
Tenho saudade da minha infância quando eu brincava com meus bonequinhos e os transformava em guerreiros, eles guerreavam com seus tanques (tênis e chinelos) e tentavam destruir as bases (as caixas dos tênis) dos “hominhos do mal”. Também lembro das histórias da “Turma dos Animais” (representada por nós), onde uma turma de amigos tinha o poder dos animais para combater a “Turma da Caveira” (integrada pelos garotos malvados da pracinha), sem falar nas histórias do “School Evil”, um “Resident Evil” que se passava em nosso colégio, onde os inimigos eram os professores que a gente não gostava.
Hoje lendo um post do Mauro Amaral, percebi que essa brincadeira de criar histórias e regras nos jogos são um ótimo pré-requisito para ser um Game Designer, pois este tem de trabalhar com a criatividade a toda quando cria a maneira do jogo existir para seus usuários.
Voltando ao passado, lembro que muitos riram quando contei que fiz com meus amigos essas histórias e outros acharam o máximo. Mas o que disseram sobre a idéia de um encanador que tenta salvar a princesa do mundo dos cogumelos? Ou quando leram sobre um porco-espinho azul que corre? Será que riram ao ler a história de uma turma de amigos com um cachorro falante que soluciona mistérios?
Mesmo que sua idéia/história seja um pouco “absurda”, se você realmente acredita nela, siga em frente, não desista!
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