou nintendista demais? Deixe sua opinião aí!</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://www.cubagames.com.br/qual-o-melhor-console-de-todos-os-tempos/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Apoio ao Voto Distrital</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/apoio-ao-voto-distrital/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/apoio-ao-voto-distrital/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 03:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/voto_distrital.png"><img class="size-full wp-image-2899 aligncenter" title="voto_distrital" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/09/voto_distrital.png" alt="" width="287" height="125" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estou aqui num post off-topic mas muito importante (mais até que os games!), para divulgar o movimento pelo Voto Distrital. Trata-se de um abaixo-assinado para apoiar o voto distrital.</p>
<p style="text-align: justify;">E o que é o <strong>voto distrita</strong>l, você pergunta?</p>
<p style="text-align: justify;">Este sistema é uma alternativa ao modelo atual de <strong>voto proporcional</strong> para deputados estaduais, federais e vereadores. No modelo atual, os partidos ganham cadeiras extras caso haja candidatos com um grande número de votos, o que permite eleger outros candidatos não tão bem votados para manter um certo equilíbrio entre o número de representantes por partido. O que acaba ocorrendo na prática é que candidatos famosos levam consigo vários desconhecidos e assim partidos sem grande importância ou mérito conseguem mais poder. Além disso, a população não se lembra em quem votou, pois seus representantes podem ser de qualquer lugar. Neste modelo, fica difícil eleger alguém geograficamente próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo modelo é melhor por levar em consideração o tamanho do país, e assim consegue fazer com que cada eleitor seja melhor representado por dividir os estados em distritos. São eleitos quem realmente merece, e não quem teve a sorte de entrar pelo voto de colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muita gente admirável e crítica está apoiando a causa. Curiosamente, muita gente mal intencionada apoia um modelo contrário, de lista fechada.</p>
<p style="text-align: justify;">Pare de jogar um pouco e <a href="http://www.euvotodistrital.org.br/assine/">assine!</a></p>
<p style="text-align: justify;">Para se informar melhor, leia <a href="http://www.euvotodistrital.org.br/voto-distrital/o-que-e/">esta página</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A meta inicial é atingir 100 mil assinaturas, então eu conto contigo. O voto distrital vai ajudar de verdade a melhorar um pouco mais o país.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Frases motivacionais:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O homem é um animal político.&#8221;</em> (Aristóteles)</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.&#8221;</em> (Arnold Toynbee)</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Sou contra o voto distrital!&#8221;</em> (Zé Dirceu)</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">www.euvotodistrital.org.br</p>
]]></description>
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		<title>A Importância de Garshasp</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/a-importancia-de-garshasp/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/a-importancia-de-garshasp/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 May 2011 15:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Garshasp.jpg"><img class="size-full wp-image-2691  aligncenter" title="Garshasp" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Garshasp.jpg" alt="" width="380" height="214" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quem acompanha a indústria de games já deve ter ouvido falar do game <strong>Garshasp &#8211; The Monster Slayer</strong>, lançado recentemente. Este game mediano é baseado num mito persa e utiliza mecânicas similares aos Prince of Persia atuais e ao consagrado God of War, não havendo nada nele que chame a atenção&#8230; exceto por ter sido produzido por uma empresa iraniana chamada Fanafzar e finalizado pela americana Dead Mage Studio.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha primeira reação ao descobrir a origem do game foi de estranheza. Não consigo associar o oriente médio a produtos de tecnologia, principalmente do setor de entretenimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Já minha segunda reação foi de felicidade. Para muitos pode parecer irrelevante, mas ver um país tão avesso ao modo de vida ocidental lançar um jogo moderno é um grande salto. E olha só que interessante, o jogo se baseia em Prince of Persia e God of War. Para quem não sabe, o império persa é hoje o atual Irã. Por terem o Islã como religião dominante, afirmamos incorretamente que os iranianos são árabes. Mas não são. E os antigos islâmicos foram responsáveis por preservar livros gregos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Irã é uma nação culturalmente rica, e nós só conhecemos a cultura deles através de obras ocidentais. Garshasp foi o primeiro passo contrário dentro do mundo nerd, não só por trazer um produto que explora a mitologia persa, mas também por aproximar civilizações distantes com uma obra de acesso global e irrestrito.</p>
<p style="text-align: justify;">Fugindo um pouco do assunto mas nem tanto, a cultura árabe é uma das mais fascinantes do mundo, e toda a filosofia, ciência, matemática e astronomia que o mundo moderno possui deve muito aos árabes. Enquanto a Europa estava estagnada cientificamente e até certo ponto filosoficamente na idade média, os árabes estavam estudando os gregos e traduzindo os livros de Aristóteles. Boa parte do material da antiguidade que temos hoje se deve à preservação pelos estudiosos islâmicos. Somente no final da idade média os gregos voltaram a ter algum destaque através de Tomás de Aquino.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que a civilização ocidental moderna teve sua tocha carregada pelos povos islâmicos por alguns séculos, preservando o conhecimento anterior e o enriquecendo. Não é à toa que dois terços das estrelas com nome possuem nomes árabes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, não temos tanto material de entretenimento nerd vindo de países árabes. Uma exceção é a hq <strong>The Ninety-Nine</strong>, com pessoas escolhidas por Alá que desenvolvem superpoderes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/05/The99.jpg"><img class="size-full wp-image-2692  aligncenter" title="The99" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/05/The99.jpg" alt="" width="380" height="212" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se hoje temos uma grande admiração pela cultura japonesa, isso se deve muito à penetração da cultura japonesa no mundo ocidental.</p>
<p style="text-align: justify;">Imaginem o quanto os ocidentais e povos islâmicos se aproximariam com produtos nerd que valorizem suas culturas e tradições.</p>
<p style="text-align: justify;">Que os árabes se esforcem cada vez mais para mostrar ao mundo que muito antes de &#8220;Al-Qaeda&#8221;, tivemos &#8220;Aldebaran&#8221;, &#8220;Álgebra&#8221;, &#8220;Alquimia&#8221; e &#8220;Algoritmo&#8221;.</p>
]]></description>
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		<item>
		<title>Resposta à carta da EGW</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/resposta-a-carta-da-egw/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/resposta-a-carta-da-egw/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 May 2011 02:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[EGW]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/05/capa_egw113a.jpg"><img class="size-full wp-image-2684  aligncenter" title="capa_egw113a" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/05/capa_egw113a.jpg" alt="" width="250" height="334" /></a></p>
<p><em>Na última edição da revista EGW (113 &#8211; Capa de Mortal Kombat), um leitor teve sua carta publicada como Carta do Mês. O tema foi bastante interessante e fiquei com tanta vontade de comentar que acabei enviando um email para a EGW com minha resposta. No email do leitor, ele comentou sobre a EGW ter ficado séria demais, se tornando chata e não condizendo com a diversão que os games representam.</em></p>
<p><em>Decidi publicar aqui meu email enviado, pois trata-se de um tema que gosto, que é a imprensa gamer. Eis meu texto:</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Na última edição o leitor Max Esteves escreveu um email que foi  publicado como Carta do Mês. Gostaria de comentar a respeito. Em  primeiro lugar, concordo com boa parte do que ele falou sobre a  seriedade das revistas de games, incluindo a EGW. Mas devo concordar  também com a posição da revista em tentar se manter mais séria.</p>
<p>O que podemos aprender com o email e com a maturidade da revista é  que o mercado de games evoluiu, sim, e isto não se pode negar. O papel  da imprensa gamer é reportar o mundo dos games, e se o mundo dos games  evolui, a imprensa também evolui.</p>
<p>Confesso que tenho uma certa saudade das revistas de games da década  de 90, com seus termos &#8220;irados&#8221; e palavreado &#8220;supimpa&#8221;. A fórmula de  sucesso de qualquer revista daquela época era a tríade  News/Previews/Reviews. Como não havia Internet popular ou mesmo sites  de qualidade, os jogadores contavam com veículos impressos para julgar  novos games e saber das novidades. Hoje, uma revista entupida de reviews  enormes não faz o menor sentido. Nesta nova era da imprensa gamer,  diversificar foi preciso.</p>
<p>Ainda acho importante que as revistas tragam vários reviews. Eu, como  leitor assíduo, sempre leio as revistas de games por inteiro numa  tentativa de &#8220;platiná-la&#8221;, talvez. Com isso eu leio reviews que  normalmente não leria num portal na Internet. Por ler esses reviews,  acabo conhecendo melhor os games de outras plataformas e estilos.</p>
<p>Portanto, a EGW está de parabéns por ter evoluído e acompanhado seu  público. Gosto de ler textos profundos sobre nosso universo preferido e a  EGW tem se esforçado muito para proporcionar ao leitor este material.  Agora, concordando com Max Esteves, falta um pouco de irreverência, sim,  e isso é um problema global da imprensa gamer. Por mais importante que  seja o mercado de games, o objetivo principal deste universo foi e  sempre será de entreter.</p>
<p>Que a EGW consiga buscar o equilíbrio entre ser séria (moderna) e supimpa (antiga).</p>
]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>Conteúdo Inteligente Sobre Games</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 18:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/04/master_chief_thinker.jpg"><img class="size-full wp-image-2671  aligncenter" title="master_chief_thinker" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/04/master_chief_thinker.jpg" alt="" width="129" height="184" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O portal Gamespot é o site de games que eu mais acesso. Abro o site diariamente em busca de previews, reviews e outras novidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, alguns textos diferentes começaram a aparecer na home do portal. De início eu não dei muita atenção, mas depois vi que eram frequentes. Os textos em questão são artigos escritos por várias pessoas do staff do portal, e com assuntos que fogem da fórmula notícia/review. São artigos inteligentes, que esmiuçam um pouco mais o mundo dos jogos ou mesmo trata de temas polêmicos com uma profundidade satisfatória.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim isso sempre foi um ponto positivo. Nós sempre nos vangloriamos do sucesso da indústria de games, mas nunca tivemos uma abordagem adulta ou profunda desse universo. Por várias vezes eu me deparo com textos bem redigidos analisando um filme como uma grande obra de arte. Ou mesmo um livro ou uma música. Mas games sempre foram vistos como aquele punhado de polígonos e sons, com uma nota atribuída. Faz falta para a gente um pouco mais de discussão sobre os games que fujam das análises atuais baseadas em reviews ou previews. Felizmente, muitos sites e até revistas estão lentamente caminhando para esta direção.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, se queremos um tratamento sério para os games por parte da mídia, temos também que mostrar que os games merecem isso. E o começo é argumentar sobre eles de maneira profunda.</p>
<p style="text-align: justify;">Os textos do Gamespot em questão fazem parte da coluna <strong>Reality Check</strong> e do <strong>Why It Matters</strong>.</p>
<p>Links:</p>
<p><a href="http://www.gamespot.com/features/6306668/index.html">Reality Check: 3DS vs. iOS</a><br />
<a href="http://www.gamespot.com/features/6308543/index.html">Reality Check: Duke Nukem Forever Isn&#8217;t Sexist</a><br />
<a href="http://www.gamespot.com/features/6309327/index.html">Reality Check: No Country for Mortal Kombat</a></p>
<p><a href="http://www.gamespot.com/features/6309616/index.html">Why It Matters: Music</a><br />
<a href="http://www.gamespot.com/features/6308734/index.html">Why It Matters: Storytelling</a><br />
<a href="http://www.gamespot.com/features/6307277/index.html">Why It Matters: The Art of Villainy</a></p>
]]></description>
		<wfw:commentRss>http://www.cubagames.com.br/conteudo-inteligente-sobre-games/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Gamers Heart Japan</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/gamers-heart-japan/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/gamers-heart-japan/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 01:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O portal de games <a href="http://www.gamespot.com">Gamespot</a> está promovendo um vídeo chamado <strong>Gamers Heart Japan, </strong>onde vários<strong> </strong>game-designers e jornalistas comentam sobre suas influências e preferências da indústria japonesa.</p>
<p>O objetivo do vídeo é comover as pessoas para ajudar o Japão na forma de doações para a Cruz Vermelha.</p>
<p>O site do programa, onde as doações podem ser feitas, é este: <a href="http://www.gamersheartjapan.com/">http://www.gamersheartjapan.com/</a></p>
<p>O vídeo pode ser visto no site acima, mas deixo também em embedded abaixo. Assistam que é muito interessante.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="448" height="273" src="http://www.youtube.com/embed/uVihDspGt6k" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></description>
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		</item>
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		<title>O Resgate da TV Educativa</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/o-resgate-da-tv-educativa/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/o-resgate-da-tv-educativa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 02:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/03/tv_educativa.jpg"><img class="size-full wp-image-2588  aligncenter" title="tv_educativa" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/03/tv_educativa.jpg" alt="" width="191" height="149" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Olha eu aqui para falar um pouco de política novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Como sabem, a coisa mais importante da humanidade são os games, seguido da política, filosofia e aparentemente da capoeira, como Obama deve ter constatado recentemente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/03/obama_capoeira.jpg"><img class="size-full wp-image-2586  aligncenter" title="obama_capoeira" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2011/03/obama_capoeira.jpg" alt="" width="240" height="150" /></a><br />
<em>Capoeira, paixão nacional. Não é?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Estava aqui jogando Top Gear no Hard e deixei a tv ligada no canal TV Educativa (Paraná), que aproveita boa parte do conteúdo da TV Cultura paulista mas também produz conteúdo local de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Na gestão de Roberto Requião, o canal funcionava quase que exclusivamente de palanque de propaganda do governo boçal do igualmente boçal Requião. Era comum o canal exibir concertos de música clássica e logo depois entrevistas com socialistas atrasados e convidados de sotaque espanhol.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, esta emissora transmitiu um debate sobre os alimentos transgênicos. Havia uns 6 convidados, sendo que somente um deles estava lá para defender os alimentos geneticamente modificados. Era do Embrapa. O debate foi um festival de baboseiras e de argumentos ruins, sem levar em consideração que o país já se beneficia da transgenia há anos, pesquisado aqui mesmo no Brasil pelo Embrapa.</p>
<p style="text-align: justify;">Defesas ao governo Chavez eram comuns, bem como elogios à Cuba e entrevistas com nossos ex-terroristas que lutavam pelo comunismo e hoje posam de heróis, porque levaram alguns tabefes dos militares por causar tumulto por aí. Outra coisa comum eram programas de exaltação do grande líder (Requião) e desmoralização massiva do governo anterior do Estado, o que demonstra um grande complexo de inferioridade deste governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, um canal com grande potencial mas totalmente disperdiçado em meio à pregação político-ideológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que, em meio às pistas sinuosas do Brasil, desviando das pedras e me mantendo na pista em Top Gear, ouço alguém na TV falar do Hugo Chavez. Pausei o game e aumentei o volume. Para minha surpresa, os apresentadores do jornal estavam ridicularizando o Chapolin só por ele defender <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1466648-7823-HUGO+CHAVEZ+DIZ+QUE+VIDA+EM+MARTE+FOI+EXTINTA+POR+CAUSA+DO+CAPITALISMO,00.html">que Marte possuía vida e que foi devastado por causa do capitalismo existente naquele planeta</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por alguns segundos eu achei estranho a jornalista da TV Educativa ridicularizar um &#8220;socialista&#8221; e até pensei que não havia entendido direito. Mas logo lembrei que o outro Roberto, o Richa, agora é governador do Estado e que possivelmente limpou o chiqueiro que era a emissora &#8220;Educativa&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Yes, temos a TV Educativa de volta!</p>
<p style="text-align: justify;">(Pô, até passou um episódio do Mundo de Beakman antes).</p>
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		<title>Blablabla e Viva a Democracia!</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/blablabla-e-viva-a-democracia/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 15:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/11/pt_psdb.jpg"><img class="size-full wp-image-2570  aligncenter" title="pt_psdb" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/11/pt_psdb.jpg" alt="" width="350" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de gostar de games, tento cultivar o gosto por outras áreas de igual importância para a humanidade. Uma delas é política. A outra é a filosofia. Como só entendo bem de games (que é muito mais importante para a humanidade), não me arrisquei a escrever sobre outros temas. Afinal, este blog é de games mesmo. Porém, com as eleições recém ocorridas, temos muito assunto. Prometo <span style="text-decoration: line-through;">quando for eleito</span> que não escreverei com frequência sobre assuntos que fujam do foco deste blog.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, após o anúncio da vitória de Dilma eu passei a acompanhar algumas notícias na TV e Internet. Nos comentários é inevitável o alvoroço dos militantes, críticas à oposição (os inimigos) e muitos vivas à democracia. Tudo ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">O que percebo é que nossa história como democracia ainda é recente, e muitos ainda não entendem bem a divisão dos poderes. O presidente não possui poder total. Não adianta pedir pro Lula uma moradia para algum sem-teto. Aliás, o poder que representa verdadeiramente o povo é o Legislativo. É lá que escolhemos pessoas próximas para nos representar. É lá que diferentes interesses são resolvidos. Não adianta votar no candidato a presidente mais santo e intelectual do país se quem vão aprovar leis serão palhaços e jogadores de futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa democracia saudável, dois ou mais partidos políticos disputam o poder com uma certa frequência. A alternância do poder ajuda a não viciar o sistema e a não acumular poder para um dos lados. A oposição continua a atuar mesmo quando o governo já foi definido, pois este equilíbrio é importante para manter o governo em observação constante.</p>
<p style="text-align: justify;">E aí vem o problema que quero expor: como elogiar a democracia se a existência de qualquer oposição é tão vilipendiada?</p>
<p style="text-align: justify;">Atenção, leitor! Não há nenhuma democracia DE VERDADE sem que governo e oposição estejam em equilíbrio constante. Tentar destruir ou sufocar um dos lados, mesmo que por meios democráticos, não torna a própria democracia melhor. Pela vontade do povo, tivemos o fascismo, o nazismo, o comunismo e socialismo. Todos estes regimes contaram com o apoio inicial da grande massa para se estabelecerem e&#8230; lutar contra os interesses da massa.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, democracia não é sinônimo de &#8220;voz do povo&#8221; (nem as leis, mas fica pra próxima). É preciso zelar por ela e até protegê-la de populismos. Medidas anti-democráticas são tomadas para manter a democracia funcionando. Medidas democráticas, por sua vez, podem destruí-la. Se auto-intitular democrático é fácil, e o melhor exmplo disso é que no mundo inteiro apenas 4 países declaram-se explicitamente não-democráticos: <strong>Vaticano</strong>, <strong>Arábia Saudita</strong>, <strong>Miamar</strong> e <strong>Brunei</strong>. Percebeu que este grupo poderia ter muitos outros países?</p>
<p style="text-align: justify;">O poder corrompe, e também é corrompido. Como somos falíveis, precisamos ser vigiados constantemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, nunca confie em um grupo que promova o ódio por um dos lados do poder e ao mesmo tempo grite vivas à democracia. Vi muita gente derramar seu ódio sobre a oposição por esta última declarar&#8230; oposição ao governo. Ao contrário da declaração de militantes, não existem adversários políticos numa democracia. Governo e oposição se completam.</p>
<p style="text-align: justify;">Que o Brasil seja governado pelo governo e observado pela oposição!</p>
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		<title>Pensamento do Dia &#8211; LEGO Starcraft</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 19:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>
		<category><![CDATA[Blizzard]]></category>
		<category><![CDATA[Starcraft II]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pensamentos1.jpg"><img class="size-full wp-image-1695 alignnone" title="pensamentos1" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pensamentos1.jpg" alt="pensamentos1" width="250" height="187" /></a></p>
<p>Estava aqui no trabalho discutindo com meus amigos sobre Starcraft II (lançamento hoje!), e quando um comenta sobre o cancelado Starcraft Ghost, eu tive uma excelente idéia!</p>
<p>Por que não fazer games de Starcraft baseados cada game numa unidade do jogo?</p>
<p>Tipo, teríamos o Starcraft Ghost (com os ghosts); Starcraft Marine, de tiroteio em terceira pessoa; Starcraft Tank (destruindo tudo com os tanques), e por aí vai.</p>
<p>E o melhor de tudo, seria baseado na série LEGO, estilo LEGO Star Wars!</p>
<p>Perfeito! Vamos esperar a Blizzard descobrir isso, ou alguém fazer um mod&#8230;</p>
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		<title>Links Bacanas, Ou Não</title>
		<link>http://www.cubagames.com.br/links-bacanas-ou-nao/</link>
		<comments>http://www.cubagames.com.br/links-bacanas-ou-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 02:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
				<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Gostaria de compartilhar com vocês um pouco do que eu leio na Internet com alguma frequência. Depois de algum tempo escrevendo no blog, alguns podem querer saber quais são meus sites preferidos, e com isso ter uma idéia de quais assuntos eu me interesso.</p>
<p>Enfim, vejam os sites e blogs que costumo acessar com certa frequência, devidamente categorizados:</p>
<p>Política:<br />
<a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/">Reinaldo Azevedo</a><br />
<a href="http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/">Sustentável é Pouco &#8211; Dennis Russo</a></p>
<p>Notícias/Atualidades<br />
<a href="http://veja.abril.com.br/">Veja On-Line</a><br />
<a href="http://meiobit.com/">Meio Bit</a></p>
<p>Games:<br />
<a href="http://www.gamespot.com/">Gamespot</a><br />
<a href="http://meiobit.com/games">Meio Bit Games</a><br />
<a href="http://continue.com.br/">Continue</a><br />
<a href="http://www.gagagames.com.br/">Gagá Games</a></p>
<p>Ciência/Ceticismo:<br />
<a href="http://www.badastronomy.com/">Bad Astronomy</a><br />
<a href="http://projetoockham.org/">Projeto Ockham</a><br />
<a href="http://www.ceticismoaberto.com/">Ceticismo Aberto</a></p>
<p>Podcasts<br />
<a href="http://jovemnerd.ig.com.br/">Jovem Nerd</a><br />
<a href="http://www6.ufrgs.br/frontdaciencia/">Fronteiras da Ciência</a><br />
<a href="http://audiogame.wordpress.com/">Audiogame (R.I.P.)</a></p>
<p>Games (Video)<br />
<a href="http://www.gametrailers.com/">Gametrailers</a><br />
<a href="http://screwattack.com/">Screw Attack</a><br />
<a href="http://www.cinemassacre.com/">Angry Videogame Nerd</a></p>
]]></description>
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